AGRONEGÓCIO

Confira opções de hortaliças para plantar em fevereiro

Publicado em

Ter uma horta em casa nos ajuda a ter uma maior conexão com a natureza além de também trazer benefícios a nossa alimentação, já que poderá consumir um alimento natural e plantado por você. Caso goste de plantar ou esteja iniciando no mundo da horticultura, a ISLA Sementes, traz indicações de hortaliças possíveis de serem plantas no mês em todas as regiões do país, confira:

Se você mora nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Rio de Janeiro e norte de Minas, as hortaliças de fevereiro são abóboras, abobrinhas, acelgas, agriões, aipo, alface, alho poró, almeirão, berinjela, cebolinha, cenoura, chicória, coentro, brócolis, couve-flor, couve manteiga, couve rábano, espinafre, feijão-vagem, jiló, manjericão, maxixe, melancia, melão, mostarda, nabo, pepino, pimenta, pimentão, rabanete, repolho, salsa e tomate.

Já nas Região Sul, em São Paulo, Espírito Santo ou sul de Minas Gerais, as dicas de plantio são para hortaliças como as acelgas, agriões, aipo, alface, alho poró, almeirão, beterrabas, cebolinha, cenoura, chicória, coentro, brócolis, couve de Bruxelas, couve chinesa, couve-flor, couve manteiga, couve rábano, ervilha, espinafre, feijão-vagem, jiló, manjericão, maxixe, mostarda, nabo, pepino, rabanete, repolho, rúcula e salsa.

Leia Também:  Governo garante R$ 7,18 bilhões do Funcafé para a safra 2025/2026
Dicas de como plantar

Depois de escolher as hortaliças que mais lhe agradam, chegou a hora de colocar a mão na massa. Separe um vaso ou floreira para fazer o plantio e deixe-o posicionado em um local onde possa existir acesso a luz natural.

Em seguida, a próxima etapa é o preparo do solo, que para as hortaliças deve ser leve, bem drenado, arejado e composto de três itens: terra, areia e húmus de minhoca. Acrescente ao solo as sementes da cultivar escolhida e em seguida regue a terra de forma cuidadosa e sem exageros.

Para ajudar a sua hortaliça a crescer ainda mais forte, é recomendado o uso de adubos na terra, seja ele orgânico ou com produtos compostos. Regue o vaso diariamente e acompanhe o crescimento da cultivar até atingir o período de colheita.

O momento da colheita será quando as folhas externas já estiverem num tamanho próprio para o consumo. No caso de ervas aromáticas ou medicinais, colha galhos e folhas na medida em que forem se desenvolvendo, já que os cortes estimulam novas brotações. De modo geral, a colheita é iniciada quando as plantas atingem a sua maturidade.

Leia Também:  Mercado de laranja e suco no Brasil registra exportações lentas e preços voláteis; boas chuvas fortalecem perspectiva da safra 2026/27
Onde comprar sementes

É possível encontrar diversos tipos de sementes de todas as hortaliças citadas no e-commerce da ISLA Sementes, em www.isla.com.br. Além do site, as sementes da marca podem ser encontradas em centenas de pontos de vendas espalhados pelo país. Escolha a sua preferida e mãos na terra!

Fonte: HochM6uller Multimídia

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Brasil deve produzir 600 mil toneladas de canola nesta safra

Published

on

A canola começa a sair das lavouras brasileiras com uma produção estimada em 601,3 mil toneladas na safra 2025/26, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa crescimento de 74,4% sobre as 344,8 mil toneladas colhidas na temporada anterior e confirma o avanço de uma cultura que fornece óleo para alimentação, farelo para os animais e matéria-prima para biocombustíveis.

A colheita ainda está no início. No Rio Grande do Sul, responsável pela maior parte da produção nacional, aproximadamente 1% das lavouras havia sido colhido até a segunda quinzena de setembro. Cerca de 88% das áreas estavam entre a floração e o enchimento de grãos e outros 9% já se encontravam em maturação, conforme o acompanhamento da assistência técnica estadual.

Isso significa que a safra de canola que aparece nas estatísticas como 2025/26 ainda está no campo. A cultura foi semeada principalmente entre abril e junho de 2026 e deverá ter a colheita concentrada durante a primavera. O plantio da temporada 2026/27, portanto, não começou: ocorrerá somente no primeiro semestre de 2027.

A área cultivada na safra em fase de colheita alcançou 371,1 mil hectares, expansão de 75,1% diante dos 211,9 mil hectares do ciclo anterior. A produtividade média foi estimada pela Conab em 1.620 quilos por hectare, praticamente estável em relação aos 1.627 quilos obtidos em 2024/25.

Os números mostram que o crescimento da produção foi sustentado principalmente pela incorporação de novas áreas. Embora a Associação Brasileira dos Produtores de Canola (Abrascanola) estime 405 mil hectares e um potencial de 607,2 mil toneladas, a referência oficial da Conab permanece em 371,1 mil hectares e 601,3 mil toneladas. A diferença decorre das fontes e metodologias utilizadas nos levantamentos.

O Rio Grande do Sul concentra aproximadamente 353,4 mil hectares, o equivalente a cerca de 95% da área nacional estimada pela Conab. O cultivo também aparece no Paraná, em Santa Catarina e, em menor escala, em outras regiões onde pesquisas procuram adaptar a oleaginosa ao sistema de segunda safra.

Leia Também:  Mercado de laranja e suco no Brasil registra exportações lentas e preços voláteis; boas chuvas fortalecem perspectiva da safra 2026/27

Nas lavouras gaúchas, o desenvolvimento é considerado satisfatório na maior parte das áreas. Os primeiros trabalhos ocorrem em cultivos implantados mais cedo, sobretudo no Noroeste. A evolução da colheita dependerá do amadurecimento dos grãos e de intervalos de tempo seco, necessários para reduzir perdas e preservar a qualidade.

A canola pertence à mesma espécie agrícola da colza, mas foi selecionada para apresentar baixos teores de ácido erúcico no óleo e de glucosinolatos no farelo. Os grãos contêm aproximadamente 38% de óleo, conforme referências técnicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A maior parte da produção é destinada à fabricação de óleo comestível. Depois da extração, o farelo rico em proteína pode ser utilizado na alimentação animal, principalmente de bovinos, suínos e aves, respeitadas as formulações nutricionais de cada criação.

O óleo também pode ser empregado na fabricação de biodiesel. Outra possibilidade em estudo é seu aproveitamento na produção de combustível sustentável de aviação, conhecido pela sigla SAF. Esse mercado, entretanto, ainda não está consolidado comercialmente em grande escala no Brasil.

No campo, a canola oferece uma alternativa de renda durante o inverno e amplia a rotação com soja, milho e cereais. Como pertence a uma família botânica diferente, pode ajudar a interromper ciclos de determinadas doenças e plantas daninhas, além de manter o solo coberto e distribuir melhor o uso de máquinas e mão de obra ao longo do ano.

A decisão de plantar exige, porém, comprador previamente definido. A cadeia nacional ainda possui menos pontos de recebimento e esmagamento que a soja, e a distância até a indústria pode reduzir a rentabilidade. A implantação também requer atenção ao tamanho reduzido das sementes, à profundidade de semeadura, ao controle de pragas e ao momento da colheita, porque a abertura das síliquas pode provocar perda de grãos.

Leia Também:  Acordo Mercosul-União Europeia Cria Novas Oportunidades, mas Impõe Desafios ao Agronegócio de Goiás, Aponta Especialista

Apesar do crescimento recente, o Brasil ainda ocupa uma posição pequena no mercado internacional. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) projeta produção mundial de 99,97 milhões de toneladas de canola e colza em 2026/27. A safra brasileira equivale a aproximadamente 0,6% desse total.

O USDA não apresenta o Brasil individualmente entre os grandes produtores, incluindo o País no grupo das demais origens. O Canadá lidera a produção entre os países, com previsão de 22,5 milhões de toneladas. A União Europeia, considerada como bloco, deverá colher 20,15 milhões, seguida pela China, com 16,2 milhões, e pela Índia, com 12,4 milhões.

Sozinho, o Canadá produz quase 37 vezes o volume brasileiro. A comparação mostra que o País ainda está distante dos líderes, mas também revela o espaço disponível para crescer. Enquanto a canola ocupa pouco mais de 370 mil hectares no Brasil, as culturas de inverno dispõem de milhões de hectares que permanecem sem atividade comercial em parte do ano.

O ciclo atual será decisivo para saber se a rápida expansão conseguirá se sustentar. Além da produtividade e da qualidade dos grãos, o produtor acompanhará os preços, a capacidade de recebimento das indústrias e o cumprimento dos contratos. Uma colheita próxima de 600 mil toneladas colocará a canola em um novo patamar no País, mas a continuidade dependerá de mercado, assistência técnica e segurança para comercializar a produção.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA