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Concurso de Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras Premiará os Melhores Produtos de 2024

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A premiação dos vencedores do 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras – Cachaças Mineiras/2024 ocorrerá na próxima quinta-feira (21), a partir das 15h, no Mercado de Origem, em Belo Horizonte. A primeira edição do concurso contou com a inscrição de 132 produtores de diversas regiões de Minas Gerais, sendo 23 agricultores familiares, e abrangeu as categorias de cachaça e aguardente de cana.

Na categoria cachaça de alambique, serão premiados os três primeiros colocados em cinco subcategorias: Cachaça de Alambique, Cachaça de Alambique Armazenada, Cachaça de Alambique Envelhecida, Cachaça de Alambique Envelhecida – Premium e Cachaça de Alambique Envelhecida – Extra Premium. Já para as aguardentes de cana, dois produtores serão premiados na categoria Aguardente de Cana e outros dois na categoria Aguardente de Cana Armazenada. Além dos 19 vencedores, também serão destacados o produtor da “Melhor Bebida de Agricultura Familiar” e a fabricante da “Melhor Bebida de Mulher Alambiqueira”.

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Segundo Lucas Rocha Carneiro, assessor técnico da Emater-MG e um dos responsáveis pela organização do concurso, a iniciativa oferece aos produtores a oportunidade de uma avaliação técnica detalhada de seus produtos, com a devolutiva gratuita sobre cada amostra. “Essa avaliação permite que os participantes aprimorem ainda mais a qualidade de suas bebidas”, destaca Carneiro.

O concurso recebeu 217 amostras inscritas, todas devidamente registradas junto ao Ministério da Agricultura, que foram analisadas por 24 jurados especializados na área de cachaça. Inicialmente, esperava-se cerca de 150 inscrições, mas a participação superou as expectativas.

A realização do evento é uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da Emater-MG, com o apoio técnico do IMA e da Epamig, e patrocínio da Fundação Doimo e do Mercado de Origem. O concurso conta ainda com a parceria de instituições financeiras e outras entidades do setor, como Banco do Brasil, Cresol, Sicoob, Banco do Nordeste, Governo Federal e Garrafaria Serra Negra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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