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Com apoio do Judiciário e Legislativo, prefeitura intensifica cirurgias e reduz fila de espera no HMC

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, celebrou na noite desta terça-feira (15), no auditório da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os resultados dos mutirões de cirurgias nas especialidades de Ortopedia e Urologia realizados no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). A iniciativa faz parte do programa estadual “Fila Zero” e é fruto de uma união de esforços entre a gestão municipal, o deputado estadual Dr. João José e o Poder Judiciário, representado pelo juiz Dr. Agamenon Alcântara Moreno Júnior.

O mutirão no HMC contempla procedimentos de alta complexidade, como cirurgias de quadril e ombro, que estavam paralisadas há anos na rede pública. Desde o início da ação, em 1º de julho, quase 100 intervenções já foram realizadas, com uma logística planejada para garantir eficiência, segurança e agilidade no atendimento. A previsão é de que os mutirões de Ortopedia continuem pelos próximos seis meses.

“A cirurgia de ombro, por exemplo, estava parada desde 2015. Não é um procedimento pactuado pelo SUS na forma como está sendo feito aqui no HMC, então só conseguimos realizá-lo graças ao mutirão. São pacientes que esperavam há quase uma década por esse atendimento”, explicou a diretora técnica do hospital, dra. Fanavya Sulzbacher.

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A médica destacou ainda a importância da parceria com o Núcleo de Apoio do Poder Judiciário, que tem viabilizado a aquisição de próteses especiais não custeadas pelo SUS, como as de quadril. “Esse apoio, por meio da RPP, tem sido fundamental para ampliarmos o acesso a procedimentos antes inviáveis. Também recebemos suporte da Assembleia Legislativa, com a oferta de fisioterapia pós-operatória e aquisição de fios cirúrgicos essenciais para a segurança dos procedimentos”, acrescentou.

O mutirão de Urologia está previsto para os dias 19 e 20 de julho, com a realização de aproximadamente 60 cirurgias. A intensificação dos procedimentos eletivos ocorre sem comprometer o atendimento de urgência e emergência no hospital, que seguirá normalmente.

A secretária municipal de Saúde, dra. Lucia Helena Barboza Sampaio, ressaltou o impacto da ação no combate à fila de espera e reafirmou o compromisso da gestão com uma saúde pública mais resolutiva.

“Estamos comprometidos em devolver dignidade aos nossos pacientes, que há anos aguardam por esses procedimentos. Esse já é o quarto mutirão realizado em apenas seis meses e mostra que a saúde é, de fato, prioridade na nossa gestão. Agradeço imensamente aos nossos parceiros — o deputado Dr. João José, o juiz Dr. Agamenon, o núcleo do Judiciário e a Assembleia Legislativa — por contribuírem com essa importante missão”, declarou.

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#PraCegoVer

A imagem mostra a secretária de Saúde, Lucia Helena, durante um discurso em um evento realizado no auditório da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na foto, é possível ver outras pessoas sentadas no palco central, assim como participantes acomodados nas cadeiras do auditório. No palco, também estão dispostos alguns arranjos florais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor tem até o dia 30 para entregar declaração do ITR e evitar multa

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Proprietários e possuidores de imóveis rurais têm até as 23h59 de 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 50, além de possíveis dificuldades para comprovar a regularidade fiscal da propriedade.

A obrigação alcança pessoas físicas e jurídicas que sejam proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóveis rurais. Também precisam declarar usufrutuários, condôminos e contribuintes que tenham perdido a posse ou a propriedade entre 1º de janeiro e a data da entrega, inclusive em casos de transferência ou incorporação da área ao patrimônio do expropriante.

As situações de imunidade e isenção previstas na legislação permanecem fora da obrigatoriedade. Como o enquadramento depende das características do imóvel, da área e da forma de exploração, o produtor deve confirmar se a propriedade atende aos requisitos antes de deixar de apresentar a declaração.

A principal mudança em 2026 está no canal de entrega. Todas as pessoas jurídicas, independentemente do tamanho do imóvel, e as pessoas físicas com propriedades superiores a 100 hectares devem utilizar obrigatoriamente o serviço digital Minhas Declarações do ITR, disponível na área de imóveis do Portal de Serviços da Receita Federal.

O acesso exige conta gov.br nos níveis Prata ou Ouro e pode ser realizado por computador, celular ou tablet. O próprio contribuinte pode entregar a declaração ou autorizar um procurador digital.

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A plataforma reúne os imóveis vinculados ao mesmo contribuinte, recupera dados cadastrais, permite preencher e transmitir declarações, consultar recibos e fazer retificações. Quem possui várias propriedades também pode importar e enviar declarações em lote.

Pessoas físicas com imóvel rural de até 100 hectares podem escolher entre o serviço digital e o Programa ITR 2026 instalado no computador. Essa alternativa não está disponível para pessoas jurídicas nem para pessoas físicas com áreas superiores a 100 hectares.

A Receita Federal recomenda verificar os dados cadastrais da propriedade antes da transmissão. Informações incorretas sobre área, utilização do imóvel, atividades produtivas e áreas ambientais podem provocar divergências, cobrança adicional de imposto ou necessidade de retificação.

Caso o contribuinte identifique erro, omissão ou informação inexata depois do envio, poderá apresentar uma declaração retificadora, desde que a Receita ainda não tenha iniciado um procedimento de fiscalização. A nova declaração substitui integralmente a anterior.

O imposto inferior a R$ 100 deve ser pago de uma única vez até 30 de setembro. Valores a partir de R$ 100 podem ser divididos em até quatro parcelas mensais e sucessivas, desde que nenhuma seja inferior a R$ 50. A primeira parcela também vence no último dia do prazo.

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Na versão web, o pagamento pode ser realizado por Pix, transferência eletrônica disponível, cartão de crédito ou Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). Eventuais encargos cobrados pela instituição financeira ou operadora do cartão devem ser observados pelo contribuinte.

A entrega em atraso gera multa de 1% por mês ou fração, calculada sobre o imposto devido. O valor mínimo da penalidade é de R$ 50, mesmo quando o imposto apurado for menor.

Além da multa, a pendência pode dificultar a emissão de certidões e a comprovação da regularidade fiscal do imóvel. Essa documentação costuma ser analisada em operações de crédito rural, financiamentos, garantias, compra e venda e transferência da propriedade.

Em 2025, a Receita Federal recebeu quase 6 milhões de declarações dentro do prazo. Com a proximidade do encerramento do período de entrega, a recomendação é não deixar o envio para o último dia, principalmente para quem ainda precisa aumentar o nível da conta gov.br, corrigir dados cadastrais ou reunir informações sobre a propriedade.

Fonte: Pensar Agro

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