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Colheita de Milho em Campos Novos (SC) Tem Início Previsto para Fevereiro

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A colheita de milho da safra de verão 2024/25 em Campos Novos, município localizado na região central de Santa Catarina, está prevista para começar no mês de fevereiro, conforme informações do departamento técnico da Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos Ltda (Copercampos).

De acordo com o engenheiro-agrônomo Fabrício Hennigen, a área cultivada na cidade foi de 4.000 hectares, o que representa uma redução de 30% em comparação com a safra anterior. Atualmente, as lavouras estão na fase de enchimento de grãos. Hennigen destaca que, apesar de as chuvas na região estarem mais irregulares neste ciclo, as previsões meteorológicas indicam uma melhora nas precipitações nos próximos dias. A área total cultivada com milho na região atendida pela Copercampos deve atingir 15 mil hectares.

Expectativa de Produção e Condições Climáticas

Embora o clima tenha apresentado desafios, com chuvas ainda necessárias para o desenvolvimento completo das lavouras, a cooperativa estima uma produtividade média de 10.800 quilos por hectare para o milho. Esse resultado, se confirmado, poderá minimizar os impactos da área reduzida.

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De acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, a área plantada com milho no estado de Santa Catarina para a safra 2024/25 será de 583.120 hectares, uma diminuição de 15,2% em relação aos 687.903 hectares cultivados na temporada anterior. A produção de milho no estado deve alcançar 4,105 milhões de toneladas, uma leve queda em comparação com as 4,418 milhões de toneladas da safra 2023/24. A produtividade média do estado deve ser de 7.040 quilos por hectare, superando os 6.423 quilos registrados na temporada passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do arroz volta a cair no Brasil após leilões frustrados e excesso de oferta pressiona mercado

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, baixa liquidez e retração nas negociações, mesmo após a realização dos leilões de PEP e PEPRO promovidos pelo governo federal. A avaliação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, que aponta agravamento da fragilidade comercial diante do excesso de oferta e da limitada efetividade das medidas oficiais de sustentação.

Segundo o especialista, o setor continua sem apresentar reação consistente, com indústrias operando de forma defensiva e negociações ocorrendo em ritmo bastante reduzido.

“O mercado segue extremamente travado, com baixa movimentação e dificuldades crescentes na formação de preços”, destaca Oliveira.

Leilões não conseguem sustentar preços do arroz

Os leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) eram vistos como uma tentativa de aliviar a pressão sobre o mercado interno. No entanto, o resultado ficou abaixo das expectativas do setor.

A baixa adesão aos programas — com menos da metade dos volumes negociados — aumentou a percepção negativa entre produtores e agentes da cadeia orizícola. Na prática, o mercado interpretou os resultados como sinal de limitação operacional dos mecanismos diante dos problemas estruturais atuais.

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Além disso, parte dos participantes avalia que os prêmios acabaram sendo parcialmente absorvidos pela indústria e pelas tradings por meio de ajustes negativos nos preços pagos ao produtor.

Em diversas regiões produtoras, começaram a surgir diferenciações entre operações enquadradas e não enquadradas nos programas oficiais, ampliando distorções regionais e reduzindo a transparência da formação de preços.

Produtores seguram estoques e vendas seguem pontuais

Diante do ambiente de preços fragilizados, os grandes produtores permanecem retraídos e priorizam a retenção dos estoques, aguardando melhores oportunidades comerciais. Já os produtores com menor capacidade financeira continuam realizando vendas pontuais para geração de caixa e cumprimento de compromissos imediatos.

O cenário também segue pressionado pelo câmbio menos favorável às exportações brasileiras de arroz, fator que reduz a competitividade do produto nacional no mercado externo e dificulta o escoamento dos excedentes.

Cotação do arroz acumula forte desvalorização em 2025

A pressão sobre os preços continua evidente nas referências do mercado gaúcho, principal polo produtor do país.

A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul, padrão 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista, encerrou a quinta-feira (7) cotada a R$ 61,65.

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O valor representa queda de 3,03% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, houve leve alta de 1,34%, mas no acumulado de 2025 a desvalorização já alcança 19,63%.

Mercado segue atento aos próximos movimentos

Analistas do setor avaliam que o comportamento do mercado dependerá principalmente da capacidade de retomada das exportações, da evolução da demanda doméstica e de possíveis novas medidas governamentais para sustentação da renda do produtor.

Enquanto isso, o ambiente continua marcado por cautela, excesso de oferta e dificuldade de reação consistente nos preços do arroz brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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