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Colheita de feijão acelera no Paraná

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A colheita de feijão no Paraná ganhou ritmo na última semana, com produtores aproveitando as condições climáticas favoráveis para intensificar os trabalhos no campo. Após um período de excesso de feijão no mercado, o Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe) fez um levantamento detalhado da situação nas regiões de Ponta Grossa, Pato Branco e Francisco Beltrão, constatando progresso significativo na colheita.

Em Ponta Grossa, uma das áreas mais importantes para a produção de feijão no estado, foram plantados 60 mil hectares com uma previsão de produção de 111,6 mil toneladas. Desse total, 60% são dedicados ao feijão-cores. Até agora, cerca de 30% da safra já foi colhida e a expectativa é de que mais 20% sejam colhidos até a próxima segunda-feira, caso o tempo continue colaborando. De acordo com relatos locais, tanto a qualidade das colheitas quanto as condições nos campos têm sido satisfatórias.

Em Castro, uma cidade vizinha a Ponta Grossa, o movimento de caminhões transportando feijão aumentou consideravelmente. Conforme relatou uma cerealista local, o número de caminhões aguardando para descarregar subiu de uma média de 4 a 5 por dia para aproximadamente 19 caminhões diários. Esse aumento sugere que a colheita na região está avançando em um ritmo acelerado.

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A presença do sol em algumas áreas do Paraná foi um fator determinante para esse avanço. Os agricultores continuam atentos às condições climáticas, buscando aproveitar ao máximo os dias sem chuva para agilizar a colheita e garantir uma produção de qualidade.

Apesar do bom progresso registrado até agora, os produtores e comerciantes permanecem cautelosos, aguardando para ver como o clima se comportará nas próximas semanas. Se as condições permanecerem favoráveis, a colheita deverá continuar avançando, trazendo boas notícias para o mercado e para a economia local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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