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Colheita da Segunda Safra de Milho no Brasil Está Próxima do Fim, Com 5,3% das Lavouras Restantes, Segundo Conab

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a mais recente atualização sobre o progresso das colheitas de milho no Brasil, abrangendo a safra de verão 2023/24 e a segunda safra de 2024. Segundo o relatório, a colheita da segunda safra de milho está praticamente concluída, com 94,7% das lavouras já colhidas, em comparação aos 91,3% registrados na semana anterior e significativamente acima dos 72,4% do mesmo período do ano passado.

Os trabalhos de colheita foram concluídos em Mato Grosso, Piauí e Tocantins, e estão próximos da finalização em Goiás, Maranhão, Paraná e Mato Grosso do Sul. Em detalhes, o Maranhão já atingiu 95% de conclusão, Goiás 93%, Paraná 92%, Mato Grosso do Sul 90%, Minas Gerais 76% e São Paulo 70%. As lavouras restantes, que correspondem a 5,3% do total, estão todas em estágio de maturação.

O relatório da Conab destaca que, em Mato Grosso, a colheita foi finalizada com produtividades superiores às estimadas e com boa qualidade dos grãos. Goiás também está avançando para o término da colheita, com boas produtividades. Por outro lado, em São Paulo e Minas Gerais, as produtividades ficaram aquém das expectativas devido à redução das chuvas e ao ataque de cigarrinhas. No Paraná e no Mato Grosso do Sul, as atividades foram temporariamente interrompidas por precipitações.

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Em relação à primeira safra de milho 2023/24, a colheita também está próxima do final, com 99,8% das lavouras colhidas, comparado aos 99,6% da semana anterior e ligeiramente abaixo dos 99,9% registrados no mesmo período da safra passada. Atualmente, apenas no Piauí a colheita ainda está em andamento, com 98% concluído.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do diesel cai quase 4% em maio e reduz custos do transporte no Brasil

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Os preços dos combustíveis registraram queda em todo o país durante o mês de maio, refletindo principalmente o recuo das cotações internacionais do petróleo. Levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostra que o diesel S-10, principal combustível utilizado pelo transporte de cargas no Brasil, apresentou redução média de 3,8% em comparação com abril.

O combustível encerrou maio com preço médio de R$ 7,32 por litro nos postos brasileiros, ante R$ 7,61 registrados no mês anterior. A pesquisa considera abastecimentos realizados em mais de 21 mil postos credenciados em todo o território nacional.

A queda ocorre após uma forte alta observada em abril, quando os preços do diesel avançaram mais de 7%, impulsionados pelas tensões geopolíticas envolvendo o Irã e seus reflexos sobre o mercado internacional de petróleo.

Petróleo mais barato influencia mercado brasileiro

Segundo a Edenred Ticket Log, a redução dos preços dos combustíveis acompanha o movimento de acomodação observado no mercado global de energia.

Durante maio, o petróleo Brent, principal referência internacional, acumulou desvalorização próxima de 15%, reduzindo a pressão sobre os custos de importação e contribuindo para a queda dos combustíveis comercializados no Brasil.

Além do cenário externo mais favorável, o governo federal e a Petrobras adotaram medidas para minimizar os impactos da volatilidade internacional sobre os consumidores brasileiros.

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Petrobras ajusta política de preços do diesel

No início de junho, a Petrobras promoveu alterações em sua política de comercialização para adequação a novas subvenções econômicas implementadas pelo governo federal.

Em 1º de junho, a estatal reduziu o preço médio de venda do diesel às distribuidoras de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro. A medida compensou a reoneração das alíquotas de PIS e Cofins que entrou em vigor na mesma data.

Posteriormente, a companhia anunciou um reajuste técnico de R$ 1,12 por litro, acompanhado por desconto de igual valor às distribuidoras, garantindo a manutenção dos preços praticados e o acesso ao benefício econômico previsto pelo programa governamental.

De acordo com a empresa, os ajustes não provocam alterações efetivas no valor final cobrado dos consumidores.

Etanol lidera queda entre os combustíveis

Entre os principais combustíveis vendidos no país, o etanol foi o que apresentou a maior redução de preço em maio.

O biocombustível registrou queda de 6,58%, encerrando o período com preço médio de R$ 4,54 por litro. Já a gasolina apresentou recuo mais moderado, de 1,16%, chegando à média nacional de R$ 6,82 por litro.

Segundo especialistas do setor, o movimento reflete um cenário mais amplo de acomodação dos preços energéticos, beneficiando consumidores e setores dependentes do transporte rodoviário.

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Etanol segue mais competitivo em dez estados

A análise do IPTL aponta que o etanol manteve vantagem econômica frente à gasolina em dez unidades da federação durante maio.

O biocombustível foi considerado mais vantajoso para abastecimento nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e também no Distrito Federal.

A competitividade do etanol é um fator relevante para o agronegócio brasileiro, especialmente para a cadeia sucroenergética, que continua ampliando sua participação na matriz energética nacional.

Impactos para o agronegócio e transporte

A redução dos preços do diesel é acompanhada de perto pelo agronegócio, uma vez que o combustível representa parcela significativa dos custos logísticos das cadeias produtivas.

Menores gastos com transporte podem contribuir para aliviar despesas de produtores rurais, cooperativas, cerealistas e empresas exportadoras, especialmente em um período de intensa movimentação de grãos e commodities agrícolas nos principais corredores logísticos do país.

Apesar do alívio recente, o mercado permanece atento aos desdobramentos do cenário geopolítico internacional e às oscilações do petróleo, fatores que continuam sendo determinantes para a formação dos preços dos combustíveis nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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