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Colheita da Primeira Safra de Feijão 2024/25 no Paraná Atinge 97% da Área Plantada

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A colheita da primeira safra de feijão 2024/25 no Paraná alcançou 97% da área plantada, conforme dados do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Estado. No último relatório, datado de 27 de janeiro, o progresso da colheita era de 91%, mostrando um avanço considerável nas últimas semanas.

Atualmente, 92% das lavouras estão em boas condições, enquanto 8% apresentam estado médio. No levantamento anterior, 90% das plantações eram classificadas como boas e 10% como médias. Em termos de desenvolvimento das plantas, 11% estão em fase de frutificação e 89% em maturação, um leve aumento em relação ao último levantamento, quando 9% estavam na frutificação e 91% em maturação.

A produção da primeira safra de feijão 2024/25 está projetada em 341,7 mil toneladas, o que representa um aumento de 113% em relação à safra anterior, que produziu 160,4 mil toneladas. A área plantada na safra atual foi de 169,2 mil hectares, um crescimento de 57% em comparação com os 107,8 mil hectares cultivados na safra 2023/24. A produtividade também apresentou um aumento significativo, sendo estimada em 2.020 quilos por hectare, contra 1.489 quilos por hectare na safra passada.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão recua na Bolsa de Nova York após sequência de altas e mercado acompanha avanço da safra brasileira

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Após semanas consecutivas de valorização, os preços do algodão passaram a registrar recuo na Bolsa de Nova York. A movimentação foi destacada em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, que aponta mudanças no cenário climático e no mercado global de commodities como os principais fatores de pressão sobre as cotações da pluma.

Segundo o instituto, o contrato do algodão com vencimento em julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação aos níveis observados no começo de março.

No entanto, o movimento perdeu força nos últimos dias, e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso, refletindo uma correção do mercado após a forte alta recente.

Clima nos EUA e petróleo influenciam mercado da pluma

De acordo com o relatório, a valorização observada anteriormente foi impulsionada por fatores como o conflito entre Estados Unidos e Irã, que elevou os preços internacionais do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos.

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Com a recuperação das condições climáticas nas regiões produtoras norte-americanas, o mercado passou a reavaliar os riscos relacionados à oferta global da fibra.

Outro fator que contribuiu para a retração das cotações foi a queda nos preços do petróleo. Esse movimento aumenta a competitividade das fibras sintéticas derivadas do petróleo em relação ao algodão, reduzindo parte da demanda pela fibra natural no mercado têxtil internacional.

Correções técnicas e safra brasileira ampliam pressão

Além dos fundamentos ligados ao clima e ao petróleo, o mercado também registrou movimentos de realização de lucros e correções técnicas após sucessivas sessões de valorização na Bolsa de Nova York.

O início da colheita da safra brasileira também passou a ocupar o radar dos investidores e agentes do setor.

O avanço da oferta de pluma no Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de algodão, tende a ampliar a disponibilidade global da fibra nas próximas semanas, cenário que pode continuar pressionando os preços internacionais.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda global

Mesmo com o recente recuo, analistas avaliam que o mercado do algodão ainda permanece sensível a fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

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A evolução da safra norte-americana, o ritmo das exportações brasileiras e o comportamento da demanda da indústria têxtil global continuarão sendo determinantes para a direção das cotações nos próximos meses.

Além disso, o setor acompanha de perto os movimentos do petróleo e das fibras sintéticas, que exercem influência direta sobre a competitividade do algodão no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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