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Colaboradores de serviços urbanos recebem salários nesta terça-feira (7); pagamento foi viabilizado após reunião entre prefeito Abilio Brunini e Locar

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Cumprindo os acordos firmados, a Locar Saneamento Ambiental, empresa responsável pela coleta de lixo em Cuiabá, realizou nesta terça-feira (7) o pagamento dos salários dos colaboradores de serviços urbanos. A quitação respeita o prazo estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina o pagamento até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, conforme a Lei nº 7.855, de 24 de outubro de 1989.

De acordo com o presidente da Locar, Carlos Buarque, o pagamento foi possível graças a uma reunião com o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, na qual foi garantido que os repasses realizados pela Prefeitura ocorreriam de forma regular e transparente, seguindo as diretrizes contratuais. “Conseguimos pagar toda a nossa folha de pagamento e os encargos trabalhistas graças à garantia dada pelo prefeito Abilio de que os repasses seriam feitos de forma regular, sem atrasos”, destacou o presidente.

Entre as medidas acordadas, estão a adequação dos mapas e rotas de coleta, além da disponibilização de acesso aos sistemas de rastreamento dos caminhões, que permitem o monitoramento em tempo real das rotas realizadas.

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“O compromisso da Prefeitura de Cuiabá é com a transparência e a regularidade dos serviços prestados à população. Estamos trabalhando em conjunto para garantir que o cidadão cuiabano receba serviços urbanos de qualidade, sempre respeitando os acordos firmados e as normas que regem o setor”, explicou o secretário de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira.

Atualmente, Cuiabá gera cerca de 500 toneladas de lixo doméstico por dia, sendo que a região central da cidade é responsável por aproximadamente 70 toneladas desse volume.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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