AGRONEGÓCIO

Sine tem vaga para mecânico com salário de R$ 3,6 mil; veja outras 230 vagas

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Possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode fazer a diferença na hora de encarar o mercado de trabalho. Boa parte das 230 vagas disponíveis no Sine Municipal de Cuiabá, nesta quinta-feira (27), exigem o documento. Algumas apenas o tipo A, sendo para repositor de mercadorias. As demais são B, C, D e E, específica para motorista carreteiro. Para Pessoas Com Deficiência (PCD), operador de caixa também precisa de CNH.

Entre as diversas oportunidades que se enquadram na exigência, estão: zelador, vendedor interno, técnico em manutenção de balanças, técnico em edificações, sorveteiro, pedreiro, operador de empilhadeira, motorista em geral, mecânico, lavador de veículos, jardineiro, instalador e reparador de redes telefônicas, fotógrafo publicitário, encarregado de obras, eletricista, dedetizador, carpinteiro, ajudante de carga, ajudante de eletricista, analista financeiro, auxiliar administrativo, auxiliar de contabilidade, auxiliar de enfermagem, auxiliar de estoque.

Os salários variam até R$ 3.630,00, como é o caso para mecânico, que oferece também vale-transporte e alimentação.

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Em se tratando de escolaridade, tem vagas para todos os níveis ou mesmo sem a exigência.

Para mais detalhes e carta de encaminhamento para entrevistas, os interessados podem procurar a unidade do Sine Municipal, localizada na Rua Campo Grande, número 347, no Centro de Cuiabá, munidos de documento de identidade, CPF, carteira de trabalho, comprovante de endereço e currículo atualizado.

O atendimento presencial é realizado das 9h às 16h. Outras informações pelo telefone (65)3321-0572.

Serviço do Sine

Além de intermediar vagas de emprego, o Sine Municipal realiza o atendimento para a solicitação do seguro-desemprego. Para acessar o benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Para maior comodidade, os cidadãos também podem acessar as vagas e outros serviços do Sine pela internet, utilizando o aplicativo Sine Fácil ou o portal Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). Os canais são atualizados diariamente, oferecendo mais agilidade e praticidade para quem busca uma nova colocação no mercado de trabalho.

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Informações importantes ao trabalhador

– Canais digitais para consulta de vagas de emprego: empregabrasil.mte.gov.br ou pelo aplicativo “Sine Fácil”.

– Pedido de seguro-desemprego: pode ser solicitado pelo aplicativo da “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br.

#PraCegoVer

A foto identifica o local onde funciona o Sine Municipal de Cuiabá, com uma calçada até a entrada onde está a porta de vidro. Há uma fachada em cor amarela e a identificação dizendo que é o Sine em cor azul.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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