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Climatempo lança módulo de alertas automáticos para proteger operações críticas com inteligência climática

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Climatempo apresenta módulo de sensores com alertas inteligentes

A Climatempo, maior empresa de consultoria meteorológica do Brasil e da América Latina, lançou o Módulo de Sensores com Alertas Inteligentes Integrados, uma nova funcionalidade da plataforma de inteligência climática SMAC (Sistema de Monitoramento e Alerta Climatempo).

O módulo foi desenvolvido para apoiar empresas que precisam considerar o clima na gestão de riscos, especialmente diante do aumento de eventos climáticos extremos. A iniciativa faz parte do investimento de cerca de 12% do faturamento da Climatempo em infraestrutura de dados e desenvolvimento tecnológico.

Transformando dados climáticos em alertas automáticos

A nova funcionalidade permite que dados meteorológicos observados sejam convertidos em alertas automáticos para equipes responsáveis por operações críticas.

Setores como energia, infraestrutura, agronegócio e logística podem, assim, antecipar condições climáticas adversas, protegendo ativos, garantindo a segurança operacional e assegurando a continuidade dos negócios.

Com o módulo, as empresas podem:

  • Monitorar condições climáticas em tempo real em suas áreas de operação
  • Configurar limites críticos para variáveis como rajadas de vento ou volume de chuva acumulada
  • Receber alertas automáticos sempre que os parâmetros definidos forem ultrapassados

Segundo Vitor Hassan, Country Manager da Climatempo, “essa evolução do SMAC transforma dados climáticos em alertas operacionais que ajudam as empresas a proteger ativos, pessoas e a continuidade de seus negócios”.

Inteligência climática aplicada à gestão operacional

Para Bárbara Passuello, diretora de Produtos e Dados, o módulo reforça o papel da inteligência climática dentro das operações empresariais.

“Com o Módulo de Sensores, dados observados de estações meteorológicas se transformam em alertas automáticos quando condições críticas são atingidas, permitindo que as equipes antecipem riscos e tomem decisões com mais rapidez e segurança”, afirma.

O módulo também apoia a expansão da Climatempo em mercados da América Latina, onde cresce a demanda por soluções que conectem informações meteorológicas à gestão operacional.

Caetano Mancini, Head de Marketing, destaca que “o diferencial da Climatempo é transformar dados climáticos em inteligência aplicada às operações, permitindo que empresas respondam com agilidade a riscos.”

Funcionalidades do Módulo de Sensores

O módulo oferece recursos essenciais para a gestão de riscos operacionais:

  • Visualização em tempo real de dados de estações meteorológicas
  • Monitoramento por ativo, área operacional ou região
  • Configuração de limites críticos para variáveis climáticas
  • Alertas automáticos para eventos como rajadas de vento e chuva acumulada
  • Registro de eventos para rastreabilidade e auditoria operacional
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Cada organização pode definir parâmetros conforme seus protocolos de segurança, características operacionais e tolerância ao risco. O sistema monitora continuamente os dados observados e emite alertas sempre que os limites forem atingidos.

Antecipação de riscos e suporte à decisão

Com o lançamento do Módulo de Sensores, o SMAC amplia o uso da inteligência climática como ferramenta estratégica, permitindo que empresas antecipem riscos, aumentem a segurança operacional e aprimorem a tomada de decisão em tempo real.

O módulo reforça a tendência de integrar dados meteorológicos à operação de negócios críticos, contribuindo para maior eficiência e resiliência frente a eventos climáticos extremos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de soja do Brasil batem 58,5 milhões de toneladas e reforçam liderança global em 2026

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O agronegócio brasileiro segue consolidando sua posição de protagonista no comércio mundial de grãos. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) mostram que as exportações brasileiras de soja atingiram 58,51 milhões de toneladas entre janeiro e maio de 2026, volume superior aos 54,26 milhões embarcados no mesmo período do ano passado.

O resultado confirma o forte desempenho da cadeia produtiva da soja e reforça as projeções de que o Brasil permanecerá como o principal fornecedor global da commodity ao longo deste ano.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa alcançaram 15,42 milhões de toneladas. Para junho, a programação portuária indica exportações próximas de 12,4 milhões de toneladas, mantendo um ritmo elevado de comercialização internacional.

Colheita da soja entra na reta final

A safra brasileira de soja 2025/26 está praticamente concluída, restando apenas algumas áreas nos estados do Maranhão, Piauí e Santa Catarina. Com o encerramento dos trabalhos de campo, o Ministério da Agricultura e Pecuária publicou as regras para o vazio sanitário e o calendário de semeadura da safra 2026/27.

A medida, considerada estratégica para a defesa fitossanitária das lavouras, estabelece períodos de 60 a 90 dias sem plantas vivas de soja, visando o controle da ferrugem-asiática, uma das doenças mais agressivas da cultura.

China segue como principal destino da soja brasileira

A dependência chinesa da soja brasileira permanece expressiva. Segundo a ANEC, a China respondeu por 70% das compras da oleaginosa brasileira entre janeiro e maio deste ano.

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Na sequência aparecem Espanha (5%), Turquia (4%), Tailândia (3%), Paquistão (2%), Holanda (2%) e Irã (2%), demonstrando a ampla diversificação dos mercados atendidos pelo Brasil.

Milho caminha para safra histórica

Enquanto a soja encerra sua colheita, o milho vive um momento decisivo. A colheita da primeira safra alcançou 84,6% da área cultivada até o fim de maio, em linha com a média dos últimos cinco anos. Paralelamente, os primeiros talhões da segunda safra começaram a ser colhidos em estados como Mato Grosso e Tocantins.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima sua estimativa de produção e agora projeta uma safra total de 140,17 milhões de toneladas de milho em 2026, distribuídas em uma área de 22,56 milhões de hectares. O consumo interno está estimado em 94,86 milhões de toneladas.

Caso a projeção se confirme, o Brasil terá uma das maiores colheitas de milho de sua história.

Exportações de milho devem ganhar força no segundo semestre

Com a chegada da safrinha ao mercado, os embarques brasileiros de milho tendem a acelerar nos próximos meses. Atualmente, cerca de 500 mil toneladas constam na programação de embarques para junho, mas o volume ainda deve aumentar à medida que novos contratos forem consolidados.

A expectativa da ANEC é de que o Brasil exporte aproximadamente 44 milhões de toneladas do cereal ao longo de 2026, mantendo sua relevância entre os principais fornecedores globais do grão.

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Entre os principais compradores do milho brasileiro neste ano estão Egito (27%), Vietnã (22%), Irã (18%), Argélia (9%) e Malásia (5%).

Complexo soja movimenta mais de 76 milhões de toneladas

Os números da ANEC mostram ainda a força do complexo soja. Entre janeiro e maio, o Brasil exportou:

  • 58,51 milhões de toneladas de soja em grão;
  • 10,41 milhões de toneladas de farelo de soja;
  • 5,76 milhões de toneladas de milho;
  • 970 mil toneladas de trigo;
  • 503 mil toneladas de DDGS;
  • 35 mil toneladas de sorgo.

Somados, os embarques desses produtos atingiram 76,19 milhões de toneladas nos cinco primeiros meses do ano.

Brasil fortalece protagonismo no comércio global de grãos

Os dados reforçam o papel estratégico do Brasil na segurança alimentar mundial. Com produção crescente, logística mais eficiente e demanda internacional aquecida, o país segue ampliando sua participação nos mercados globais de soja, milho e derivados.

A combinação entre safra volumosa, forte demanda asiática e perspectiva de exportações recordes mantém o agronegócio brasileiro como um dos principais motores da economia nacional em 2026, sustentando geração de renda, entrada de divisas e competitividade no comércio internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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