AGRONEGÓCIO
CFMOTO Lança Novos UTVs com Potência Reforçada e Capacidade de Carga de Até 749 kg para o Agro e Lazer
Publicado em
19 de maio de 2025por
Da Redação
A CFMOTO, uma das líderes no segmento de veículos off-road no Brasil, anunciou quatro novos modelos de UTVs para 2025. Com uma linha diversificada e voltada tanto para o agronegócio quanto para o lazer, a marca busca atender à crescente demanda por veículos versáteis, potentes e tecnológicos. O mercado de UTVs, que já é um sucesso nos Estados Unidos, tem ganhado força no Brasil, impulsionado pelo crescimento do agronegócio, turismo ecológico e a popularização do turismo rural. Estima-se que o mercado global de ATVs e UTVs deve alcançar US$ 19,63 bilhões até 2031, segundo dados da Kings Research.
Novos Lançamentos da CFMOTO para 2025
A CFMOTO apresenta quatro lançamentos de UTVs, com foco em potência, versatilidade e inovação. O destaque entre os modelos é o UFORCE 800 XL, que promete conquistar os consumidores com sua combinação de força e conforto. Inspirado no UFORCE 600, o modelo conta com mais espaço para passageiros e uma capacidade de carga de 620 kg. Com um motor de 63 HP e suspensão avançada, o UFORCE 800 XL oferece estabilidade em terrenos irregulares e é ideal para diversos tipos de trabalho, como no campo ou em atividades industriais. O veículo chega ao mercado com preço a partir de R$ 131.548,04.
UFORCE U10 PRO: Potência e Tecnologia de Ponta
Outro grande lançamento é o UFORCE U10 PRO, que eleva o nível de desempenho e conforto com um motor de 90 HP e 3 cilindros em linha DOHC, oferecendo ajuste de potência para diferentes rotações. O modelo é projetado para tarefas pesadas e aventuras off-road, com uma cabine ergonômica que acomoda até três pessoas e uma capacidade de carga de até 749 kg. Com caçamba basculante elétrica e recursos como áudio de série e tela MMI de 8” com Apple CarPlay, o UFORCE U10 PRO combina produtividade e sofisticação. O preço do modelo começa em R$ 148.292,04.
Modelos UFORCE U10 XL PRO e U10 PRO HIGHLAND: Mais Espaço e Conforto
Para aqueles que precisam de mais espaço e capacidade de carga, a CFMOTO traz o UFORCE U10 XL PRO e o UFORCE U10 PRO HIGHLAND. O U10 XL PRO acomoda até seis adultos e possui capacidade total de carga de até 732 kg. Já o U10 PRO HIGHLAND oferece ar-condicionado, ar quente e suporte para até 727 kg de carga, além de um design diferenciado com banco bordado. Ambos os modelos são equipados com caçamba basculante elétrica e guincho robusto, com capacidade para até 2.041 toneladas. O câmbio acionado por botões proporciona trocas de marchas suaves e eficientes. O UFORCE U10 XL PRO tem preço a partir de R$ 157.872,00 e o UFORCE U10 PRO HIGHLAND, a partir de R$ 167.428,04.
Mercado em Expansão: UTVs como Ferramentas de Trabalho e Lazer
O mercado de UTVs no Brasil segue em forte crescimento, sendo impulsionado pelo aumento de oportunidades no setor agrícola, turismo rural e o uso desses veículos como ferramentas versáteis de trabalho. A CFMOTO aposta em veículos que não apenas atendem às necessidades dos profissionais do campo, mas também oferecem diversão e conforto para quem busca aventuras off-road. A marca, com uma linha completa de UTVs, reafirma seu compromisso em fornecer soluções robustas e confiáveis para seus consumidores.
Ricardo Kasaki, diretor comercial da CFMOTO, destaca que os UTVs são mais do que veículos, são ferramentas de transformação, atendendo a uma ampla gama de necessidades, desde o agronegócio até o setor de turismo ecológico. “Investir em um veículo dessa linha é garantir resultados consistentes e uma experiência única, que une funcionalidade e diversão”, conclui Kasaki.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Safra de laranja deve cair quase 13% no cinturão citrícola e mercado já sente pressão nos preços
Published
17 minutos agoon
18 de maio de 2026By
Da Redação
A citricultura brasileira entra em um novo ciclo de atenção em 2026/27. Segundo análise do relatório Agro Mensal, da Consultoria Agro do Itaú BBA, a primeira estimativa divulgada pelo Fundecitrus aponta que a safra de laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro deverá atingir 255,2 milhões de caixas de 40,8 quilos, uma queda de 12,9% em relação à temporada anterior.
O recuo expressivo da produção ocorre em meio à combinação de bienalidade negativa, condições climáticas adversas e avanço do greening, doença que continua pressionando a produtividade dos pomares brasileiros.
Ao mesmo tempo, o mercado internacional do suco de laranja enfrenta um cenário de demanda enfraquecida, após os elevados preços registrados na safra passada reduzirem o consumo em importantes mercados compradores, especialmente na Europa e nos Estados Unidos.
Clima e greening ampliam preocupação no cinturão citrícola
De acordo com o Itaú BBA, a redução da safra reflete principalmente o menor número de frutos por árvore e o aumento da queda prematura dos frutos, fatores que superaram os ganhos obtidos com o maior peso médio das laranjas e a expansão do parque produtivo.
As condições climáticas também tiveram impacto direto no desempenho da cultura. As chuvas abaixo da média durante o segundo semestre de 2025 prejudicaram o desenvolvimento da safra, especialmente no cinturão citrícola paulista e mineiro.
Além da estiagem, temperaturas elevadas e ventos intensos registrados em setembro comprometeram o florescimento e o pegamento dos frutos, reduzindo o potencial produtivo para a temporada 2026/27.
O relatório alerta ainda que novas perdas podem ocorrer caso as precipitações entre maio e outubro fiquem abaixo do necessário. Nesse cenário, o peso dos frutos tende a diminuir, reduzindo ainda mais a produtividade.
Outro fator que segue no radar do setor é o avanço do greening. Segundo o Itaú BBA, a doença continua agravando os desafios fitossanitários da citricultura brasileira e pode provocar novas revisões negativas nas estimativas de safra, como ocorreu em temporadas anteriores.
Preço da laranja cai abaixo do custo de produção
Apesar da expectativa de uma safra menor, o mercado doméstico vive um momento de pressão sobre os preços pagos ao produtor.
A laranja destinada à indústria encerrou abril cotada em R$ 26,20 por caixa de 40,8 kg, retornando aos mesmos níveis observados em 2021 e ficando abaixo do custo de produção para boa parte dos citricultores brasileiros.
Segundo o relatório, ainda há incertezas sobre os contratos firmados entre produtores e indústria neste início de safra. A tendência é que o mercado ganhe maior clareza após a consolidação dos números do Fundecitrus e o avanço da colheita das variedades precoces.
O cenário atual é influenciado principalmente pelo elevado nível de estoques da indústria e pela desaceleração das exportações de suco, fatores que limitam o potencial de recuperação dos preços da fruta, mesmo diante de uma produção menor.
Suco de laranja recua em Nova York com demanda mais fraca
No mercado internacional, os preços do suco de laranja concentrado congelado (FCOJ) seguem em queda na Bolsa de Nova York.
Nos últimos 30 dias, as cotações acumularam retração de 16%, chegando a 167,2 centavos de dólar por libra-peso.
A pressão ocorre em função de um mercado mais abastecido após a safra brasileira 2025/26 mais volumosa, além da perda de demanda global provocada pelos preços recordes registrados anteriormente.
As exportações brasileiras de suco totalizaram 56 mil toneladas equivalentes de FCOJ em abril de 2026, alta de 26% frente ao mesmo período do ano passado. Porém, houve queda de 34% na comparação com março.
No acumulado da safra 2025/26, os embarques avançaram apenas 1,6%, desempenho considerado modesto diante da maior disponibilidade de produto no mercado.
Segundo o Itaú BBA, os preços elevados praticados anteriormente reduziram o consumo, principalmente na União Europeia, tradicional compradora do suco concentrado brasileiro.
Consumidor americano ainda não sente queda nos preços
Mesmo com a recente desvalorização do suco em Nova York e a redução dos preços de exportação brasileiros, o consumidor americano ainda não percebeu alívio nas prateleiras.
Em março de 2026, o preço do suco concentrado no varejo dos Estados Unidos atingiu US$ 4,89 por lata de 473 ml, o maior valor da série histórica iniciada em 2000.
O movimento reforça a cautela do mercado internacional e indica que o consumo global ainda pode enfrentar limitações ao longo dos próximos meses.
Diante desse cenário, o setor citrícola brasileiro segue atento ao comportamento climático, ao avanço do greening e à recuperação da demanda global, fatores que deverão definir o rumo dos preços da laranja e do suco ao longo da safra 2026/27.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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