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CerradinhoBio quadruplica lucro ao combinar recorde de etanol e estreia na produção de açúcar na safra 2024/25

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Desempenho financeiro robusto

A Cerradinho Bioenergia encerrou a safra 2024/2025 com EBITDA consolidado de R$ 1,134 bilhão, salto de 87,8 % sobre o ciclo anterior. A alavancagem (dívida líquida/EBITDA) caiu de 2,76 x para 2,01 x. Já o lucro líquido avançou 387,7 %, alcançando R$ 196,5 milhões.

Produção de etanol bate recorde

A companhia produziu 994 mil m³ de etanol, alta de 19,3 %. O etanol anidro foi o destaque, com aumento de 29 % em relação à safra passada, impulsionando a receita em um cenário de preços líquidos mais favoráveis.

Estreia bem‑sucedida no açúcar VHP

Pela primeira vez, a CerradinhoBio processou 141 mil toneladas de açúcar VHP. A nova frente de negócios amplia a diversificação de receitas e dá mais flexibilidade comercial à empresa.

Custos menores reforçam margens

A redução expressiva do custo do milho, somada à diversificação de produtos, contribuiu para a melhoria das margens operacionais e financeiras.

  • Moagem: milho em alta, cana impactada pela seca
  • Milho: 1,460 milhão t moídas (+ 60,8 %), refletindo o início das operações em Maracaju (MS) e ganhos de performance em Chapadão do Céu (GO).
  • Cana‑de‑açúcar: 4,815 milhões t (‑ 6,2 %), queda atribuída à seca do ano passado.
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Coprodutos também crescem

A produção de DDG subiu 63,0 %, enquanto a de óleo avançou 79,9 %, resultado direto da maior moagem de milho e de ganhos de rendimento industrial.

Fôlego financeiro garantido

Para reforçar a liquidez, a empresa emitiu debêntures incentivadas com prazo de dez anos, fortalecendo o caixa e sustentando sua estratégia de expansão.

Palavra do CEO

“O ciclo foi marcado por expansão e diversificação. A entrada do açúcar cria uma nova fonte de receita e amplia a nossa flexibilidade de mercado. A moagem recorde de milho e os ganhos de produtividade industrial sustentaram o desempenho. Do lado financeiro, reduzimos a alavancagem e encerramos a safra ainda mais sólidos”, resume Renato Pretti, CEO da CerradinhoBio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aditivos energéticos ganham protagonismo e impulsionam competitividade da suinocultura brasileira

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A busca por maior eficiência produtiva e competitividade tem levado a suinocultura brasileira a intensificar o uso de aditivos energéticos nas formulações de ração. Em um cenário de genética avançada, alto desempenho zootécnico e margens cada vez mais apertadas, a energia passa a ser tratada como elemento estratégico dentro dos sistemas de produção.

Mais do que um componente básico da dieta, os aditivos energéticos vêm se consolidando como ferramenta importante para melhorar o aproveitamento nutricional, sustentar o desempenho dos animais e otimizar o retorno econômico da atividade.

Energia na dieta é base do desempenho dos suínos, afirma especialista

De acordo com o doutor em Nutrição e Produção Animal e zootecnista da Quimtia Brasil, Gabriel Villela Dessimoni, a energia é o principal combustível metabólico dos suínos e influencia diretamente todas as funções produtivas.

“A energia é o principal ‘combustível’ do suíno. Sem ela, nenhuma engrenagem biológica funciona adequadamente. O animal precisa de energia para manutenção, crescimento, deposição de carne, resposta imunológica e regulação térmica”, explica o especialista.

Aditivos energéticos ampliam eficiência da dieta e desempenho zootécnico

Os aditivos energéticos utilizados na suinocultura são formulações complexas compostas por diferentes ingredientes e aditivos zootécnicos, desenvolvidos para atuar em duas frentes principais: fornecer energia de rápida disponibilidade e aumentar a eficiência de aproveitamento energético da dieta.

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Na prática, essa tecnologia se reflete em ganhos produtivos como maior ganho de peso diário e melhora na conversão alimentar, indicadores essenciais para a rentabilidade da atividade.

Segundo Dessimoni, esses produtos podem apresentar diferentes origens e composições.

“Algumas formulações utilizam derivados de óleos vegetais, outras incluem ingredientes de alta densidade energética, como subprodutos da indústria de alimentos. Também é comum o uso de ácidos graxos, lecitinas e metabólitos naturais em diferentes combinações”, detalha.

Estratégias nutricionais variam conforme a fase produtiva

O uso de aditivos energéticos na suinocultura é ajustado de acordo com cada fase de produção, respeitando as exigências fisiológicas dos animais.

Na fase de creche, o foco está no suporte energético de leitões desmamados, que apresentam sistema digestivo imaturo e alta demanda metabólica. Já na lactação, a prioridade é atender a elevada exigência energética das matrizes, fundamentais para a produção de leite e manutenção da condição corporal.

Nas fases de crescimento e terminação, a estratégia busca sustentar o alto desempenho zootécnico, com foco em ganho de peso eficiente e melhor conversão alimentar até o abate.

Deficiência energética compromete desempenho e aumenta custos de produção

A falta de energia na dieta gera impactos diretos no desempenho dos animais e na rentabilidade do sistema produtivo. Segundo o especialista, os efeitos são perceptíveis tanto no desempenho zootécnico quanto nos custos da produção.

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No animal, a deficiência energética resulta em menor ganho de peso, pior conversão alimentar, redução da resposta imunológica e maior desuniformidade dos lotes.

Para o produtor, isso significa maior tempo até o abate, aumento no consumo total de ração, elevação do custo por animal e menor eficiência econômica por quilo produzido.

Impacto é ainda mais crítico em matrizes lactantes

Nas fêmeas em lactação, a deficiência de energia pode gerar consequências mais severas. Entre os principais efeitos estão a redução da produção de leite, comprometimento do desenvolvimento da leitegada, maior mobilização de reservas corporais e impacto negativo no desempenho reprodutivo futuro.

Eficiência energética melhora retorno econômico da produção

Apesar do aumento no custo de formulação, o uso correto de aditivos energéticos tende a gerar retorno econômico positivo, graças ao ganho de eficiência produtiva.

“Quando o aditivo energético melhora a conversão alimentar e o aproveitamento da dieta, o custo efetivo por quilo de carne produzida tende a cair”, afirma Dessimoni.

Com isso, a adoção dessa tecnologia reforça o papel da nutrição de precisão como ferramenta essencial para elevar a competitividade da suinocultura brasileira em um cenário de maior exigência produtiva e econômica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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