AGRONEGÓCIO

Ceres Agrobank Expande sua Presença pelo Brasil e Participa do 13º Congresso Andav

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A Ceres Agrobank, especializada em soluções financeiras para o agronegócio, está acelerando sua expansão em 2024 para atender à crescente demanda de crédito por parte de agroindústrias, distribuidores, fabricantes de insumos, cooperativas, confinamentos e empresas do setor agro. No último ano, a empresa aumentou sua equipe de gerentes comerciais em 30% e estabeleceu novas superintendências em regiões chave do agronegócio, incluindo São Paulo, estados do Sul e a nova fronteira agrícola de Matopiba. A previsão é alcançar um crescimento de 50% até 2025.

“Há uma demanda crescente por soluções financeiras personalizadas, que combinam inteligência de mercado, governança e desempenho. A Ceres Agrobank tem se destacado com produtos como antecipação de recebíveis, CRA e fundos exclusivos, além de conectar tomadores a investidores com eficiência e excelência”, afirma Lara Couto, Head de Performance da Ceres Investimentos, que engloba a Ceres Agrobank e outras empresas do setor financeiro.

Em 2024, o grupo atingiu mais de 6 bilhões de reais em créditos originados, um aumento de 50% em relação ao ano anterior, além de mais de 1,5 bilhão de reais em operações estruturadas e mais de 1 bilhão em fundos. O número de clientes cresceu de 100 para 150, e a empresa espera superar as emissões de CRAs e FIDCs de 2023, que totalizaram mais de 20.

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Como parte de sua estratégia de expansão, a Ceres Agrobank intensificou sua presença em eventos do setor e terá um estande no 13º Congresso Andav, o maior evento de distribuição no agronegócio, que ocorrerá de 6 a 8 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo. “Este congresso representa uma excelente oportunidade para firmar parcerias com clientes em crescimento e apresentar nossas soluções financeiras customizadas que atendem às necessidades específicas do setor”, destaca Lara Couto. A empresa também é uma das patrocinadoras do Congresso Andav.

Com sede em Uberaba/MG, a Ceres Agrobank já possui estrutura comercial em estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins, e planeja expandir para outras regiões em breve.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Senado aprova projeto de renegociação de dívidas rurais e amplia apoio financeiro aos produtores

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O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o Projeto de Lei nº 5.122/2023, que estabelece medidas para a renegociação das dívidas dos produtores rurais em todo o Brasil. A proposta, considerada estratégica para o agronegócio, cria instrumentos de apoio financeiro para agricultores e pecuaristas afetados pela combinação de juros elevados, queda das commodities, oscilações cambiais e adversidades climáticas.

O texto recebeu aval do Plenário após intensas negociações entre parlamentares e representantes do governo federal. Apesar das discussões com o Ministério da Fazenda, não houve consenso sobre a matéria. Agora, o projeto retorna à Câmara dos Deputados para nova análise.

Setor agropecuário enfrenta cenário de pressão financeira

Durante a votação, lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) destacaram que o agronegócio atravessa um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos. Entre os fatores apontados estão a redução dos preços internacionais das commodities agrícolas, o aumento do custo do crédito rural, a valorização do real frente ao dólar em relação ao período de plantio e os impactos climáticos registrados em diversas regiões produtoras.

Segundo parlamentares da bancada ruralista, a medida é necessária para evitar um agravamento da inadimplência no campo e garantir condições para que os produtores mantenham a capacidade de investimento e produção nas próximas safras.

Nova linha de crédito terá recursos de fundos constitucionais e do Fundo Social

Entre os principais pontos do projeto está a criação de uma linha especial de financiamento destinada à renegociação de débitos rurais. Os recursos poderão ser provenientes do Fundo Social e dos fundos constitucionais de financiamento, especialmente para atender produtores das regiões Norte e Nordeste.

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O texto aprovado prevê que a utilização desses recursos seja autorizativa, sem estabelecer um limite financeiro específico para sua aplicação.

Condições favorecem recuperação financeira dos produtores

As regras definidas para a nova linha especial de crédito oferecem condições diferenciadas para os beneficiários:

  • Taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano, conforme o porte do produtor;
  • Limite de financiamento de até R$ 10 milhões por produtor rural;
  • Limite de até R$ 50 milhões para cooperativas e associações;
  • Prazo de pagamento de até 10 anos;
  • Carência de três anos para início da amortização;
  • Possibilidade de extensão do prazo total para até 15 anos em situações específicas.

A expectativa dos defensores da proposta é que as condições oferecidas permitam a reorganização financeira de milhares de produtores que enfrentam dificuldades para honrar compromissos junto às instituições financeiras.

Relatório amplia alcance da medida até 2026

O texto final incorporou alterações que ampliam o alcance da renegociação. Entre elas está a inclusão de operações de crédito rural que tenham sido renegociadas ou prorrogadas até 30 de abril de 2026, desde que estivessem adimplentes no momento da contratação.

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A mudança busca contemplar um número maior de produtores que tiveram suas operações afetadas por fatores externos ao longo dos últimos ciclos agrícolas.

Educação e saúde ficam preservadas

Uma das preocupações levantadas durante as negociações envolvia o possível impacto da utilização dos recursos do Fundo Social sobre áreas prioritárias do orçamento público.

Para evitar esse efeito, o relatório reforçou dispositivos que garantem a preservação dos recursos destinados à educação e à saúde, mantendo a destinação constitucional dessas áreas.

Agronegócio reforça importância econômica da medida

Parlamentares favoráveis ao projeto argumentam que a renegociação das dívidas rurais representa um investimento na sustentabilidade econômica do setor agropecuário brasileiro.

O agronegócio segue como um dos principais motores da economia nacional, respondendo por parcela significativa das exportações, da geração de empregos e da formação do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo representantes da FPA, a recuperação financeira dos produtores é considerada essencial para assegurar a continuidade da produção, a oferta de alimentos e a competitividade do Brasil nos mercados internacionais.

Com a aprovação no Senado, o setor agora acompanha a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados, onde a expectativa é de que a matéria avance rapidamente diante da urgência apontada pelas lideranças do agro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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