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Cenário Atual do Café: Oferta Limitada de Robusta Impulsiona Preços

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Os preços do café robusta mantêm-se robustos em várias regiões devido à percepção de uma oferta mais restrita. O mercado do café arábica também se beneficia dessa tendência, acompanhando o robusta e aproveitando as mudanças logísticas no Mar Vermelho.

Demandas e Preços em Destaque

A demanda global por café robusta, aliada à redução da oferta na Ásia devido ao clima adverso do El Niño, contribuiu para a sustentação dos preços em fevereiro. No Brasil e Vietnã, os preços médios em dólares aumentaram significativamente. No entanto, os preços do primeiro contrato em Londres permaneceram praticamente inalterados. Além da oferta limitada de robusta, o encarecimento do frete dos cafés asiáticos para a Europa, devido ao conflito no Mar Vermelho, também está impactando positivamente os preços.

Com a demanda global ativa pelo robusta brasileiro, as exportações continuam fortes, especialmente diante da competitividade em relação ao Vietnã. Os preços do arábica também acompanharam a alta do robusta em fevereiro. No Brasil, o preço médio da saca de arábica encerrou o mês acima de R$ 1.000, conforme indicador CEPEA. Apesar do aumento, o conilon apresentou uma elevação mais acentuada, reduzindo ainda mais o ágio do arábica para o conilon.

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Perspectivas Futuras e Dicas para Produtores

Apesar das estimativas variáveis para a safra brasileira de 2024, espera-se um crescimento em relação ao ano anterior. As projeções indicam uma produção de 69,4 milhões de sacas, com a produção de arábica e conilon renovando o recorde de 2022.

Com a oferta elevada de robusta sobre o arábica, a principal incógnita é quando essa oferta se normalizará. Apesar da perspectiva de melhora, é crucial que os produtores estejam atentos aos desdobramentos do mercado, especialmente com a transição para La Niña favorecendo as chuvas na Ásia.

Destacamos também a boa relação de troca entre café e fertilizantes, apresentando oportunidade para os produtores garantirem os insumos para o próximo ano, considerando preços abaixo das mínimas dos últimos cinco anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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