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Cemig Agro Registra Queda de 30% nas Reclamações de Clientes Rurais

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Em apenas quatro meses de operação, o programa Cemig Agro já apresenta resultados significativos no relacionamento com clientes rurais em Minas Gerais. Entre junho e setembro de 2024, as reclamações de consumidores do setor registradas na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) diminuíram cerca de 30% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Na ouvidoria da Cemig, a redução das queixas entre os clientes do programa foi de 10,2%.

Entre as principais iniciativas do Cemig Agro, destaca-se a criação de canais diretos de atendimento e o fortalecimento da relação com sindicatos e associações rurais. O programa tem avançado em diversas frentes, visando a melhoria da qualidade do fornecimento de energia para os produtores do estado.

O canal exclusivo do Cemig Agro (0800-721-6600) já contabilizou aproximadamente 18 mil atendimentos desde seu lançamento. Além disso, os gestores e agentes de relacionamento da empresa realizaram mais de 270 encontros com entidades rurais e seus associados para apresentar o projeto e acolher demandas em toda a área de concessão da companhia.

“Com as primeiras ações, o programa promoveu uma maior aproximação entre a empresa e os produtores rurais, bem como com organizações de classe. Estamos compreendendo melhor as demandas dos clientes, ao mesmo tempo em que mostramos os desafios que precisamos superar para garantir energia de qualidade em uma área do tamanho da França. Essa troca de informações está nos permitindo atuar de maneira mais eficiente, melhorando tanto a qualidade do serviço quanto a satisfação dos clientes”, afirma Ciceli Martins, gerente do Cemig Agro.

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Um dos encontros ocorreu em Paracatu, no Noroeste de Minas. Rowena Petrol, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais da cidade, destacou a importância dessa iniciativa. “Os produtores rurais receberam com entusiasmo a criação do Cemig Agro. Durante décadas, não tivemos a quem recorrer frente aos problemas enfrentados. Essa aproximação é extremamente positiva”, declarou.

Além do aprimoramento no relacionamento, o Cemig Agro está avançando em outras áreas essenciais para a melhoria do fornecimento de energia. A companhia instalou mais de 2.500 religadores automáticos e promoveu a limpeza de faixas em 33 mil quilômetros de redes de distribuição. A empresa também convocou 228 novos eletricistas, que em breve irão reforçar as equipes de atendimento no campo.

“Com as manutenções preventivas, esperamos reduzir o número de interrupções causadas por quedas de árvores na rede. Quando ocorrer um incidente desse tipo, os religadores automáticos auxiliam na restauração da energia sem a necessidade de deslocamento de uma equipe, o que reduz o tempo de retorno do fornecimento. Assim, buscamos diminuir tanto a frequência quanto a duração das interrupções, melhorando o serviço prestado aos produtores rurais”, ressalta Marney Antunes, vice-presidente de Distribuição da Cemig.

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O programa Minas Trifásico também avança em ritmo acelerado, com a previsão de implementação de 30 mil quilômetros de redes trifásicas até 2028. Desde 2022, já foram instalados 6.450 quilômetros de redes, com um investimento de R$ 1,4 bilhão.

Outro programa que traz benefícios para toda a população mineira é o Mais Energia, que prevê a construção de 200 novas subestações, aumentando em cerca de 50% o número total desse tipo de estrutura na área de concessão da empresa até 2028. Mais de 100 novos equipamentos já foram entregues, sendo 34 deles apenas em 2024.

Essas ações fazem parte do maior ciclo de investimentos da história da Companhia. Entre 2024 e 2028, estão previstos cerca de R$ 35,6 bilhões em investimentos em diversas áreas, sendo R$ 23 bilhões destinados ao setor de distribuição. Para melhorias que impactam o setor Agro, estão alocados R$ 11 bilhões, com R$ 2,4 bilhões previstos somente para 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Porto do Rio de Janeiro amplia capacidade e passa a receber navios New Panamax de até 366 metros

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O Porto do Rio de Janeiro alcançou um novo patamar operacional e passou a integrar o seleto grupo de portos brasileiros aptos a receber embarcações da classe New Panamax, consideradas entre as maiores da navegação comercial mundial. O avanço foi possível após a conclusão das obras de dragagem e modernização do canal de acesso, realizadas com investimentos do governo federal, por meio do Novo PAC, e da Autoridade Portuária PortosRio.

Ao todo, os investimentos somaram R$ 163 milhões, sendo R$ 98 milhões provenientes do Novo PAC e R$ 65 milhões aportados pela PortosRio. A iniciativa amplia a capacidade logística do terminal e fortalece a competitividade do Porto do Rio de Janeiro nas rotas internacionais de comércio.

Primeiro navio New Panamax já atracou no terminal

O novo cenário operacional já começou a gerar resultados práticos. Neste mês, o porto recebeu o porta-contêineres MSC Katrina, primeira embarcação da categoria New Panamax a atracar no terminal após a conclusão das obras.

O navio, de bandeira panamenha, possui 366 metros de comprimento, 48,4 metros de largura e capacidade para transportar 14.131 TEUs — unidade equivalente a contêineres de 20 pés. A embarcação chegou ao Rio de Janeiro após passagem pelo Porto de Suape (PE) e seguiu viagem rumo ao Porto de Santos (SP).

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A operação representa um marco para a infraestrutura portuária brasileira e amplia a inserção do porto fluminense nas principais rotas globais de transporte marítimo.

Dragagem ampliou profundidade e capacidade operacional

Para permitir a operação de embarcações de grande porte, o canal de acesso ao Porto do Rio de Janeiro passou por uma ampla intervenção estrutural. As obras incluíram dragagem, melhorias na sinalização náutica e adequações operacionais.

Com a modernização, a profundidade mínima do canal foi ampliada de 15 metros para 16,2 metros, possibilitando um calado operacional de 15,3 metros. A nova configuração permite a navegação segura de navios New Panamax, categoria utilizada em operações internacionais de grande escala.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, a ampliação representa um avanço estratégico para a logística nacional.

“O recebimento de navios de maior porte marca um novo momento para o Porto do Rio de Janeiro. A medida fortalece a competitividade do terminal, amplia sua presença nas rotas internacionais e evidencia a importância dos investimentos em infraestrutura portuária no Brasil”, afirmou.

Competitividade e eficiência logística ganham força

Além de ampliar a capacidade operacional, a modernização do porto traz impactos diretos para a eficiência logística e redução de custos no comércio exterior.

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Entre os principais benefícios apontados pelo setor estão:

  • Melhoria das condições de navegabilidade e segurança;
  • Redução de restrições operacionais;
  • Aumento da previsibilidade logística;
  • Maior eficiência no fluxo de cargas;
  • Possibilidade de receber embarcações de maior capacidade;
  • Fortalecimento da competitividade brasileira no comércio internacional.

A expectativa é que o novo cenário contribua para ampliar a movimentação de cargas, atrair novas rotas marítimas e aumentar a relevância estratégica do Porto do Rio de Janeiro no sistema portuário nacional.

Grupo seleto de portos brasileiros

Com a conclusão das obras, o Porto do Rio de Janeiro passa a integrar o grupo restrito de terminais brasileiros capazes de receber navios de até 366 metros de comprimento.

Atualmente, apenas os portos de Santos (SP), Salvador (BA), Itaguaí (RJ), Paranaguá (PR) e Pecém (CE) possuem estrutura operacional semelhante para atender embarcações da categoria New Panamax.

O avanço reforça a importância dos investimentos em infraestrutura logística para ampliar a competitividade do agronegócio, da indústria e das exportações brasileiras no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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