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Cata-treco atende 23 bairros de Cuiabá nesta semana; veja o cronograma

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), dá continuidade à operação Cata-treco com atendimento programado para 23 bairros da capital entre os dias 4 e 9 de agosto. A ação tem como objetivo facilitar o descarte correto de móveis e materiais inservíveis que não são recolhidos pela coleta convencional, como sofás, camas, colchões, geladeiras, armários e mesas.

O serviço é totalmente gratuito e visa eliminar pontos de descarte irregular, contribuindo para a limpeza urbana e para a prevenção de focos de doenças, como a dengue.

Confira o cronograma de atendimento:

– Segunda-feira (4/08): Parque Humaitá, Altos do Parque I, Altos do Parque II e Real Parque

– Terça-feira (5/08): Aráes, Capão do Gama, Jardim Ubatã, Wantuil de Freitas e Residencial Pádova

– Quarta-feira (6/08): Areão, Guaiacurus, Sol Nascente e Parque Eldorado

– Quinta-feira (7/08): Getúlio Vargas, Jardim Presidente I, Jardim Presidente II, Parque São José e Residencial Coxipó

– Sexta-feira (8/08): Residencial Santa Terezinha, Altos do Coxipó e Residencial Esplanada

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– Sábado (9/08): Residencial Flor do Cerrado, Residencial Lagoa Azul e Residencial Nilce Paes Barreto

Para garantir o recolhimento dos itens, os moradores devem deixar os objetos em frente às residências até as 7h da manhã do dia programado, organizados de forma visível e acessível.

Segundo a Limpurb, cerca de 20 trabalhadores estão envolvidos diariamente na operação, que inicia às 7h e segue até a conclusão dos trabalhos em cada bairro.

A Limpurb reforça que não serão recolhidos materiais como restos de poda de árvores, entulho de construção civil, pilhas, baterias, pneus, vidros, latas de tinta e madeira. Esses resíduos devem ser encaminhados aos ecopontos ou aos locais apropriados para descarte.

A população pode acompanhar o cronograma semanal de atendimento do Cata-treco por meio dos canais oficiais da Prefeitura de Cuiabá.

#PraCegoVer

A imagem mostra os caminhões da Limpurb realizando a retirada de móveis inservíveis através do programa cata-treco na avenida Contorno Leste.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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