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“Carreta de Natal” atende Distrito da Guia neste sábado

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A Prefeitura de Cuiabá em parceria com o Sicredi realiza neste sábado (20), a partir das 18h, a terceira edição da “Carreta de Natal”, no Centro de Eventos e Espaço Cultural do Distrito de Nossa Senhora da Guia, levando a magia do Natal a diferentes regiões da cidade, com atenção especial aos bairros mais distantes do centro.

O prefeito Abilio Brunini e a primeira-dama e vereadora Samantha Iris convidam as famílias a aproveitarem as atrações e celebrarem o espírito natalino.

A iniciativa viabilizada pelo Núcleo da Primeira-Dama já percorreu a Praça Ana Martinha da Silva, no bairro Pedra 90, e a Praça Cultural do CPA 2, com ampla participação da população. As ações contaram com brindes, picolés, pipoca, animadores e diversas brincadeiras, garantindo diversão para crianças e famílias.

Outras ações gratuitas realizadas ao longo da semana incluíram o “Natal no Parque” e o “Natal do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos”, promovidas com apoio da zeladoria do Parque Tia Nair. As atividades reuniram crianças, famílias e visitantes em momentos de alegria, diversão, solidariedade e inclusão. O público poderá visitar a decoração natalina no parque até o dia 25 de dezembro, das 5h às 22h.

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Na última quarta-feira (17), no Ginásio Verdinho, mais de 56 meninas do Programa Siminina encerraram o ano de 2025 com uma belíssima apresentação natalina. A Cantata de Natal reuniu famílias, educadores e moradores do bairro em um momento marcado por música, cores e emoção, reforçando o papel do projeto na formação cultural e cidadã das participantes.

Sugestão de pauta

Pauta: 3ª edição da “Carreta de Natal”

Data: sábado (20)

Horário: 18h

Local: Centro de Eventos e Espaço Cultural do Distrito de Nossa Senhora da Guia, localizado ao lado da Escola Estadual Filogônio Correa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Brasil confirma dumping no leite importado, mas tarifa não sai do papel

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O governo brasileiro confirmou que empresas da Argentina e do Uruguai venderam leite em pó ao País em condições desleais, mas manteve suspensas as tarifas criadas para proteger o produtor nacional. A decisão mantém o produto estrangeiro entrando sem a cobrança adicional enquanto são avaliados os efeitos da medida sobre a indústria e os consumidores.

A investigação do Departamento de Defesa Comercial (Decom), ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), encontrou dumping e prejuízo à produção brasileira. A prática ocorre quando uma empresa exporta um produto por valor artificialmente baixo, prejudicando os concorrentes no mercado comprador.

Em junho, o Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) aprovou tarifas diferentes para cada exportador, com vigência prevista até 8 de junho de 2031. Dependendo da empresa, a cobrança poderia superar 100% do preço médio do leite em pó importado.

A própria resolução, porém, suspendeu imediatamente a aplicação das tarifas por razões de interesse público. Com isso, o dumping foi reconhecido, mas o leite argentino e uruguaio continua entrando no Brasil sem a medida de defesa comercial.

No fim de julho, o governo abriu uma avaliação para calcular os possíveis efeitos da cobrança sobre produção, distribuição, comércio e consumo. Não há prazo definido para que o Gecex tome uma decisão final.

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A suspensão provocou reação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades da cadeia leiteira. O setor argumenta que o produto importado reduz o preço pago ao pecuarista e atinge principalmente pequenas e médias propriedades, com menor capacidade para suportar períodos prolongados de baixa remuneração.

“Não adianta reconhecer que há mais de 60% de dumping nesse leite em pó que entra no Brasil e não aplicar as tarifas”, afirmou o presidente da FPA, Pedro Lupion. Segundo ele, a concorrência está retirando produtores da atividade e afetando a economia de pequenos municípios.

A pressão das importações aumentou neste ano. Dados apresentados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostram que o País importou o equivalente a 1,02 bilhão de litros de leite em produtos lácteos entre janeiro e maio, recorde para o período e crescimento de 10,5% em relação a 2025.

O leite em pó respondeu pelo equivalente a 754 milhões de litros. Argentina e Uruguai forneceram 653 milhões, ou 86% desse volume. Como o produto é reidratado e utilizado por indústrias de alimentos, sua entrada influencia a demanda pelo leite cru produzido no Brasil.

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A CNA sustenta que a tarifa não provocaria aumento relevante no custo da alimentação porque atingiria apenas o leite em pó não fracionado, vendido em embalagens superiores a 800 gramas e utilizado principalmente como insumo industrial. Leite em pó embalado para o consumidor, leite longa vida e queijos não estão incluídos na medida.

O processo foi aberto em dezembro de 2024, após pedido da CNA. A investigação concluiu que houve dumping, dano à cadeia produtiva brasileira e relação entre as importações e o prejuízo interno.

Agora, a disputa está concentrada na aplicação das tarifas. Para o produtor, o reconhecimento da prática tem pouco efeito enquanto a cobrança permanecer suspensa. A proteção somente chegará ao mercado se o Gecex concluir que o benefício para a pecuária leiteira supera eventuais impactos sobre a indústria e os preços ao consumidor.

Fonte: Pensar Agro

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