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Mercados de Ações na China e Hong Kong encerram a semana em alta impulsionados por setor de IA

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As bolsas de valores da China e de Hong Kong registraram alta nesta sexta-feira, acumulando ganhos durante a semana, impulsionadas pelo desempenho positivo das ações de Inteligência Artificial (IA). O crescimento foi particularmente notável após o sucesso da startup local DeepSeek, que elevou a confiança dos investidores.

Ao final do pregão, o índice de Xangai subiu 1,01%, enquanto o CSI300, que reúne as principais empresas de Xangai e Shenzhen, avançou 1,3%. Já o índice Hang Seng, de Hong Kong, teve um aumento de 1,16%.

O índice Hang Seng obteve uma valorização acumulada de 4,5% durante a semana, marcando o melhor desempenho nos últimos quatro meses. O CSI300 também teve um bom resultado, com alta de 2,0% no mesmo período.

Analistas do HSBC destacaram que o sucesso do DeepSeek atuou como um “catalisador de reavaliação” no mercado, confirmando a capacidade contínua da China de inovar e atrair a atenção global. O índice de IA do CSI subiu 2,5%, elevando seus ganhos semanais para mais de 8%. Além disso, as principais empresas de tecnologia listadas em Hong Kong avançaram 1,8%.

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Em outros mercados asiáticos, os índices apresentaram variações diversas. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 0,72%, fechando a 38.787 pontos. Em Seul, o KOSPI registrou uma desvalorização de 0,58%, a 2.521 pontos, enquanto em Taiwan, o índice TAIEX subiu 0,69%, para 23.478 pontos. Já em Cingapura, o índice Straits Times teve valorização de 0,81%, fechando a 3.861 pontos. Por fim, em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,11%, a 8.511 pontos.

O bom desempenho da China e de Hong Kong, impulsionado por inovações no setor de IA, segue sendo um fator chave nas movimentações das bolsas asiáticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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