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Carregadores frontais da Marispan trazem inovação e versatilidade para o campo

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A Marispan, conhecida por oferecer soluções para pequenos produtores, lança uma nova geração de carregadores frontais durante a Agrishow 2024, em Ribeirão Preto (SP). As versões 400 e 600 da linha PHD combinam eficiência e versatilidade, atendendo às necessidades de produtividade no campo com recursos inovadores e design moderno.

O novo carregador frontal PHD tem como destaque seu design de chapa plana, uma mudança significativa em relação ao estilo clássico. Esse novo formato confere maior robustez e durabilidade ao equipamento, tornando-o mais resistente para suportar condições adversas. Além disso, a Marispan introduziu uma tecnologia de acoplamento e desacoplamento facilitada, simplificando o processo para os produtores rurais. Segundo José Paulo Fernandes Júnior, especialista em Comunicação da Marispan, a versão anterior exigia um sistema de pinos para conectar o carregador, enquanto a nova versão é mais intuitiva e rápida, proporcionando mais versatilidade e agilidade nas operações diárias.

A linha PHD agora conta com um opcional de joystick com função flutuante, substituindo as tradicionais duas alavancas usadas para manusear o carregador. Isso torna o equipamento mais fácil de operar, proporcionando maior conforto e eficiência, independente do operador ser homem ou mulher.

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Os modelos PHD 400 e PHD 600 foram projetados para tratores de 50 a 90CV, podendo ser adaptados em tratores agrícolas e compactos. O PHD 400 é ideal para tratores compactos, com capacidade de carga de até 800kg e altura máxima de elevação de 2,8 metros. Já o PHD 600 é mais adequado para tratores agrícolas, com capacidade de carga de 1.000kg e altura máxima de elevação de 3,0 metros. Com essas capacidades, os carregadores frontais da Marispan são ideais para uma ampla gama de atividades rurais, como operações de concha, plaina e guincho frontal, além de outras tarefas do dia a dia no campo.

A Marispan oferece uma ampla seleção de acessórios para a linha PHD, incluindo conchas dianteiras, guincho frontal, paleteira, pegador de madeira, manipulador de fardos e garfos de silagem, permitindo que o equipamento seja adaptado para diferentes operações. Além disso, os acessórios das versões anteriores são compatíveis com as novas máquinas, pois o sistema de engate frontal não foi modificado.

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Durante a Agrishow, a Marispan vai oferecer um estande interativo, com design centralizado para facilitar a circulação dos visitantes. No local, será possível ver em ação o carregador frontal M 85, além de contar com uma área de demonstração. A empresa também preparou uma sala de treinamento para revendas parceiras, onde serão fornecidas explicações técnicas sobre seu portfólio, e um painel instagramável, onde os visitantes podem tirar fotos e ganhar brindes ao marcar a Marispan nas redes sociais.

Para as crianças que acompanharem seus pais ou responsáveis ao evento, a Marispan preparou um “mini trator” especialmente para a Agrishow, criando uma experiência divertida para os pequenos e fortalecendo a conexão com a marca.

“Estamos comprometidos em ajudar o setor agrícola a prosperar, oferecendo tecnologia que atenda às demandas de nossos clientes para que sejam cada vez mais produtivos e sustentáveis”, destaca José Paulo Fernandes Júnior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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