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Carne de búfalo ganha espaço em Porto Alegre com novo ponto de venda

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Desde sábado, 20 de setembro, consumidores de Porto Alegre (RS) têm mais uma opção para adquirir carne de búfalo. A Baby Buf Premium inaugurou seu primeiro ponto de venda na capital, localizado na Casa de Carnes Bela Vista, na avenida Mariland, bairro Auxiliadora.

Qualidade e sabor da carne de búfalo

O proprietário da Baby Buf Premium, Rogério Gonçalves, destaca a procedência e os diferenciais do produto:

“Trata-se de carne proveniente de búfalos jovens e de excelente qualidade. Uma proteína extremamente saudável, produzida na Estância Guará, em Rosário do Sul.”

Segundo a Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu), a carne de búfalo apresenta benefícios nutricionais em comparação com a carne bovina:

  • 55% menos calorias
  • 40% menos colesterol
  • 11% mais proteínas
  • 12 vezes menos gordura
  • 10% mais minerais
Ampliação do acesso à proteína saudável

A presidente da Ascribu, Desireé Moller, ressalta que a iniciativa amplia o acesso do público à carne de búfalo:

“Mais um criador de búfalos está verticalizando sua produção. Rogério Gonçalves possui uma das melhores terminações de novilhos do Rio Grande do Sul e agora entra no mercado de carnes, oferecendo cortes, hambúrgueres e linguiças de alta qualidade.”

O movimento reforça a tendência de crescimento da carne de búfalo no estado, valorizando suas características de suculência, maciez e baixo colesterol, e fortalecendo o setor produtivo regional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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