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Capal fortalece relacionamento com apicultores na 1ª Expomel em Arapoti

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A Capal Cooperativa Agroindustrial marcou presença na 1ª edição da Expomel, realizada na última semana em Arapoti/PR, com um estande da Loja Agropecuária. O evento, promovido pela Prefeitura Municipal em parceria com a Associação de Apicultores Campos Floridos (AAPICAF) e o IDR-Paraná, reuniu produtores, estudantes e a comunidade em torno de palestras técnicas, atrações culturais e atividades voltadas ao fortalecimento da apicultura regional.

Para a Capal, a participação reforçou a aproximação com um setor em expansão. “A Capal reconhece o potencial da apicultura na região e busca apoiar os produtores com soluções, informação e parceria. O evento é essencial para estreitar o relacionamento com os apicultores, permitindo ouvir suas necessidades e fortalecer a confiança”, destaca José Fernando Michalowski, coordenador das Lojas Agropecuárias da cooperativa.

Exposição de produtos e atendimento personalizado

No estande, a cooperativa apresentou ferramentas e produtos utilizados no dia a dia dos apicultores, voltados à manutenção dos apiários e das propriedades rurais. Além da exposição, o destaque foi o atendimento personalizado e a escuta ativa.

“Levamos materiais essenciais para a rotina do campo, mas o ponto central foi o diálogo, reforçando o relacionamento e abrindo espaço para novas demandas”, acrescenta Michalowski.

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A recepção dos visitantes comprovou a relevância da iniciativa, evidenciando o potencial de crescimento do setor e a importância de fortalecer o vínculo com os apicultores. “A participação na Expomel mostrou que há espaço para ampliar nossa atuação junto aos produtores. Saímos do evento com excelentes perspectivas para acompanhar e apoiar o desenvolvimento desse segmento nos próximos anos”, afirma o coordenador.

Nova Loja Agropecuária trará estrutura moderna em Arapoti

A participação da Capal na Expomel coincide com os novos projetos da cooperativa no município, incluindo a construção de uma nova Loja Agropecuária.

Com área total superior a 3,7 mil m², o espaço contará com estrutura moderna, maior mix de produtos e soluções sustentáveis, como energia solar, sistema de refrigeração de alta eficiência e reaproveitamento de água pluvial. A loja será um ponto de atendimento mais completo para cooperados, produtores rurais e comunidade local, com inauguração prevista para o início de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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