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Capacitação em Planejamento e Gestão Empresarial Impulsiona Produtores Rurais em Galvão

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A capacitação em planejamento e gestão empresarial visa otimizar as atividades dos produtores rurais em Galvão, através do programa Negócio Certo Rural. Esta iniciativa, desenvolvida pela Administração Municipal em parceria com o Sebrae/SC e apoiada pela Sala do Empreendedor e cooperativas de crédito do município, tem como objetivo fornecer conhecimentos essenciais para que os participantes aprimorem a administração de seus negócios. Na última turma, nove produtores adquiriram ferramentas fundamentais para gerenciar suas atividades de forma mais eficiente.

Gabriela da Costa Heming, gestora regional do Programa Cidade Empreendedora no oeste de Santa Catarina, explica como o Negócio Certo Rural beneficia os empreendedores. “O curso é composto por cinco módulos e oferece recursos que permitem aos produtores otimizar seus negócios atuais ou iniciar novos empreendimentos. Os participantes aprendem a analisar a viabilidade de suas ideias, elaborar planos de negócios e desenvolver as habilidades necessárias para alcançar o sucesso no campo”, destaca.

O programa é conduzido por um facilitador e consiste em cinco encontros, cada um com duração de 8 horas, realizados com intervalos aproximados de uma semana. O conteúdo abordado inclui conceitos teóricos, dicas práticas, exemplos e atividades que permitem aos produtores relacionar o aprendizado com a prática diária, melhorando a gestão de suas propriedades. Além disso, o curso oferece duas horas de consultoria em sala de aula e quatro horas de orientação na propriedade rural, onde os participantes podem aplicar os conhecimentos adquiridos.

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O agrônomo e produtor rural Anderson Lucas Giacomin expressou seu agradecimento pela oportunidade de participar do Negócio Certo Rural. “O curso foi fundamental para nos ajudar a enxergar o potencial de nossos negócios. Muitas vezes, temos ideias, mas faltam estrutura e conhecimento para transformá-las em realidade. O facilitador nos orientou a realizar um diagnóstico completo da propriedade, analisar a viabilidade econômica de diferentes projetos e elaborar planos de negócios eficazes. Essa troca de experiências com um profissional capacitado foi inspiradora e nos motivou a explorar novas possibilidades”, enfatizou.

Anderson destacou que a análise de viabilidade econômica foi um dos aspectos que mais o auxiliou em sua propriedade. “Aprendemos a utilizar ferramentas simples, como planilhas e tabelas, para calcular custos e projetar receitas. Essa prática nos permite tomar decisões mais assertivas e evitar riscos desnecessários. Acredito que essa iniciativa é essencial para os jovens que desejam permanecer no campo. Ao aprendermos a gerenciar nossos negócios de forma profissional, conseguimos conciliar a paixão pela agricultura com a busca por resultados financeiros satisfatórios. Recomendo fortemente a participação a outros produtores rurais, pois oferece as ferramentas necessárias para impulsionar o desenvolvimento de nossos negócios”, concluiu.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho hoje: mercado brasileiro opera com cautela, clima pressiona safrinha e preços oscilam

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O mercado brasileiro de milho mantém um ambiente de cautela nesta terça-feira, refletindo a combinação de incertezas climáticas, oscilações no cenário internacional e dúvidas sobre o tamanho da oferta interna. As atenções seguem voltadas ao desenvolvimento da safrinha, especialmente diante da irregularidade das chuvas em importantes regiões produtoras.

A possibilidade de perdas na segunda safra, com destaque para o estado de Goiás, segue no radar dos agentes. A falta de precipitações pode comprometer o potencial produtivo, sustentando a apreensão entre produtores. Ainda assim, parte do mercado avalia que os preços têm sido mais influenciados pelo ritmo das exportações do que propriamente pelas perdas no campo.

Clima e safrinha limitam negócios no mercado físico

O mercado iniciou a semana dividido entre o avanço da colheita da primeira safra e o risco climático sobre a segunda safra. Esse cenário tem reduzido a liquidez, com compradores adotando postura cautelosa.

Estimativas privadas apontam cenários distintos. Algumas consultorias elevaram a produção da safra de verão em cerca de 4%, projetando 28,6 milhões de toneladas. Por outro lado, há projeções de perdas na safrinha entre 10% e 15% em estados como Goiás, caso o regime de chuvas não se normalize nos próximos dias.

Preços do milho no Brasil seguem regionalizados

As cotações continuam variando conforme a região, refletindo oferta, demanda e logística:

  • Porto de Santos (SP): R$ 66,50 a R$ 69,00 por saca (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 65,50 a R$ 69,00 por saca
  • Cascavel (PR): R$ 61,00 a R$ 62,50
  • Mogiana (SP): R$ 63,00 a R$ 65,00
  • Campinas (SP, CIF): R$ 68,00 a R$ 70,00
  • Erechim (RS): R$ 66,50 a R$ 68,00
  • Uberlândia (MG): R$ 55,00 a R$ 58,00
  • Rio Verde (GO, CIF): R$ 56,00 a R$ 58,00
  • Rondonópolis (MT): R$ 48,00 a R$ 52,00
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No Sul do país, o mercado segue com baixa liquidez. No Rio Grande do Sul, a colheita já alcança cerca de 94% da área, enquanto em Santa Catarina está praticamente concluída, com 99%. Ainda assim, o descompasso entre pedidas e ofertas limita o fechamento de novos negócios.

B3 reflete incertezas sobre oferta e demanda

Na B3, os contratos futuros de milho registraram variações mistas, refletindo a divisão do mercado quanto às perspectivas de oferta:

  • Maio/2026: R$ 67,53 (queda de R$ 0,42 no dia e de R$ 1,39 na semana)
  • Julho/2026: R$ 69,79 (alta de R$ 0,13 no dia e de R$ 0,12 na semana)
  • Setembro/2026: R$ 71,23 (recuo de R$ 0,39 no dia e de R$ 0,79 na semana)

Os agentes acompanham tanto o impacto da seca na safrinha quanto o aumento da oferta da primeira safra, o que mantém o mercado técnico e volátil.

Chicago recua após atingir máxima anual

No cenário internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago operam em queda após atingirem máximas de um ano no início da sessão.

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O contrato com entrega em julho é cotado a US$ 4,83 1/4 por bushel, com recuo de 0,51%. O movimento é atribuído à realização de lucros, além da pressão exercida pela queda do petróleo em Nova York e pela valorização do dólar frente a outras moedas, fatores que reduzem a competitividade do milho norte-americano.

Câmbio e cenário externo no radar

O dólar comercial apresenta leve queda frente ao real, cotado a R$ 4,9477, com desvalorização de 0,38%. Já o Dollar Index avança para 98,52 pontos.

Nos mercados globais, as bolsas europeias operam de forma mista, enquanto as principais praças asiáticas não tiveram negociações devido a feriados. O petróleo WTI, por sua vez, recua para US$ 103,13 por barril.

Perspectivas para o mercado do milho

No curto prazo, o mercado deve seguir sensível a três fatores principais: as condições climáticas no Centro-Oeste, determinantes para a safrinha; o ritmo das exportações, que pode sustentar os preços; e o comportamento do câmbio e das cotações em Chicago.

Diante das incertezas, a tendência é de continuidade no ritmo lento de negociações, com movimentos pontuais e forte dependência de novas informações sobre produtividade e oferta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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