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Capacitação em manejo ambiental para produtores de leite promove sustentabilidade no agronegócio

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A Embrapa lançou um curso on-line gratuito, “Conceitos básicos em manejo ambiental da propriedade leiteira”, para capacitar produtores, agentes de assistência técnica, profissionais agropecuários e estudantes sobre práticas de manejo ambiental na produção de leite. Disponível na plataforma de ensino à distância e-Campo, o curso tem duração de oito horas e visa auxiliar na gestão de recursos naturais e resíduos relacionados à atividade leiteira.

A iniciativa, liderada pelo pesquisador Julio Palhares, da Embrapa Pecuária Sudeste, especialista em manejo ambiental, busca reduzir a defasagem de conhecimento nesse campo. Os módulos do curso abordam temas como manejo da água, tratamento de resíduos e seu uso como fertilizante, ajudando os participantes a melhorar a sustentabilidade da produção de leite. “Ainda há uma defasagem de conhecimento dos conceitos e práticas sobre manejo ambiental da atividade leiteira. O curso contribui para redução desta defasagem, possibilitando o aprendizado dinâmico e de forma aplicável à realidade”, afirma Palhares.

O curso também alinha-se aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), contribuindo para a Agenda 2030. A meta 2 visa promover práticas agropecuárias sustentáveis, enquanto a meta 12 trata do consumo e produção responsáveis, especialmente no uso eficiente dos recursos naturais. O treinamento oferece ferramentas para os produtores se adequarem às regulamentações ambientais e para garantir maior segurança ambiental em suas operações.

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Além do curso atual, a Embrapa pretende lançar mais duas capacitações em 2024, voltadas ao manejo da água e sistemas de tratamento de resíduos. Estas iniciativas buscam fortalecer a agricultura sustentável e garantir que os produtores tenham os conhecimentos necessários para uma produção de leite mais verde.

Informações do Curso

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de arroz cai no Brasil e acende alerta no setor

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O consumo de arroz no Brasil vem passando por transformações relevantes nas últimas décadas, refletindo mudanças no comportamento alimentar da população e nas exigências do consumidor moderno. Embora o grão continue presente na rotina dos brasileiros, ele perdeu espaço e protagonismo na dieta diária, o que preocupa o setor.

A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, ao analisar a queda no consumo per capita do alimento ao longo do tempo.

Consumo per capita de arroz registra queda significativa

De acordo com dados apresentados na análise, o consumo anual de arroz no país caiu de cerca de 45 quilos por pessoa para menos de 30 quilos ao longo de aproximadamente 40 anos.

Mais do que uma simples redução numérica, essa mudança indica uma transformação na percepção do consumidor em relação ao produto, que deixou de ocupar uma posição central na alimentação cotidiana.

Mudança no perfil do consumidor impacta demanda

O avanço de novos hábitos alimentares tem influenciado diretamente o consumo de arroz. Produtos que oferecem praticidade, apelo à saudabilidade e diferenciação ganharam espaço no mercado, atendendo a um consumidor mais exigente e informado.

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Nesse contexto, o arroz manteve, em grande parte, uma imagem tradicional, com menor adaptação às novas demandas. Essa falta de reposicionamento contribuiu para a perda de relevância frente a alimentos que dialogam melhor com as tendências atuais.

Arroz segue presente, mas perde protagonismo

Apesar da redução no consumo, o arroz continua sendo um item importante na mesa dos brasileiros. No entanto, sua participação já não é tão dominante quanto no passado.

Outros produtos passaram a ocupar espaço ao oferecer conveniência e inovação, atributos cada vez mais valorizados pelo consumidor contemporâneo.

Setor enfrenta desafio de reconquistar o consumidor

Diante desse cenário, a cadeia produtiva do arroz enfrenta o desafio de se aproximar mais do consumidor final. A discussão vai além do aumento da oferta e envolve a necessidade de revisar estratégias de comunicação, posicionamento e inovação.

A análise indica que reconquistar a preferência do consumidor será essencial para recuperar relevância no mercado.

Competitividade exige adaptação contínua

Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, o protagonismo de um produto não é garantido. Ele precisa ser construído continuamente, acompanhando as mudanças no comportamento alimentar e as novas exigências do mercado.

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Para o setor de arroz, o momento exige adaptação e reposicionamento estratégico, com foco em atender às expectativas de um consumidor mais atento à praticidade, à qualidade e à informação sobre o que consome.

A tendência observada reforça a necessidade de evolução do setor, que precisará investir em inovação e comunicação para manter o arroz competitivo e relevante no cenário alimentar brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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