AGRONEGÓCIO

Campo Grande como Pólo do Agronegócio: Inovação e Sustentabilidade na Produção Rural

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O agronegócio no Brasil tem nome e atende por Campo Grande. A capital do Mato Grosso desenvolveu o mercado em seu território e tornou-se uma grande referência em solo nacional.

Para entendermos a dimensão do setor pela cidade, em novembro de 2023, Campo Grande foi nomeada como a Capital do Agro, fato que foi muito comemorado por empresários, políticos e claro, os moradores do município.

Devido a esse momento tão importante da cultura local, Campo Grande aproveitou para potencializar seus negócios, deixar a economia aquecida e receber mais investimentos de fora e até mesmo de quem já convive na região.

A ideia do governo é que a cidade seja uma das principais do país e se torne não só uma parte importante nos números do faturamento, como da qualidade de vida aos moradores. Sendo assim, a tendência é que o mercado da habitação ganhe espaço nos debates locais.

Inovação

Nos últimos anos, o local tem se transformado em um ótimo ponto para receber investimentos das construtoras que pensam à frente do tempo. A ideia é apresentar ótimas fontes e recursos de moradia em que a inovação esteja presente na venda de casas em Campo Grande.

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Projetos não faltam. A proposta é que a sustentabilidade na produção rural esteja presente a todo instante e isso facilita na redução de custos, o que entregaria de outro lado a economia e investimento em outros setores.

Mercado Imobiliário

Consciente desse movimento de expansão, as principais empresas do setor miram o seu canhão para o lado imobiliário e querem atrair cada vez mais novos moradores ao município do Mato Grosso do Sul.

Uma das tendências dos próximos anos é a construção de prédios modernos, amplos e que juntem o lazer com a sustentabilidade. Sendo assim, os novos condomínios estão equipados de todas as formas para receber moradores e construir uma nova história mais focada em preservar o verde no país.

Além das torres que sempre chamam a atenção, Campo Grande também cede espaço em sua rede de terras para condomínios de casas. Por lá, os locais são mais amplos e permitem que residências modernas sejam levantadas com os mais diversos recursos e utilizem a tecnologia a seu favor. Mesmo que no primeiro momento o preço seja mais caro, no geral ele pode entregar mais conforto e vida útil com o passar dos anos.

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Valor do metro quadrado

Por conta de todo o projeto de expansão e investimento que a cidade atravessa, Campo Grande teve uma alta na valorização do seu metro quadrado. De acordo com o índice FipeZap, nos primeiros quatro meses de 2024, a alta ficou em 1,2%. Atualmente, o preço para quem deseja comprar uma casa ou apartamento na cidade sul-mato-grossense está em R$5.976.

O valor é interessante principalmente ao seu pensar no futuro, no que diz respeito ao retorno deste dinheiro. Sendo assim, a compra ou venda do imóvel certamente irá se valorizar com o passar dos anos e entregar uma boa taxa de retorno ao investidor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Projeto de R$ 20 bi da Ferrogrão ganha sinal verde para ligar Sinop a Miritituba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou um dos impasses mais arrastados da infraestrutura nacional ao declarar a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, norma que reduziu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da Ferrogrão (EF-170). Por um placar de 9 votos a 1, o veredito joga por terra o principal obstáculo jurídico que mantinha congelado o projeto de 933 quilômetros de trilhos, planejado para ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao porto fluvial de Miritituba, no Pará.

A decisão foi recebida pelo agronegócio como um marco regulatório essencial para atrair os R$ 20 bilhões em investimentos privados necessários para tirar a obra do papel. Sob a perspectiva macroeconômica, a Ferrogrão é vista como o eixo de ruptura da dependência crônica do modal rodoviário na BR-163, com potencial para reduzir em até 20% o custo do frete de commodities agrícolas, como soja e milho, ampliando a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atuou no processo, aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram atualmente cerca de 70% da produção nacional de grãos, mas os portos do Arco Norte escoam apenas 34% desse volume. A consolidação da ferrovia deve acelerar o redirecionamento desse fluxo, aliviando o gargalo logístico dos portos das regiões Sul e Sudeste, como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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O julgamento foi balizado pelo voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que rechaçou os argumentos de descumprimento de salvaguardas ambientais apresentados na ação original do PSOL. Moraes argumentou que o texto legal previu a devida compensação ecológica pela redução da unidade de conservação e destacou que o traçado ferroviário não intercepta terras indígenas homologadas, situando-se a quatro quilômetros da reserva mais próxima, a Terra Indígena Praia do Mangue.

O julgamento, que havia sido interrompido no ano passado, foi concluído com o voto do ministro Flávio Dino. Ao acompanhar o relator, Dino propôs condicionantes para a execução do projeto, determinando que qualquer alteração futura no perímetro da ferrovia não poderá afetar áreas indígenas em um raio de 250 quilômetros, além de defender que as comunidades tradicionais sejam ressarcidas ou tenham participação nos lucros caso sejam registrados impactos socioambientais imprevistos.

O único voto divergente foi do ministro Edson Fachin, que considerou inconstitucional a alteração de reservas ambientais por meio de Medida Provisória, rito utilizado na origem do projeto durante o governo de Michel Temer.

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Com o desfecho na Suprema Corte, o projeto da Ferrogrão sai da arena jurídica e ingressa na fase de viabilidade técnica. O Ministério dos Transportes informou que aguarda a conclusão da análise de modelagem de concessão e matriz de riscos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para estruturar o edital de leilão.

Lideranças do setor produtivo, como a Aprosoja Brasil, avaliam que a segurança jurídica conferida pelo STF deve acelerar o crivo da Corte de Contas, posicionando a ferrovia como um dos principais ativos de infraestrutura para captação de capital estrangeiro na América Latina nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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