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Campanhas Exclusivas Facilitam a Aquisição de Produtos com Condições Diferenciadas para Cooperados

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A CooperAliança, por meio de parcerias estratégicas, oferece aos seus cooperados condições vantajosas para a aquisição de ração, equipamentos e insumos essenciais, assegurando qualidade e preços acessíveis. O intuito é maximizar a rentabilidade das propriedades e agregar valor à produção entregue pelos pecuaristas associados.

Atualmente, está em vigor a Campanha de Sal Mineral, que se estenderá até o dia 25 de outubro. Em novembro, será lançada a Campanha de Sementes Forrageiras, e, em dezembro, a Campanha da Lona para Silagem de Milho.

Robson Ueno, gerente de Fomento da CooperAliança, destaca que a missão da cooperativa é sempre maximizar a rentabilidade de seus cooperados. Para isso, são adotadas três estratégias principais que contribuem diretamente para a melhoria dos resultados dos produtores. “A primeira estratégia é assegurar que o cooperado compre bem, adquirindo insumos de qualidade a preços competitivos. A segunda é auxiliá-lo na utilização eficiente desses insumos, aplicando técnicas que otimizem a produção em suas propriedades. Por fim, buscamos agregar valor ao produto final entregue”, afirma Ueno. Ele ressalta que a equipe de fomento da CooperAliança atua focada nessas três frentes, garantindo que os cooperados atinjam o máximo de eficiência e rentabilidade.

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A CooperAliança mantém parcerias sólidas com grandes fornecedores, como DSM Tortuga para sal mineral e Cooperativa Agrária para ração, além de colaborar com os melhores fornecedores de sêmen e medicamentos. Ueno explica que a união dos cooperados permite a negociação de maiores volumes, resultando em condições diferenciadas nas campanhas. “Embora negociemos insumos ao longo do ano, as campanhas possibilitam volumes maiores, culminando em preços ainda mais acessíveis”, acrescenta.

Sanidade do Rebanho

Além das vantagens na aquisição de insumos, a CooperAliança oferece suporte técnico contínuo, especialmente na área de sanidade do rebanho. Renan Guilherme Mota, técnico da cooperativa, enfatiza a relevância de um planejamento rigoroso para assegurar a saúde dos animais. “Utilizamos calendários específicos para vacas de cria, recria e terminação, ajustando os protocolos de vacinação e controle sanitário conforme a fase do animal e a estação do ano”, explica.

Com a aproximação do verão, o foco se volta para o controle de ectoparasitas, como carrapatos e moscas. “Esse cuidado é fundamental para garantir o bem-estar do rebanho e manter a produtividade”, observa Mota. O planejamento das vacinas é realizado conforme cada fase do ciclo produtivo. “Para vacas de cria, aplicamos protocolos que incluem vermífugos e vacinas reprodutivas no início da estação de monta, com reforços no período de desmame. Já para recria e terminação, utilizamos manejos específicos, como a vacinação na entrada do confinamento”, detalha.

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Logística Eficiente

A logística é outro diferencial da CooperAliança, assegurando a entrega pontual dos insumos. “Nosso objetivo é que o produtor receba os insumos no momento certo, evitando atrasos em manejos importantes, o que impacta diretamente na qualidade final do produto”, ressalta.

Resultados e Impactos

O conjunto de boas práticas adotadas pela CooperAliança — que abrange desde a qualidade dos insumos até o suporte técnico — tem um impacto direto na produção dos cooperados. A carne de excelência entregue ao mercado é reflexo dessa combinação de fatores. Mota alerta que, embora os produtos sanitários representem uma pequena fração dos custos de produção, eles têm grande influência na saúde animal. “O custo com sanidade gira em torno de 1,5% do custo total de produção de um boi, mas economizar nesses itens pode acarretar surtos de doenças que poderiam ser evitados com protocolos adequados”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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