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Campanha Nacional de Conscientização: Controle da Mosca-dos-Chifres em Bovinos

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A Vetoquinol, oitava maior indústria de saúde animal global, realiza de 9 a 16 de setembro uma campanha nacional para alertar os pecuaristas sobre os danos provocados pela mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) aos bovinos. Segundo Antônio Coutinho, gerente de marketing e serviços técnicos da Vetoquinol Saúde Animal, esse ectoparasita é extremamente prejudicial tanto para a produtividade quanto para a rentabilidade da pecuária de corte e leite. “As moscas-dos-chifres, ao se alimentarem do sangue dos animais, provocam estresse constante, o que compromete a produção”, explica Coutinho.

A campanha, chamada Semana Fiprotag 210, visa otimizar o controle da mosca-dos-chifres e promover a evolução da pecuária em todo o país. Durante a semana, revendas parceiras em diferentes estados realizarão eventos temáticos para conscientizar os pecuaristas sobre os riscos associados a essas moscas e a importância do manejo adequado para proteger a produção e a rentabilidade das fazendas.

Com a chegada das chuvas, a multiplicação das moscas-dos-chifres tende a aumentar, intensificando a infestação em bovinos não protegidos. Embora esses insetos prefiram animais adultos com pele escura, bovinos jovens e de pele clara também podem ser afetados.

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Felipe Pivoto, gerente de serviços técnicos de bovinos e equinos da Vetoquinol, destaca a importância da campanha. “O impacto econômico da mosca-dos-chifres no Brasil é significativo, atingindo cerca de US$ 3 bilhões por ano, conforme dados da Embrapa. É lamentável que, com a tecnologia disponível, ainda haja perda de produtividade devido a esse parasita”, afirma Pivoto.

Entre as soluções tecnológicas disponíveis, o Fiprotag® 210 se destaca como uma ferramenta eficaz. Este brinco mosquicida foi comprovado em estudos, como os realizados pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), demonstrando que as infestações foram eliminadas em 30 minutos após a aplicação, com proteção duradoura contra novas infestações por até 210 dias. “A aplicação do Fiprotag® 210 proporciona um ganho de aproximadamente 15 quilos a mais por animal durante o período de proteção, devido à sua longa ação combinada com fipronil e diazinon”, conclui Felipe Pivoto.

Após a Semana Fiprotag 210, a Vetoquinol continuará a promover o controle da mosca-dos-chifres com a Jornada Fiprotag® 210, um evento técnico que percorrerá o país para compartilhar informações valiosas sobre o manejo desse parasita.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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