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Calor e chuvas elevam infestações de carrapatos, diz especialista

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O aumento das temperaturas e a maior frequência de chuvas têm levado a um crescimento preocupante nas infestações de carrapatos, um dos mais temidos inimigos da pecuária brasileira. Essas pragas podem comprometer tanto a saúde dos animais quanto a rentabilidade do negócio. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estima que as perdas causadas pelos carrapatos ultrapassam US$ 3,2 bilhões anualmente.

“Uma infestação de carrapatos pode causar sérios problemas de saúde no gado, indo desde irritações na pele até doenças graves como a tristeza parasitária bovina. Isso, por sua vez, impacta a qualidade da carne e do leite, além de aumentar a disseminação de doenças entre os animais, gerando prejuízos consideráveis para os pecuaristas”, alerta o médico-veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos para Grandes Animais da Pearson Saúde Animal.

As condições ideais para o crescimento de carrapatos envolvem umidade e altas temperaturas, uma combinação frequente no Brasil. Sinais comuns de infestação no gado incluem irritação cutânea, coceira persistente, agitação, perda de apetite e queda na produção de leite.

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Vechiato observa que, em casos mais graves, os animais infestados podem desenvolver lesões na pele devido às picadas dos carrapatos, o que pode causar inflamações, inchaços e dores. “Em situações extremas, a contínua perda de sangue pode levar à anemia, resultando em fraqueza e, em alguns casos, até mesmo morte,” destaca ele.

Tradicionalmente, os pecuaristas têm usado métodos convencionais, como banhos carrapaticidas e aplicação de produtos químicos diretamente nos animais, para combater infestações. No entanto, essas abordagens podem apresentar riscos ambientais e promover resistência nos carrapatos.

As consequências econômicas das infestações também são significativas. Custos com tratamento dos animais, aquisição de medicamentos para controle de pragas e redução de produtividade compõem parte das despesas associadas ao problema.

Para lidar com esses desafios, a Pearson Saúde Animal oferece um programa sanitário que visa direcionar produtos de acordo com a necessidade e situação específica de cada fazenda no Brasil. Entre as soluções propostas está o Bovecto, um ectoparasiticida que tem como objetivo eliminar todas as fases dos carrapatos. Para controlar e interromper o ciclo de desenvolvimento dessas pragas, a empresa recomenda o uso de Proatac, um produto que atua na ecdise dos carrapatos, evitando sua evolução e consequentemente reduzindo a contaminação das pastagens. Além disso, o produto contém abamectina, substância que possui efeito sobre as teleógenas e também desempenha função endoparasitária, desverminando os animais.

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Diante desse cenário, os pecuaristas devem estar atentos e tomar medidas adequadas para controlar as infestações de carrapatos, garantindo a saúde e a produtividade de seus rebanhos, bem como a sustentabilidade de seus negócios.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Controle parasitário em bovinos ganha força com chegada das pastagens de inverno no Rio Grande do Sul

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A entrada das pastagens de inverno no Rio Grande do Sul marca uma fase decisiva para o manejo dos rebanhos e reforça a necessidade de intensificar as estratégias de controle sanitário, especialmente no combate aos parasitas que afetam a pecuária bovina.

Estimativas indicam que os prejuízos causados por parasitas na pecuária brasileira chegam a cerca de R$ 70 bilhões por ano, o que evidencia o impacto econômico significativo desse desafio sanitário na atividade produtiva.

Período de transição aumenta risco de infestação parasitária

A mudança de estação e a entrada dos animais em novas áreas de pastejo elevam a exposição dos bovinos a formas infectantes de parasitas presentes nas pastagens. Esse cenário aumenta a pressão parasitária sobre o rebanho e pode comprometer o desempenho produtivo dos animais.

Quando não controladas de forma adequada, as infestações parasitárias afetam diretamente o ganho de peso, a conversão alimentar, a eficiência reprodutiva e a absorção de nutrientes, refletindo em perdas produtivas e econômicas para o sistema pecuário.

Controle preventivo é fundamental para preservar produtividade

Segundo Janaina Giordani, gerente de produtos de antiparasitários da Zoetis Brasil, o controle parasitário deve ser encarado como uma estratégia preventiva dentro do sistema de produção.

“O controle parasitário não deve ser visto apenas como uma medida de tratamento, mas como uma estratégia para preservar o potencial produtivo dos animais. A atuação preventiva protege os ganhos em manejo e nutrição e reduz perdas que nem sempre são percebidas de imediato”, explica.

Condições do inverno no RS exigem atenção redobrada

No Rio Grande do Sul, o uso de pastagens de inverno impõe desafios adicionais ao manejo, como ocorrência de geadas, excesso de umidade e variações na qualidade das forrageiras. Esses fatores podem afetar o desenvolvimento das pastagens e a oferta nutricional aos animais.

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Nesse contexto, manter o rebanho protegido contra parasitas é essencial para garantir melhor aproveitamento dos nutrientes disponíveis e sustentação do desempenho produtivo ao longo da estação.

Soluções sanitárias e manejo integrado no controle parasitário

Para apoiar os pecuaristas, a Zoetis disponibiliza soluções voltadas ao controle estratégico de parasitas. Entre elas está o Valcor®, indicado para o controle de parasitas internos e externos que afetam bovinos.

Outra solução é o Cydectin®, amplamente utilizado no controle de nematódeos gastrointestinais e outros parasitas de relevância econômica para a pecuária.

Produtividade depende da soma de fatores no sistema

A especialista reforça que o desempenho produtivo é resultado da integração entre genética, nutrição, manejo e sanidade.

“O controle parasitário ajuda a preservar os investimentos feitos em genética e nutrição, permitindo que os animais expressem melhor seu potencial produtivo”, destaca Janaina.

Assistência técnica e manejo orientado à realidade da fazenda

Além das soluções sanitárias, a Zoetis atua com suporte técnico especializado, capacitação de produtores e recomendações baseadas em evidências científicas. A adoção de monitoramento constante e estratégias de controle adaptadas a cada propriedade contribui para uma pecuária mais eficiente, sustentável e resiliente ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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