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Café: Mercado futuro recua mais de 2% mantendo a volatilidade esperada

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O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações desta sexta-feira (7) com uma desvalorização superior a 2% nos terminais de Londres e Nova York, mantendo a volatilidade esperada. Ao longo da semana, o mercado apresentou uma forte oscilação, tendência que deve persistir no médio prazo. Apesar das correções nos preços, a preocupação com a oferta global continua a oferecer suporte ao mercado. No Brasil, a colheita segue avançando sem maiores problemas.

Por volta das 09h48 (horário de Brasília), os contratos para julho de 2024 registravam uma queda de 530 pontos, sendo negociados a 229,05 cents por libra-peso. Para setembro de 2024, a baixa era de 505 pontos, com o valor de 228,30 cents por libra-peso. Os contratos para março de 2025 apresentavam uma queda de 485 pontos, cotados a 226,75 cents por libra-peso, enquanto maio de 2025 tinha uma baixa de 395 pontos, valendo 224,60 cents por libra-peso.

Em Londres, o café robusta também registrou uma significativa desvalorização. Os contratos para setembro de 2024 caíram US$ 112 por tonelada, sendo negociados a US$ 4184. Os contratos para novembro de 2024 tiveram uma baixa de US$ 104 por tonelada, com o valor de US$ 4025. Para janeiro de 2025, a queda foi de US$ 99 por tonelada, cotados a US$ 3876, enquanto os contratos para março de 2025 registraram uma baixa de US$ 26 por tonelada, valendo US$ 3807.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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