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Café em Queda: Clima no Vietnã e estoques no Brasil ditam direção dos preços

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Os preços do café arábica continuam a cair nos mercados futuros de Londres e Nova York, seguindo a tendência negativa vista nos últimos dias. A expectativa de chuvas no Vietnã, somada ao alívio nas lavouras brasileiras, está pressionando as cotações para baixo. Os traders estão atentos ao clima, estoques certificados e condições de safra no Brasil e no Vietnã, fatores que determinam a direção do mercado.

Por volta das 09h27 (horário de Brasília), os contratos para julho de 2024 estavam cotados a 205,75 cents por libra-peso, uma queda de 35 pontos. Os contratos para setembro de 2024 estavam a 203,80 cents por libra-peso, registrando uma baixa de 55 pontos. Já dezembro de 2024 sofreu uma queda de 75 pontos, fechando em 201,75 cents por libra-peso, enquanto março de 2025 estava negociado a 201,25 cents por libra-peso, com baixa de 65 pontos.

O café robusta também apresentou quedas significativas no mercado de Londres. Os contratos para julho de 2024 caíram US$ 30 por tonelada, chegando a US$ 3650. Para setembro de 2024, a queda foi de US$ 39 por tonelada, fechando em US$ 3578. O contrato de novembro de 2024 sofreu uma baixa de US$ 46 por tonelada, para US$ 3490, enquanto janeiro de 2025 registrou queda de US$ 49 por tonelada, negociado por US$ 3384.

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A previsão de chuvas no Vietnã é um dos principais fatores que pressionam os preços para baixo, pois pode indicar uma safra maior do que o esperado. Além disso, a safra brasileira tem mostrado sinais de recuperação após um período de seca, o que também influencia negativamente o mercado.

Os próximos dias serão cruciais para entender o impacto do clima nas lavouras e como isso afetará os estoques globais de café. À medida que o mercado ajusta suas expectativas, os operadores continuam a monitorar de perto os indicadores de oferta e demanda, que influenciam diretamente as cotações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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