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Broto Lança Clube de Benefícios Inovador para Produtores Rurais na Agrishow

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O Broto, plataforma digital de agro do Banco do Brasil, está prestes a lançar um clube de benefícios inédito, com foco na digitalização e no apoio a práticas sustentáveis dos produtores rurais. O Clube Broto será oficialmente apresentado na Agrishow, que acontece de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto (SP), e promete ser uma revolução no relacionamento entre os produtores e as soluções tecnológicas disponíveis para o setor.

Objetivos e Vantagens do Clube Broto

O Clube Broto se propõe a ser um elo entre o produtor rural e a modernização do setor agropecuário, oferecendo acesso a tecnologias de ponta, práticas sustentáveis e benefícios exclusivos. Os associados terão acesso a descontos, ofertas especiais e um portfólio de soluções tecnológicas cuidadosamente selecionadas para aumentar a produtividade, reduzir custos e otimizar os recursos no campo.

“Oferecemos soluções inovadoras que ajudam o produtor a aumentar a produtividade, reduzir custos e facilitar o manejo da produção. O cliente terá acesso a um ecossistema completo que abrange todas as etapas da cadeia produtiva”, explica Marco Aurélio Silveira dos Santos, superintendente-executivo de Operações e Tecnologia do Broto.

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Benefícios para Produtores, Aliados e Patrocinadores

O modelo do Clube Broto busca criar uma dinâmica vantajosa para todas as partes envolvidas. Além de beneficiar os produtores, a plataforma proporciona vantagens significativas para os aliados estratégicos e empresas patrocinadoras. Os aliados têm a oportunidade de expor seus produtos e serviços para uma base de clientes altamente segmentada, enquanto as patrocinadoras podem fortalecer sua presença no agronegócio, ampliando o alcance e o engajamento com seus consumidores.

“Com a democratização do acesso à tecnologia e a capacitação dos produtores, queremos ser o facilitador da inovação e do crescimento sustentável no setor agropecuário”, ressalta o superintendente-executivo do Broto.

Lançamento do Clube Broto na Agrishow

Durante a Agrishow, no estande do Banco do Brasil, os profissionais da plataforma apresentarão o Clube Broto aos visitantes. Os produtores interessados poderão se inscrever de forma rápida e fácil para aproveitar as vantagens exclusivas. No evento, representantes de empresas parceiras como Solloagro, Ignitia, Farmbox, iRancho, Future Hacker, Vankka e GoFlux também demonstrarão suas soluções, com destaque para a tecnologia de gestão de rebanho da iRancho e o planejamento de safra da Farmbox.

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Expectativa de Crescimento

A expectativa é que, nos próximos três anos, o Clube Broto atinja a marca de 100 mil assinaturas, consolidando-se como uma das principais iniciativas de digitalização e sustentabilidade no campo.

Outras Iniciativas na Agrishow

Além do lançamento do clube de benefícios, o Broto também promoverá duas palestras no estande do Banco do Brasil, abordando temas relevantes para o setor agropecuário: a sucessão familiar no campo e as expectativas dos produtores rurais para 2025. Durante a feira, a plataforma também apresentará os resultados de uma pesquisa inédita, que traz as expectativas dos produtores rurais para o próximo ano, abordando desafios e prioridades de compra.

O lançamento do Clube Broto na Agrishow marca um passo importante na construção de um ecossistema digital inovador, voltado para o futuro da agropecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Incêndios em propriedades rurais: como produtores podem se proteger de prejuízos e evitar responsabilizações legais

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Os incêndios em propriedades rurais seguem entre os principais desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro, especialmente durante o período de estiagem. Além dos danos ambientais e econômicos, o avanço das chamas pode gerar questionamentos legais e investigações sobre a origem do fogo, tornando indispensável que o produtor rural adote medidas rápidas para documentar os fatos e resguardar seus direitos.

O fogo compromete lavouras, pastagens, reservas ambientais, estruturas da fazenda, máquinas, rebanhos e a própria qualidade do solo. Em muitos casos, os prejuízos ultrapassam a área atingida pelas chamas e podem impactar a produtividade por várias safras.

Segundo o vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja Mato Grosso, Nathan Belusso, ainda existe uma percepção equivocada de que os produtores rurais são os principais responsáveis pelos incêndios registrados no campo.

“A realidade é justamente o contrário. O produtor rural está entre os maiores prejudicados pelos incêndios, que destroem matéria orgânica, reduzem a fertilidade do solo, comprometem a produtividade e colocam em risco pessoas, animais e patrimônios”, destaca.

Produtores investem em prevenção e combate ao fogo

Nos últimos anos, produtores rurais têm ampliado os investimentos em ações preventivas para reduzir os riscos de incêndios. Entre as principais medidas estão a formação de brigadas internas, aquisição de tanques de água, manutenção de aceiros, treinamento de equipes e integração com órgãos de combate ao fogo.

Mesmo com esses investimentos, situações de incêndio podem ocorrer devido às condições climáticas extremas típicas da estação seca, marcadas por altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e ocorrência de descargas elétricas naturais.

Diante de uma ocorrência, especialistas recomendam que o produtor adote imediatamente procedimentos que possam comprovar sua condição de vítima e demonstrar as ações realizadas para conter o avanço das chamas.

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Boletim de ocorrência e ata notarial fortalecem a defesa do produtor

Entre as principais orientações está o registro formal da ocorrência junto aos órgãos competentes por meio de um boletim de ocorrência (BO), detalhando informações como local, data, horário e possíveis circunstâncias do incêndio.

Outra medida considerada importante é a elaboração de uma ata notarial em cartório. O documento registra oficialmente a situação encontrada na propriedade após o incidente, servindo como prova em eventuais processos administrativos ou judiciais.

De acordo com Belusso, a documentação adequada pode evitar acusações indevidas relacionadas a crimes ambientais.

“É fundamental registrar a ocorrência e reunir provas sobre os danos e as circunstâncias do incêndio. Esse conjunto de informações ajuda a demonstrar que o produtor também foi afetado pelo episódio e adotou as medidas cabíveis para minimizar os impactos”, afirma.

Fogo destrói anos de investimentos em conservação do solo

Os prejuízos provocados pelos incêndios vão muito além da vegetação atingida. O delegado coordenador do Núcleo Vale do Guaporé da Aprosoja Mato Grosso, Yuri Nunes Cervo, relata que vivenciou uma das maiores ocorrências da região em 2020, quando as chamas avançaram por extensas áreas de reserva ambiental.

Segundo ele, o combate mobilizou equipes durante vários dias consecutivos, exigindo o uso de abafadores, bombas costais, caminhonetes com reservatórios de água e diversos equipamentos para conter o fogo em áreas de mata fechada.

O produtor destaca que o incêndio compromete anos de investimentos realizados para melhorar a qualidade do solo e aumentar a sustentabilidade da produção.

Práticas como plantio consorciado, cobertura vegetal, integração lavoura-pecuária e utilização de insumos biológicos sofrem impactos significativos quando a matéria orgânica é consumida pelas chamas.

“O fogo elimina parte importante da microbiota do solo, reduz a ciclagem de nutrientes, compromete a retenção de umidade e afeta diretamente fatores que influenciam a produtividade agrícola”, explica.

Além das perdas produtivas, incêndios também representam riscos para trabalhadores, animais, instalações, galpões, alojamentos e residências localizadas dentro das propriedades rurais.

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Produção de provas é essencial após o incêndio

Após controlar as chamas, especialistas recomendam que o produtor reúna o máximo possível de evidências relacionadas ao ocorrido.

Fotografias, vídeos, registros das equipes de combate, laudos técnicos, testemunhos e documentos oficiais podem ser fundamentais para esclarecer a origem do incêndio e comprovar as medidas adotadas para contenção do fogo.

A organização dessas informações contribui para a defesa jurídica do produtor em eventuais investigações e processos relacionados ao episódio.

Prevenção continua sendo a melhor estratégia

Embora o registro documental seja importante após uma ocorrência, a prevenção segue como a principal ferramenta para evitar prejuízos.

Capacitação de equipes, manutenção de brigadas, monitoramento constante das áreas rurais, construção de aceiros e parceria com o Corpo de Bombeiros estão entre as práticas mais recomendadas para reduzir os riscos durante o período de seca.

Para os representantes da Aprosoja Mato Grosso, a preservação ambiental e a proteção das áreas produtivas são prioridades para quem depende da terra como fonte de renda e desenvolvimento.

Em um cenário de aumento das temperaturas e maior incidência de eventos climáticos extremos, investir em prevenção, preparo operacional e segurança jurídica tornou-se uma necessidade estratégica para garantir a sustentabilidade das atividades agropecuárias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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