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Brasil Registra Mais de 1,2 Mil Cachaçarias em Novo Anuário

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com instituições como o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ANPAQ e GS1 Brasil, lançou o Anuário da Cachaça 2024, um importante levantamento que consolida dados do setor no ano anterior e promove discussões relevantes.

Em 2023, o Brasil alcançou a marca de 1.217 cachaçarias registradas, representando um crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior. Minas Gerais lidera com 504 estabelecimentos, correspondendo a 41,4% do total nacional, marcando a primeira vez que um estado ultrapassa 500 cachaçarias registradas.

O Sudeste concentra o maior número de estabelecimentos, com 819 cachaçarias, o que representa 67,3% do total nacional. São Paulo e Paraná também se destacam com aumentos significativos em comparação a 2022.

O registro de cachaçarias é fundamental para garantir a operação dentro das normas técnicas e sanitárias, coordenado pelo Mapa através do Portal Único gov.br.

O número de produtos registrados também apresentou crescimento, atingindo 5.998 em 2023, um aumento de 18,5% em relação ao ano anterior. Minas Gerais lidera novamente, com 2.144 cachaças registradas, representando 35,7% do total nacional.

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No campo das exportações, 2023 foi marcado por um aumento de 0,7% no valor total exportado, alcançando US$ 20.242.453. Os Estados Unidos continuam como o maior mercado, seguido pela Europa, que representa metade das exportações de cachaça.

O setor também contribui significativamente para a geração de empregos no Brasil, com 134.678 empregos diretos em 2023, um aumento de 3,35% em relação ao ano anterior. O Sudeste lidera com o maior número de empregos gerados.

Carlos Lima, presidente do Instituto Brasileiro da Cachaça, destaca a resiliência do setor diante dos desafios e o papel dos pequenos produtores na economia brasileira.

O Anuário da Cachaça não apenas consolida dados econômicos, mas também reforça o potencial do Brasil como um dos principais produtores mundiais de bebidas de qualidade, impulsionando o orgulho nacional em torno da cachaça.

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Anuário da Cachaça 2024 – Ano referência 2023

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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