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Brasil Emergente na Produção Mundial de Abacate: Crescimento Sustentável e Projeções Promissoras

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O Brasil está consolidando sua posição como um dos principais produtores globais de abacate, registrando um notável crescimento de 50% na produção desde a última pesquisa do IBGE. Essa tendência de crescimento é esperada nos próximos anos, impulsionada tanto pela demanda internacional quanto pelo aumento do consumo doméstico.

Expansão do Cultivo e Potencial Exportador

Atualmente classificado como o sexto maior produtor de abacate do mundo, o Brasil está expandindo suas áreas de plantio para atender tanto à demanda internacional quanto ao mercado interno, onde o consumo anual da fruta está em constante aumento. A Associação Abacates do Brasil destaca essa tendência positiva, apontando para um futuro promissor para o setor.

Resistência Climática e Crescimento Contínuo

Apesar das flutuações climáticas que podem afetar a produção, como evidenciado recentemente pela redução da colheita devido a fatores ambientais, o Brasil continua a atrair investimentos consideráveis no cultivo de abacate. Além disso, há um interesse crescente no desenvolvimento de subprodutos, como o azeite de abacate, o que amplia ainda mais as oportunidades no mercado.

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Regiões-Chave na Produção

O Sudeste do Brasil desponta como a principal região produtora, respondendo por mais de 80% da produção nacional. Estados como São Paulo e Minas Gerais lideram nesse aspecto. Entretanto, há uma expansão da cultura para outras regiões do país, como o Ceará, indicando um potencial significativo de crescimento, especialmente para exportação, conforme observado por Maria Cecilia Whately, diretora presidente da Associação Abacates do Brasil.

Com um mercado em expansão e um ambiente propício para investimentos, o Brasil está bem posicionado para se tornar um importante player global na produção de abacate, aproveitando as oportunidades econômicas e fortalecendo sua presença no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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