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Boletim do Suíno de abril: Análise Completa Disponível no Site do Cepea

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O Boletim do Suíno do Cepea referente ao mês de abril já está acessível para consulta em seu site oficial. Nesta edição, são abordados diversos aspectos que impactaram o setor suinícola durante o período analisado.

Mercado em abril

Com a demanda interna por produtos suinícolas em baixa e uma oferta robusta de animais no mercado spot, os preços do suíno vivo experimentaram uma queda significativa em praticamente todas as regiões monitoradas pelo Cepea em abril. Na região SP-5, composta por Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, o valor médio do animal diminuiu 1,9% em relação a março, sendo negociado a uma média de R$ 6,55/kg em abril.

Preços e exportações

Os números das exportações brasileiras de carne suína, abrangendo tanto produtos in natura quanto processados, demonstraram um crescimento substancial de março para abril. Segundo dados da Secex analisados pelo Cepea, foram enviadas 111,6 mil toneladas de produtos suinícolas em abril, representando um aumento significativo de 23,1% em comparação com março de 2024 e 8% acima do registrado em abril de 2023.

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Relação de troca e insumos

A queda nos preços do suíno vivo no mercado independente durante abril impactou negativamente o poder de compra dos suinocultores paulistas em relação ao farelo de soja. Por outro lado, em relação ao milho, houve uma melhoria na situação do produtor no último mês, uma vez que o preço do cereal recuou mais do que o do animal. Na região SP-5, o preço médio do suíno diminuiu 1,9% de março para abril, atingindo a média de R$ 6,56/kg.

Carnes concorrentes

A competitividade da carne suína em relação à bovina e à de frango registrou um declínio em abril. Isso se deve ao fato de que as proteínas concorrentes apresentaram uma desvalorização mais acentuada do que a suína, quando comparadas as médias de abril com as de março, especialmente no atacado da Grande São Paulo. Levantamento do Cepea indica que os preços dos produtos suinícolas iniciaram abril refletindo o típico aumento da demanda durante o período de recebimento de salários.

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Confira Boletim do Suíno de abril

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia nutricional no hortifruti reduz perdas pós-colheita e melhora qualidade dos alimentos, aponta especialista

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O setor de hortifruti enfrenta um desafio crescente para equilibrar produtividade e qualidade, ao mesmo tempo em que busca reduzir perdas ao longo de toda a cadeia, do campo até o consumidor final. Por serem altamente sensíveis a fatores como clima, manejo nutricional, logística e armazenamento, frutas e hortaliças podem ter seu valor comercial comprometido por desequilíbrios ao longo do ciclo produtivo.

Especialistas apontam que parte significativa dessas perdas tem origem ainda na fase de cultivo, o que reforça a importância de um manejo nutricional mais preciso e tecnificado desde o início da produção.

Perdas começam no campo e impactam toda a cadeia produtiva

De acordo com a engenheira agrônoma Fernanda Dantas, especialista em Desenvolvimento Técnico de Mercado da Nitro, muitas perdas atribuídas ao pós-colheita têm origem no campo.

Segundo a especialista, falhas no manejo nutricional comprometem a resistência, a uniformidade e a vida útil dos produtos, afetando diretamente a qualidade final.

“Embora as perdas sejam mais visíveis no transporte, armazenamento e varejo, grande parte delas começa no campo, com desequilíbrios nutricionais que reduzem a qualidade dos frutos e hortaliças”, explica.

Esse cenário impacta diretamente a rentabilidade do produtor, aumenta custos operacionais, reduz a eficiência da cadeia produtiva e contribui para o desperdício de alimentos, além de pressionar os preços ao consumidor.

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Nutrição vegetal avança com tecnologias mais precisas

Nos últimos anos, o setor de nutrição vegetal passou por uma evolução significativa, com o desenvolvimento de soluções mais específicas e eficientes para o manejo de hortifruti.

Entre as principais inovações estão fertilizantes especiais, bioestimulantes, aminoácidos e tecnologias de nutrição foliar de alta eficiência, que contribuem para maior tolerância ao estresse e melhor aproveitamento dos nutrientes pelas plantas.

Segundo Fernanda Dantas, erros comuns no manejo ainda comprometem o desempenho das lavouras.

“Aplicações desbalanceadas de nutrientes, excesso de nitrogênio, deficiência de cálcio e micronutrientes, além do uso de programas genéricos sem considerar solo, clima e estágio da cultura, estão entre os principais problemas observados no campo”, destaca.

Manejo adequado melhora qualidade e reduz perdas pós-colheita

Um manejo nutricional equilibrado tem impacto direto nos principais atributos valorizados pelo mercado, como coloração, firmeza, uniformidade e desenvolvimento adequado dos frutos.

Nutrientes como cálcio, potássio e micronutrientes desempenham papel fundamental na formação estrutural das plantas e na conservação pós-colheita, aumentando a resistência dos produtos durante transporte e armazenamento.

Como resultado, alimentos com melhor padrão de qualidade apresentam maior aceitação no mercado, melhor valorização comercial, redução de perdas e maior competitividade para o produtor.

Além disso, práticas nutricionais mais eficientes contribuem para a sustentabilidade da produção, com melhor aproveitamento de insumos e redução de perdas por lixiviação, permitindo produzir mais com menor uso de recursos naturais.

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Monitoramento e agricultura de precisão são fundamentais

Para alcançar melhores resultados, especialistas recomendam que o produtor adote um acompanhamento constante da lavoura, com base em análises de solo e foliares, além de observação técnica no campo.

Sinais como desuniformidade, queda de vigor, frutos deformados, baixa produtividade e perda de firmeza podem indicar desequilíbrios nutricionais e necessidade de ajuste imediato no manejo.

“A base técnica é semelhante entre os produtores, mas a estratégia deve ser ajustada conforme estrutura, tecnologia disponível e nível de investimento. Hoje existem soluções acessíveis para diferentes perfis de produção, permitindo ganhos de produtividade e qualidade em todas as escalas”, afirma Fernanda Dantas.

Tecnologia nutricional fortalece competitividade do hortifruti brasileiro

Com o avanço das tecnologias nutricionais e a adoção de práticas mais precisas de manejo, o setor de hortifruti tende a reduzir perdas ao longo da cadeia e elevar o padrão de qualidade exigido pelo mercado.

A tendência é de maior profissionalização da produção, com integração entre tecnologia, monitoramento e sustentabilidade, fortalecendo a competitividade do produtor e contribuindo para um sistema alimentar mais eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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