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Boi gordo absorve queda no preço médio de novembro

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Ao que parece, nem mesmo o melhor período do mês para os fechamentos por encontrar o consumidor restabelecido em seu poder aquisitivo favoreceu os pecuaristas na comercialização do ruminante.

Com isso, o preço médio diário alcançado no último dia de negócios atingiu R$227,95, significando quedas de 6,4% em relação ao mesmo período de outubro último e de 15% sobre o mesmo período do ano passado. Por ora, o preço médio acumulado em novembro atinge R$232,72, absorvendo quedas de 1,6% sobre o mesmo intervalo do mês anterior e de 16,9% sobre mesmo período do ano passado.

O acumulado no decorrer do ano, por sua vez, atingiu R$256,30, apontando quedas de 20,3% e 15,6% sobre, respectivamente, o mesmo período do ano passado e retrasado. Considerando o mesmo período de 2020, apresenta índice positivo de 16,5%.

Considerando que a cotação atual recebida pelos pecuaristas se encontra bem inferior às verificadas no mesmo período dos últimos três anos, é certo que esses índices verificados no acumulado do ano seguirão piorando, visto não se perceber no mercado algum fator positivo que contribua para melhora acentuada nos preços praticados.

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Fonte: PecSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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