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Boi, frango e suíno: paridade de preços atual muito próxima da registrada no período pré-pandemia

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Ainda que, no decorrer do período pandêmico, boi, frango e suíno tenham registrado comportamento diverso (algumas vezes obtendo preços excepcionais frente aos padrões normais), em 2024 vêm apresentando, aproximadamente, a mesma paridade de preços observada na média de 2019, período pré-pandêmico.

As excepcionalidades ficam claras quando se constata, por exemplo, que em novembro de 2020 a cotação alcançada pelo suíno foi 100% superior à registrada na média do ano anterior. E, mais ainda, ao se observar que, em relação ao mesmo período-base, a cotação do boi experimentou valorização de, quase, 115% (março de 2022).

Nesse contexto, o frango teve comportamento mais moderado, pois o máximo atingido (setembro de 2021) apresentou valorização de pouco mais de 75% em relação à média de 2019.

A despeito das desvalorizações posteriores, em 2024 alcançam valores que correspondem, aproximadamente, à mesma paridade observada na média de 2019. Boi e suíno, por exemplo, valorizaram-se cerca de 40% em relação ao período-base, com pequena diferença (4 pontos percentuais) a favor do suíno, o único a registrar aumento de preço em maio último.

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Mas o melhor desempenho vem sendo o do frango que, no mês passado, alcançou valor 55% superior ao registrado na média de 2019.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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