AGRONEGÓCIO

Biotrop apresenta tecnologias biológicas na ExpoCentro 2024 em Paranatinga, MT

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A Biotrop marcou presença na Feira Agropecuária ExpoCentro – Negócios em Foco, realizada em Paranatinga, no Mato Grosso, de 18 a 20 de abril, para apresentar aos produtores locais suas mais recentes inovações em tecnologia biológica. Além de contribuir para a produtividade e rentabilidade, as soluções da empresa também impulsionam a agricultura regenerativa.

Thiago Carvalho, Gerente de Marketing Regional da Biotrop, ressaltou que os produtores rurais de Mato Grosso estão ansiosos para explorar tecnologias mais sustentáveis. “A Biotrop está aqui para mostrar que é possível alcançar excelentes resultados na colheita usando manejo biológico e natural. Os visitantes da feira podem conhecer um pouco mais do nosso portfólio, que inclui bionematicidas, biofungicidas, bioinseticidas e bioestimulantes. Também apresentamos nosso programa de benefícios para clientes”, explicou.

O estado do Mato Grosso é um dos líderes em produção agrícola no Brasil, sendo responsável por R$ 175 bilhões do total de R$ 830 bilhões de valor de produção agrícola do país em 2023. A cidade de Paranatinga contribuiu significativamente para esses resultados, com mais de 300 mil hectares plantados na última safra. Os produtores locais investem fortemente em tecnologia e práticas agrícolas modernas.

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Para Thiago Carvalho, a feira foi o momento ideal para mostrar aos produtores rurais as últimas inovações no campo dos bioinsumos. “Apresentamos nossas soluções exclusivas, que possuem formulações e cepas de microrganismos únicos, para atender as reais necessidades dos produtores.”

O Gerente de Marketing Regional também destacou o papel fundamental do Mato Grosso no aumento da adoção de biodefensivos no Brasil. “Como um estado com uma grande extensão de área de cultivo, os números daqui têm um impacto significativo e servem como referência para todos os agricultores do país. Queremos estar ao lado deles para tornar o agro mais responsável, sustentável e rentável. Com os produtos biológicos, esse sonho é possível”, concluiu.

Essas soluções biológicas contribuem para a agricultura sustentável ao oferecer alternativas naturais para combater pragas e doenças, reduzir o uso de produtos químicos e melhorar a saúde do solo. Com a Biotrop à frente, a ExpoCentro 2024 se mostrou uma excelente oportunidade para os produtores do Mato Grosso conhecerem novas tecnologias e avançarem no caminho para uma agricultura mais verde e regenerativa.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra

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Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.

O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.

O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.

A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.

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No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.

Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.

No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.

O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.

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Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.

A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.

Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.

Fonte: Pensar Agro

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