AGRONEGÓCIO

As tecnologias e serviços exclusivos da Ceva Saúde Animal estarão à disposição dos participantes do 24º Simpósio Brasil Sul de Avicultura 2024

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A Unidade de Negócios Avicultura da multinacional francesa líder nacional por suas tecnologias em vacinas e serviços à saúde avícola, estará presente em mais uma edição de um dos mais destacados eventos direcionados para o setor, o 24º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que acontecerá de 9 a 11 de abril no Centro de Exposições de Chapecó (SC), organizado pelo Nucleovet SC.

“O Simpósio Brasil Sul de Avicultura se destaca por oferecer temas de grande relevância para o mercado, fato traduzido pela elevada procura e público altamente qualificado. Por essas razões a Ceva marcará presença em mais uma edição do simpósio reafirmando seu compromisso para o desenvolvimento sustentável da indústria avícola, a fim de contribuir com os avicultores presentes com a nossa expertise técnica-científica global especializada e equipes qualificadas atentas aos desafios e demandas do mercado para que juntos, e de forma estratégica, possamos gerar soluções além da saúde animal”, destaca Tharley Carvalho, Gerente de Marketing Aves de Ciclo Curto da Ceva Brasil.

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A 5ª maior empresa de saúde animal do mundo e a número 1 no Brasil, a Ceva, nesta edição, destacará toda a sua estrutura de apoio ao produtor. “Apresentaremos nosso amplo portfólio para diversas medidas de biosseguridade, traduzidas por meio do monitoramento de dados qualitativos, suporte de campo e equipamentos alinhados aos desafios da avicultura moderna. Além disso, destacaremos nosso eficiente e reconhecido portfólio de vacinas exclusivas, programas direcionados, modernos equipamentos de automação para incubatórios e equipe de Serviços Veterinários para suporte multidisciplinar e/ou serviços de vacinação, seguindo nossa premissa de que cada pintinho/ovo importa. Esses são alguns exemplos que levaremos para o evento, visando um resultado positivo na equação de produção avícola sustentável. Estamos à disposição dos avicultores que prestigiarão o simpósio 2024″, completa Tharley Carvalho.

E segue: “Como um elo atuante na indústria avícola nacional, a Ceva acredita e apoia iniciativas que promovam o conhecimento científico e reforcem os laços do setor produtivo, motivos que fortaleceram a parceria a nossa com o Nucleovet SC, evento relevante no qual participamos desde a primeira edição”, reforça Tharley.

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Fonte: Ceva Saúde Animal

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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