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Biossoluções e outras inovações em formulação são destaques da ADAMA em um dos principais eventos do setor sucroenergético

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A ADAMA, companhia integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, estará presente na Coplacampo 2024, uma das principais feiras do setor sucroenergético, que acontece nesta semana, de 26 de fevereiro a 1º de março, em Piracicaba (SP), com o objetivo de apresentar ao produtor rural as principais soluções e tecnologias de formulação disponíveis no mercado, que visam alavancar a produtividade das lavouras de cana-de-açúcar, com rentabilidade.

Além das inovações e soluções apresentadas, a ADAMA traz ao evento uma análise do cenário atual da cultura da cana-de-açúcar na região, destacando os principais desafios enfrentados pelos produtores e a importância de soluções eficazes e sustentáveis, como as biossoluções, que têm sua eficiência comprovada e podem ser utilizadas em combinação para o melhor manejo das culturas.

Embora na Safra 2023/24, as condições climáticas e os investimentos do setor sucroalcooleiro tenham refletido em um aumento de 10,9% na produção de cana-de-açúcar no País, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa de produção da Safra 2024/25 pode ser menor. Segundo análises da Hedgepoint Global Markets, o clima menos favorável desta safra pode acarretar uma redução, com estimativas de produção de 620 milhões de toneladas de cana, com aproximadamente 41,8 milhões de toneladas de açúcar e 33,3 milhões de toneladas para exportação.

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“Este é o caso de um dos nossos produtos já consagrados no mercado, o ExpertGrow, à base de extrato fermentado de algas, que bioestimula o potencial produtivo das culturas e mitiga danos causados por estresses abióticos. Esse fato ocorre devido à melhor eficiência do uso dos nutrientes da planta e aumento da taxa fotossintética, fazendo com que a planta se mantenha saudável e com os nutrientes necessários”, explica.

Com o aumento da rotação de culturas na região, especialmente com a soja, a ADAMA também apresentará soluções para a cultura da soja durante o evento, destacando sua expertise e compromisso com o agricultor brasileiro. É o caso do Emerge®, desenvolvido para o tratamento de sementes de soja, milho e algodão, que atua na bioestimulação de plantas, melhorando o vigor delas e contribuindo para uma lavoura mais produtiva.

Outros destaques da ADAMA na Coplacampo 2024:

A companhia também levará ao evento outros produtos de seu portfólio completo para cana, como a biossolução Protege®, combinação tripla de bactérias, que auxilia na proteção da produtividade das lavouras, e a novidade do ano, que é o Apresa® com foco em cana-de-açúcar. Esse é um herbicida pré-emergente premium, que já atua em outras culturas, e possui combinação exclusiva de ingredientes ativos, proporcionando alta eficácia e segurança no controle de gramíneas e folhas largas. Outro herbicida de destaque que estará no campo demonstrativo é Arreio® CANA, indicado para o controle de plantas daninhas de folha larga na cana-de-açúcar, garantindo um manejo eficaz e seguro, pois apresenta baixa volatilidade, além de ser totalmente seletivo para a cultura da cana-de-açúcar.

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Fonte: ADAMA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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