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Biometano da Cocal é Destacado no “Brazil Climate Report 2024” como Contribuição para a Transição Energética

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Neste mês, a consultoria global BCG (Boston Consulting Group) divulgou um relatório climático que aborda a agenda verde no Brasil, enfatizando as oportunidades e ações adotadas pelas empresas em direção à transição energética.

Um dos principais destaques do documento é a análise do potencial dos biocombustíveis brasileiros na descarbonização do setor de transportes. O relatório menciona o etanol, o biodiesel, o SAF (Combustível Sustentável de Aviação) e o biometano, evidenciando como essas soluções oferecem eficiência energética e contribuem para a redução das emissões de gases poluentes em comparação com combustíveis fósseis.

Ao abordar o biometano, o estudo ressalta a atuação da Cocal na produção desse gás renovável em sua planta localizada em Narandiba, São Paulo. Esta fonte de energia limpa já faz parte da operação de várias empresas na região, que se comprometem com a sustentabilidade enquanto buscam preços competitivos.

“Este relatório da BCG destaca o papel crucial que o Brasil pode desempenhar na desfossilização do ciclo do carbono, e estamos orgulhosos de ver o biometano da Cocal como parte dessa transformação. Temos o compromisso de desenvolver fontes de energia renovável e acelerar a transição energética. Com a expansão da nossa capacidade de produção de biometano, reforçamos nossa posição de referência no setor, alinhando crescimento sustentável com um impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Luiz Scartezini, CEO da Cocal.

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Os investimentos da Cocal não param por aí. A empresa está em processo de construção de sua segunda planta de biogás em Paraguaçu Paulista, município que abrigou a primeira usina da empresa em 1980. Esta nova instalação terá sua produção 100% voltada para o biometano, com capacidade de até 60 mil m³ por dia durante a safra.

A previsão é que a nova planta comece a operar em abril de 2025. Com duas usinas em funcionamento, a Cocal consolidará sua garantia de suprimento, posicionando-se entre as principais produtoras de biometano do mundo e tornando-se uma referência no setor sucroenergético na produção de energia limpa e renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Selic a 14,50% pressiona crédito e leva agroindústrias a buscar linhas subsidiadas para investir

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Mesmo com a taxa básica de juros em 14,50% ao ano, o custo do capital segue como um dos principais fatores nas decisões estratégicas das empresas, especialmente no agronegócio. Em um ambiente de crédito mais caro e restritivo, agroindústrias têm intensificado a busca por linhas subsidiadas para financiar investimentos, modernização e expansão.

A definição da taxa pelo Banco Central mantém o crédito tradicional em patamares elevados, impactando diretamente o planejamento corporativo. Projetos passam a ser analisados com maior rigor, considerando retorno ajustado ao risco, impacto no fluxo de caixa e estrutura de capital.

Crédito caro adia investimentos no agro

Com a alta da Selic, operações atreladas ao CDI acompanham o movimento da política monetária, encarecendo financiamentos e reduzindo a viabilidade de projetos, principalmente os de longo prazo e maior intensidade tecnológica.

Nesse cenário, empresas enfrentam um dilema: investir para ganhar competitividade ou preservar liquidez. O resultado, em muitos casos, é o adiamento de projetos produtivos, como ampliação de plantas industriais, aquisição de máquinas e adoção de novas tecnologias.

Além disso, instrumentos do mercado privado, como debêntures e operações estruturadas, continuam concentrados em grandes empresas com maior acesso a investidores e governança consolidada. Para pequenas e médias empresas (PMEs), o crédito se torna mais restrito, com prazos menores, custos mais altos e exigências mais rígidas de garantias.

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Linhas subsidiadas ganham protagonismo

Diante desse cenário, linhas de crédito subsidiadas operadas por bancos de desenvolvimento voltam ao centro da estratégia financeira das empresas, especialmente no agronegócio e na indústria.

Programas voltados à inovação e à digitalização produtiva têm ampliado a oferta de recursos com condições mais atrativas. Iniciativas conduzidas por instituições como BNDES e Finep priorizam investimentos em tecnologias como automação, robótica, Internet das Coisas (IoT) e manufatura avançada.

Com prazos mais longos, carência ampliada e taxas inferiores às do mercado tradicional, essas linhas alteram significativamente o cálculo de viabilidade dos projetos, permitindo que empresas mantenham seus planos de crescimento mesmo em um ambiente de juros elevados.

PMEs ampliam acesso a investimentos

Para micro, pequenas e médias empresas, o impacto das linhas subsidiadas é ainda mais relevante. O acesso a crédito com condições diferenciadas permite diluir o investimento inicial e viabilizar ganhos de produtividade que seriam inviáveis no crédito tradicional.

No entanto, acessar esses recursos exige mais do que identificar a linha disponível. Cada instituição financeira trabalha com critérios técnicos específicos, incluindo métricas de inovação, exigências regulatórias e modelagem financeira estruturada.

Engenharia financeira vira diferencial competitivo

Nesse contexto, a estruturação do funding ganha papel estratégico. A escolha da fonte de capital — considerando prazo, indexador, custo e exigências — passa a influenciar diretamente a competitividade e a sustentabilidade financeira das empresas.

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Consultorias especializadas têm atuado na chamada engenharia de funding, estruturando operações que combinam diferentes fontes de recursos para reduzir o custo médio da dívida e ampliar a capacidade de investimento.

Casos recentes mostram empresas de setores como agronegócio, engenharia, varejo e recursos humanos acessando linhas como o Pró-Inovação, voltado ao financiamento de projetos tecnológicos, com apoio técnico na estruturação e aprovação dos financiamentos.

Estratégia financeira define crescimento

Com a Selic elevada, o crédito tradicional tende a pressionar margens e alongar o prazo de retorno dos investimentos. Nesse cenário, linhas subsidiadas deixam de ser apenas alternativas e passam a integrar a estratégia financeira das empresas.

A definição correta do funding pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto. Escolhas inadequadas comprometem o fluxo de caixa por anos, enquanto uma estrutura bem planejada sustenta o crescimento e melhora a competitividade.

Empresas que tratam o financiamento como variável estratégica conseguem avançar em suas agendas de modernização, mesmo em um ambiente macroeconômico adverso. Já aquelas que dependem exclusivamente do crédito tradicional tendem a operar de forma mais conservadora, priorizando a preservação de caixa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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