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Biochem participa do Simpósio Brasil Sul de Avicultura e traz ao público todas as oportunidades de melhoria de saúde das aves

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Pensando em trazer o máximo de benefícios aos animais, a Biochem apresenta o Programa de Saúde Intestinal Avícola, com ações especificas para cada fase de produção e todos os tipos de aves comerciais, frangos de corte, matrizes, postura comercial e perus. A estratégia da Biochem com o Programa de Saúde Intestinal Avícola tem como estratégia promover a saúde intestinal das aves desde o incubatório e por todo o período produtivo das aves.

A estratégia do Programa de Saúde Intestinal Avícola conta com três (3) produtos que quando utilizados em momentos corretos e de forma conjunta tem um efeito sinérgico promovendo maior saúde e rentabilidade às empresas, as soluções são: HatchGel®SP, B.I.O. Sol e TechnoSpore®.

A fase inicial do programa acontece já no incubatório com a aplicação do HatchGel®SP e B.I.O.Sol, associados que tem uma ação sinérgica. B.i.o.Sol, um produto com dois aditivos potentes promove a rápida colonização do trato digestivo com micro-organismos benéficos e, por sua vez, promove a boa integridade intestinal e evita a desidratação das aves.

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O HatchGel®SP atua como transportador ideal para substâncias aplicadas via oral, como probióticos y vitaminas O produto tem efeito imunoestimulante, como estabilizador de água, prebiótico, além de efeito de coloração verde, para estimular o rápido consumo pelas aves e por se tratar de um gel não causa hipotermia nas aves.

A primeira etapa do programa consiste no uso simultâneo do B.I.O.Sol e do HatchGel®SP no incubatório. A 2ª etapa do programa é a aplicação do B.I.O. Sol nos primeiros três (3) dias de vida da ave na água de bebida, promovendo excelente colonização do trato digestivo com bactérias benéficas, melhorando viabilidade das aves, lotes mais uniformes e rentáveis. Essa etapa garante uma melhor saúde intestinal e evita desidratação das aves, evita desidratação das aves e promove consumo de ração e assim menor desuniformidade.

Como 3º passo o uso do TechnoSpore ®, via ração, ferramenta eficaz para ampliar e garantir bons resultados com zootécnicos e rentabilidade.

O TechnoSpore® é um probiótico que contém uma inovadora e exclusiva cepa de Bacillus Coagulans (DSM32016) com alta capacidade de produção de ácido lático o que promove uma excelente saúde intestinal, desempenho e menor uso de antibióticos. Por sua excelente termo estabilidade o TechnoSpore® pode ser oferecido em rações fareladas e peletizadas, com comprovação de estabilidade térmica e facilidade de utilização em fábricas de ração.

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Além disso, a Biochem também traz aos seus clientes BronchoVest®.

BronchoVest® é formulado com diferentes óleos essenciais naturais, que tem como objetivo reduzir a produção excessiva e acúmulo de muco no trato respiratório, melhorando a circulação promovendo melhor oxigenação e aliviando sintomas respiratórios causados por stress térmico e agentes que acometem o trato respiratório dos animais.

A combinação especial do BronchoVest® promove maior conforto aos animais, sem promover consumo excessivo de água o que pode ser prejudicial, devido ao aumento da umidade no ambiente. O produto deve ser aplicado via água de bebida em sistema de pulsos ou pode ser pulverizado no ambiente.

Fonte: Biochem

Fonte: Portal do Agronegócio

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IGP-M registra deflação de 0,50% em junho; queda nas commodities reduz preços ao produtor e alivia inflação

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,50% em junho, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Após avançar 0,84% em maio, o indicador voltou ao campo negativo impulsionado, principalmente, pela queda dos preços das commodities energéticas, minerais e de importantes produtos agropecuários.

Com o resultado, o IGP-M acumula alta de 3,27% no ano e 3,16% nos últimos 12 meses, indicando uma desaceleração da inflação medida pelo índice amplamente utilizado no reajuste de contratos de aluguel, tarifas e diversos serviços.

Commodities e agronegócio puxam queda do IPA

O principal responsável pela deflação do IGP-M foi o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que apresentou queda de 0,97% em junho, revertendo a alta de 0,91% registrada no mês anterior.

Segundo a FGV, a normalização dos preços internacionais das commodities energéticas e minerais, após o alívio das tensões no Estreito de Ormuz, contribuiu para reduzir os custos ao produtor.

No setor agropecuário, mesmo diante das preocupações relacionadas ao clima e ao aumento dos custos de produção, as principais culturas continuam apresentando desempenho positivo em 2026. Esse cenário favoreceu a redução dos preços de produtos importantes, como:

  • Cana-de-açúcar;
  • Café em grãos.
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De acordo com o economista Matheus Dias, do FGV IBRE, parte dessa queda já começa a chegar ao consumidor final, especialmente nos preços da gasolina, do etanol e do café em pó.

Matérias-primas registram maior recuo

Entre os estágios de produção analisados pelo IPA, o maior destaque foi a forte retração das matérias-primas brutas, que passaram de alta de 0,43% em maio para queda de 2,76% em junho.

Já os bens finais desaceleraram para alta de apenas 0,23%, enquanto os bens intermediários avançaram 0,45%, ambos com ritmo significativamente inferior ao observado no mês anterior.

O comportamento evidencia uma redução das pressões inflacionárias ao longo da cadeia produtiva, especialmente nos setores ligados ao agronegócio e às commodities.

Inflação ao consumidor perde força

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também mostrou desaceleração em junho, ao subir 0,47%, abaixo dos 0,61% registrados em maio.

Cinco das oito classes de despesas pesquisadas apresentaram redução no ritmo de alta:

  • Habitação;
  • Alimentação;
  • Saúde e Cuidados Pessoais;
  • Transportes;
  • Vestuário.

A desaceleração dos alimentos reforça o impacto positivo da maior oferta agrícola e da redução dos preços em diversas cadeias produtivas, beneficiando o consumidor.

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Por outro lado, os grupos Despesas Diversas, Educação, Leitura e Recreação e Comunicação registraram aceleração no período.

Construção civil mantém pressão sobre custos

Na contramão dos demais indicadores, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou para 0,85% em junho, acima dos 0,77% registrados em maio.

O principal fator foi o avanço dos custos com mão de obra, cuja variação passou de 0,43% para 0,91%.

Já os grupos Materiais e Equipamentos e Serviços apresentaram desaceleração, embora permaneçam contribuindo para a elevação dos custos da construção civil.

Cenário favorece controle da inflação

O desempenho do IGP-M em junho reforça um cenário de menor pressão inflacionária na economia brasileira, especialmente nos preços ao produtor. A combinação entre recuo das commodities internacionais, boa evolução das principais safras agrícolas e redução nos preços de combustíveis contribui para aliviar parte da inflação ao consumidor.

Para o agronegócio, o resultado sinaliza um ambiente de maior estabilidade nos custos de produção em diversas cadeias, embora fatores climáticos e geopolíticos continuem sendo monitorados por produtores, indústrias e investidores ao longo do segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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