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Bem-Estar Animal realizou 781 atendimentos no primeiro bimestre de 2026

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A Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal (SABEA) contabilizou 781 atendimentos nos primeiros dois meses do ano, com atuação concentrada em resgates, casos de urgência e emergência veterinária e averiguação de denúncias, seguindo critérios técnicos e legais que orientam o serviço público em Cuiabá.

No período, mais de 356 denúncias foram relacionadas a bem-estar animal e maus-tratos, conforme registrado nos canais oficiais da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SORP), sendo uma média de cinco a oito denúncias por dia. A alta demanda evidencia a necessidade permanente de uma resposta organizada, criteriosa e rastreável.

A Bem-Estar Animal também disponibiliza diariamente castrações para munícipes de baixa renda e ongs, e vacinação com acompanhamento registrado em carteira vacinal. No atendimento vacinal in loco nas Ongs, sendo uma Ong por semana, já foram administradas mais de 150 vacinas. E aos animais cujo tutores são munícipes que se enquadram no perfil, tem sido mais de 40 doses por semana, ou seja, mais de 320 doses aplicadas no primeiro bimestre.

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De acordo com a secretária adjunta da Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens, os números refletem o processo de reestruturação do setor e a adoção de fluxos cada vez mais eficiente de atendimento.

“Estamos trabalhando com critério, prioridade e responsabilidade técnica. Atendimentos emergenciais exigem resposta rápida, enquanto as denúncias precisam de apuração, registro e encaminhamento adequado. É um trabalho diário, sério e rastreável”, afirmou.

Morgana destaca que o volume de ocorrências e registros reforça a importância da ampliação da equipe e da capacidade operacional, garantindo maior agilidade nas respostas e continuidade dos serviços prestados à população. A ampliação da equipe é uma das medidas que vem sendo incrementada aos poucos, desde que Morgana assumiu a Bem-Estar Animal, em meados do ano passado.

“A gente não está falando só de atendimento clínico. Estamos falando de resgate, investigação, encaminhamento e acompanhamento. Quanto mais estruturada estiver a equipe, mais rápida e efetiva é a resposta, e maior é a capacidade do município de proteger os animais e atender a sociedade”, frisou.

Para garantir agilidade e que de fato os casos emergenciais cheguem ao conhecimento da gestão, orienta-se que a população utilize exclusivamente os canais oficiais para denúncias e solicitações. A formalização correta dos chamados assegura prioridade técnica adequada, registro institucional e encaminhamento responsável de cada caso, fortalecendo a política pública de proteção e bem-estar animal no município.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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