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Bem-estar animal está associado a ganhos de produtividade, diz Embrapa

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A intensificação de atividades agropecuárias pode estar associada a boas práticas, como o bem-estar animal, e garantir ganhos de produtividade aos produtores. Pesquisas nessa linha desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, foram apresentadas na quinta-feira ao superintendente de Agricultura e Pecuária no Estado de São Paulo, Guilherme Campos. Ele esteve no centro de pesquisa na fazenda Canchim e também na Embrapa Instrumentação, localizada na mesma cidade, para conhecer o trabalho dos pesquisadores.

A pedido do ministro Carlos Fávaro, Guilherme está visitando todas as estruturas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Estado. A ideia é aproximar a gestão do Mapa das equipes que atuam na linha de frente, seja na pesquisa, na fiscalização, no fomento ou nos setores administrativos.

Na Embrapa Pecuária Sudeste, o superintendente foi recebido pelo chefe geral Alexandre Berndt, que mostrou a estrutura da fazenda e falou do intenso trabalho de recuperação que vem sendo realizado desde setembro de 2021, quando um incêndio de grandes proporções atingiu a unidade.

Em seguida, acompanhado pelos pesquisadores Alexandre Rossetto Garcia, Patrícia Anchão, Patrícia Menezes, Teresa Alves e Sandra Aparecida Santos, ele conheceu de perto os resultados de pesquisas relacionados ao sistema ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. “O animal criado na sombra tem considerável redução no consumo de água porque vive numa condição de conforto térmico mais adequada. O bem-estar animal é uma tendência irreversível”, disse o superintendente.

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A tecnologia que agrega na mesma área a lavoura, o gado de corte ou de leite e as árvores ainda favorece o aumento da taxa de lotação, o sequestro de carbono, a diversificação da renda e a recuperação do solo, entre outras vantagens. “A produtividade é maior. Ou seja, o produtor que investir em ILPF vai ganhar mais”, disse após a visita. Guilherme teve a oportunidade de conhecer as florestas plantadas de eucalipto – há 12 anos – e um experimento com árvores nativas.

No sistema integrado com gado de leite, os pesquisadores mostraram a ordenha voluntária mecanizada, uma espécie de robô que faz a coleta de leite no centro de pesquisa. A automação facilita a gestão da propriedade por reduzir a necessidade de mão de obra e padronizar o processo. As vacas são atraídas à ordenha pela oferta de alimento e pelo alívio da pressão no úbere. O sistema fica disponível 24 horas.

Por fim, Guilherme conheceu a vitrine de forrageiras e novos cultivares de gramas lançados recentemente pelo centro de pesquisa e devidamente registrados no Mapa. São produtos que exigem menos manutenção, ideais para plantio em margens de rodovias, ferrovias e aeroportos.

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EMBRAPA INSTRUMENTAÇÃO

INSTRUMENTAÇÃONa Embrapa Instrumentação, o superintendente foi recebido pelo chefe geral José Manoel Marconcini e sua equipe de gestores, além dos pesquisadores Luiz Alberto Colnago e Paulo Cruvinel. Ele conheceu os laboratórios nacionais multiusuários de nanotecnologia e de agrofotônica.

Chamaram a atenção de Guilherme as pesquisas que permitem automatizar processos de avaliação de produtos. Esse mecanismo elimina eventual subjetividade na análise, acelera o trabalho e padroniza a avaliação, o que poderia incrementar o trabalho de fiscalização do Mapa.

A equipe também apresentou pesquisas na área de detecção precoce de doenças em vegetais; o uso de nanofios de polímeros para possível aplicação em curativos, máscaras ou outros fins; a criação de novos materiais, como adubos; embalagens comestíveis que podem interessar à indústria alimentícia; além da nanoemulsão de cera de carnaúba que, pulverizada em frutas, aumenta a vida de prateleira.

O superintendente esteve acompanhado por Danilo Kamimura, agrônomo e chefe da Divisão de Defesa Agropecuária da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Estado de São Paulo (SFA-SP).

Fonte: Superintendência de Agricultura e Pecuária de São Paulo (SFA-SP)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Limpeza de praças e parques integra rotina de manutenção urbana em Cuiabá

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A limpeza e a conservação de praças e parques de Cuiabá seguem um cronograma permanente executado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). Na região central, onde há maior circulação de pessoas, os serviços são realizados de forma mais frequente, mas as ações também se estendem a bairros e espaços públicos de diferentes regiões da capital.

De acordo com o diretor técnico de Resíduos Sólidos da Limpurb, Guilherme Henrique Vinhal Caldas, a manutenção das praças da área central é realizada por meio de um plano de trabalho que contempla serviços como capina, roçagem e varrição. Segundo ele, todas as praças localizadas dentro do perímetro da Avenida Miguel Sutil integram esse planejamento operacional. No entanto, a execução dos serviços ocorre conforme cronograma estabelecido para cada local, enquanto a manutenção diária é concentrada na região central, especialmente no Centro Histórico e áreas circunvizinhas.

“Dentro do plano de trabalho, estão todas as praças do perímetro da Miguel Sutil. Só que essas praças não são feitas diariamente. As que são feitas diariamente são as da região central: Centro Histórico e regiões circunvizinhas. O trabalho nessa área acaba sendo um pouco mais intenso devido ao fluxo de pessoas, que é muito maior”, explicou.

Nas demais regiões da cidade, a Limpurb mantém equipes fixas em pontos considerados estratégicos e também desenvolve cronogramas por grandes áreas. Nas últimas semanas, os serviços contemplaram bairros como Boa Esperança, Santa Rosa e Despraiado, entre outros.

Na prática, as equipes realizam atividades como roçagem, capina, varrição, pintura de meio-fio e recolhimento de resíduos. A encarregada Edinalva Souza Ferreira informou que uma das equipes responsáveis pela manutenção das praças conta com 16 trabalhadores e atuou recentemente em espaços públicos como as praças Alencastro, Clóvis Cardoso, Rachid Jaudy e Santos Dumont, na região central.

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Segundo ela, além da rotina diária de manutenção, mutirões são realizados nos fins de semana para reforçar os serviços em áreas que apresentam maior demanda.

Conservação também alcança parques

Durante a apuração, equipes da reportagem encontraram trabalhadores da Limpurb atuando no Parque das Águas, um dos espaços de lazer mais frequentados da cidade. No local, a manutenção é realizada por uma equipe fixa de 15 pessoas, responsável pela limpeza das vias, banheiros, lixeiras, poda de vegetação e acompanhamento das condições da iluminação.

O encarregado do parque, Jailson César da Silva, destaca que um dos principais desafios enfrentados pelas equipes é o descarte inadequado de resíduos, especialmente copos e garrafas deixados próximos ou dentro do lago.

“Pedimos a colaboração da população para que utilize as lixeiras e ajude a manter o parque limpo”, afirmou.

Frequentadores percebem melhorias

Entre comerciantes, trabalhadores e usuários dos espaços públicos, a avaliação predominante é de que a conservação das áreas públicas tem apresentado avanços nos últimos anos.

A comerciante Estela Neves de Arruda, que possui um estabelecimento próximo à Praça Clóvis Cardoso, afirma que a limpeza influencia diretamente a movimentação de pessoas e a imagem da região.

“A higiene é importante para qualquer segmento. No nosso caso, que trabalhamos com alimentação, faz diferença”, disse. Para ela, a ampliação da segurança pública complementaria as melhorias observadas.

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O entregador Querubim Salomão, que trabalha na região da Praça Popular, relata que percebe manutenção frequente nos espaços públicos. Segundo ele, a situação atual difere da realidade observada anos atrás, quando algumas áreas apresentavam sinais de abandono.

Já a vendedora Victória Gabrieli avalia que a conservação contribui para aumentar a sensação de segurança. “Quando o espaço está limpo e movimentado, a sensação é de que não está abandonado”, comentou.

Na Praça Clóvis Cardoso, o vigilante Francisco Figueiredo também destaca a importância da manutenção para receber estudantes e frequentadores da biblioteca comunitária instalada no local. “O fluxo de pessoas é grande. É importante que a praça esteja em condições de receber o público”, observou.

Espaços limpos incentivam o uso pela população

A percepção positiva também foi registrada entre frequentadores do Parque das Águas. O estudante Pedro Henrique Silva de Anunciação afirma que encontra o local limpo sempre que o visita e considera a conservação um fator importante para atividades de lazer, exercícios físicos e convivência social.

“O ambiente limpo dá mais conforto para quem vem passear, andar de bicicleta ou praticar atividade física”, disse.

A manutenção contínua das praças e parques faz parte da estratégia de conservação dos espaços públicos da capital. Enquanto as equipes seguem o cronograma de limpeza em diferentes regiões da cidade, gestores e trabalhadores reforçam a necessidade da participação da população para preservar os locais e reduzir o descarte inadequado de resíduos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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