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BASF apresenta soluções integradas para aumentar produtividade e eficiência no cultivo de soja e milho no Show Rural Coopavel 2026

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BASF reforça presença no Show Rural Coopavel com portfólio completo

A BASF Soluções para Agricultura marcará presença no Show Rural Coopavel 2026, que ocorre de 9 a 13 de fevereiro em Cascavel (PR). A empresa apresentará soluções integradas voltadas para soja e milho, incluindo sementes de alta performance, proteção de lavouras e tecnologias digitais, com o objetivo de ampliar a eficiência produtiva e apoiar decisões estratégicas ao longo da safra.

Com a projeção de uma safra brasileira 2025/26 mais favorável, estimada em 182,2 milhões de toneladas de soja — alta de 5,9% em relação ao ciclo anterior, segundo a Agroconsult —, a participação da BASF torna-se estratégica para produtores que buscam planejar a próxima temporada e otimizar resultados.

Inovação e performance desde a semente

O potencial produtivo da cultura depende diretamente da qualidade da semente. A BASF destacará no evento suas novas variedades de soja das marcas Credenz® e SoyTech®, desenvolvidas para oferecer alto potencial produtivo, sanidade radicular e adaptabilidade ao clima e solo da região Sul.

Entre os destaques:

  • Credenz® CZ 26B26 I2X: ideal para abertura de áreas, combina precocidade e produtividade;
  • SoyTech® ST 570 I2X: alto potencial produtivo e sanidade radicular, indicada para região de transição do Paraná;
  • SoyTech® ST 655 I2X: elevada uniformidade e produtividade;
  • SoyTech® ST 670 I2X: porte controlado e rusticidade;
  • ST 616 I2X: lançamento anterior, com produtividade registrada acima de 210 sacas por alqueire.

Segundo José Gomes, responsável pelo negócio de sementes de Soja e Biotecnologia da BASF, “a combinação entre genética superior e sanidade vegetal garante um bom estabelecimento da cultura e sustenta seu potencial produtivo ao longo do ciclo”.

Proteção robusta com Standak®Prime e manejo de nematoides

O tratamento Standak®Prime protege as sementes de soja contra nematoides e doenças iniciais, reduzindo falhas de germinação e promovendo desenvolvimento uniforme. Nilson Caldas, gerente sênior de Tratamento de Sementes, destaca que o manejo de nematoides é essencial, considerando o prejuízo anual estimado em R$ 35 bilhões nas lavouras do país.

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Além disso, a BASF projeta lançar em até três anos sementes com trait NRS, resistência a nematoides, uma tecnologia inovadora que promete transformar o manejo e aumentar a sustentabilidade do sistema produtivo.

Novas soluções para controle de pragas e doenças

A BASF apresenta alternativas para o controle de insetos e doenças, incluindo:

  • Efficon®: inseticida com Efeito Freeze, indicado para mosca-branca, cigarrinha e pulgão;
  • Revysol®, Melyra® e Belyan®: fungicidas para controle de doenças foliares como cercosporiose e mancha-alvo, aumentando a consistência na proteção das lavouras.

De acordo com Patrícia Guerra, gerente sênior de Marketing Cultivo e Portfólio Soja, “a integração de diferentes estratégias permite reduzir riscos e proteger o potencial produtivo das áreas cultivadas”.

Agricultura digital como aliada na tomada de decisões

A plataforma xarvio® oferece recomendações técnicas baseadas em dados, como taxa variável de semeadura e timing de aplicação de fungicidas, permitindo ao agricultor decisões mais precisas e seguras. Na safra 2024/2025, a ferramenta gerou ganhos médios de até 5,2 sacas por hectare no Paraná e 3,1 sacas por hectare na média nacional.

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Guilherme Dressano, gerente de agronomia digital, afirma que as soluções digitais, associadas a estratégias de manejo, proporcionam maior produtividade e sanidade das lavouras, com incremento de quase 2 sacas por hectare em áreas comerciais.

Compromisso com inovação e sustentabilidade

Segundo Graciela Mognol, diretora de Marketing da BASF Soluções para Agricultura, “investimos mais de 915 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento anualmente para entregar soluções que auxiliem o agricultor a tomar decisões seguras e construir sistemas produtivos eficientes e resilientes”.

O Show Rural Coopavel 2026 reforça a estratégia da BASF de oferecer soluções integradas, combinando genética, proteção de lavouras e agricultura digital, com foco em eficiência, produtividade e sustentabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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