AGRONEGÓCIO

Banco John Deere oferece financiamento pelo Programa Mais Inovação do BNDES na Agrishow 2024

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O Banco John Deere lançou uma nova linha de financiamento na Agrishow 2024, um dos maiores eventos do agronegócio do Brasil. A iniciativa faz parte do Programa Mais Inovação, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), na categoria Difusão Tecnológica. Com essa nova linha, o banco busca oferecer condições mais vantajosas para empresas interessadas em adquirir equipamentos agrícolas tecnologicamente avançados.

“A nova linha de crédito é um passo importante para apoiar nossos clientes, oferecendo soluções inovadoras e condições favoráveis para a compra de máquinas e equipamentos agrícolas”, destaca Jorge Sivina, diretor regional do Banco John Deere para a América Latina.

O financiamento é destinado exclusivamente para clientes Pessoa Jurídica, com taxas de juros a partir de 7,3% ao ano. Os clientes podem financiar até 90% do valor do equipamento, com prazo de até 8 anos e uma carência de até 12 meses. A linha é direcionada para equipamentos novos que incorporam tecnologias classificadas como “Máquinas 4.0” pelo BNDES Finame. Essa classificação inclui produtos com funcionalidades avançadas, como gestão remota e processamento de dados em nuvem.

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Diversos equipamentos da John Deere, exibidos na Agrishow, já estão disponíveis para financiamento por meio do programa. Entre eles, destacam-se a colheitadeira de cana de duas linhas CH950, os tratores das séries 5E, 5EN, 6M, 7M e 8R, os pulverizadores autopropelidos M4000, as plantadeiras DB e a retroescavadeira 310 P.

Condições para Produtores Rurais

Além do Programa Mais Inovação, o Banco John Deere oferece condições especiais para produtores rurais no Plano Safra 23/24. No programa Moderfrota, a taxa de juros é de 12,5% ao ano, enquanto no Pronaf é de 5% ao ano, ambos com um prazo de pagamento de até sete anos e uma carência de até 14 meses.

Financiamento para Plantadeiras e Pulverizadores

O Banco John Deere também disponibiliza condições exclusivas para o financiamento das linhas de plantadeiras e pulverizadores. Com taxas de 9,9% ao ano em reais ou 6% em dólar, os produtores podem financiar equipamentos da marca com um prazo de até cinco anos, 10% de entrada e o primeiro pagamento agendado para maio de 2025.

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A nova linha de crédito visa incentivar a modernização do agronegócio brasileiro, facilitando o acesso a tecnologias de última geração e contribuindo para o aumento da produtividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Genética bovina pode aumentar produção de leite em até 9,2% e reduzir emissões de metano, aponta estudo

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No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, pesquisas reforçam o papel estratégico da genética no desenvolvimento de uma pecuária leiteira mais eficiente, rentável e sustentável. Estudos recentes indicam que a seleção genética pode elevar a produção de leite em até 9,2%, além de reduzir em 12,7% a intensidade das emissões de metano, contribuindo para a mitigação dos impactos ambientais da atividade.

O avanço da genética ocorre em um momento importante para o setor. Em 2025, o Brasil registrou a maior captação de leite de sua história, com 27,5 bilhões de litros adquiridos por laticínios sob inspeção sanitária. O cenário reforça a necessidade de adoção de tecnologias capazes de aumentar a produtividade sem ampliar proporcionalmente o uso de recursos naturais.

Rebanhos mais eficientes impulsionam produtividade

Estudos conduzidos pela Zoetis demonstram que animais geneticamente superiores apresentam maior capacidade produtiva mesmo em condições de estresse térmico, além de melhor eficiência alimentar e menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva.

Os resultados apontaram benefícios expressivos para os sistemas de produção leiteira:

  • Aumento médio de 9,2% na produção de leite;
  • Redução de 18,1% na taxa de reposição dos rebanhos;
  • Diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano;
  • Redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio associada à produção.

Segundo Henrique Hooper, coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil, a genética tem ampliado a capacidade dos produtores de tomar decisões mais precisas dentro das propriedades.

“A utilização de informações genéticas permite identificar animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar e maior capacidade de adaptação aos desafios climáticos. Isso acelera o melhoramento genético e contribui para a formação de rebanhos mais eficientes e sustentáveis”, destaca.

Sustentabilidade passa a integrar a seleção genética

Os indicadores ambientais utilizados nas pesquisas foram desenvolvidos a partir do modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), reconhecido internacionalmente para avaliação da sustentabilidade na pecuária.

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A metodologia foi incorporada à atualização do Clarifide Dairy Plus, solução genética da Zoetis que utiliza o índice econômico DWP$ (Dairy Wellness Profit Index). A ferramenta considera características ligadas à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, bem-estar animal e uso racional de antibióticos para avaliar o potencial de rentabilidade dos animais.

Com a atualização mais recente, passaram a ser incorporadas também avaliações relacionadas à eficiência alimentar e à resiliência ao calor, ampliando a capacidade de seleção de animais mais adaptados às condições futuras de produção.

Resiliência ao calor ganha importância na pecuária leiteira

O aumento das temperaturas e a maior frequência de eventos climáticos extremos têm colocado a adaptação dos rebanhos entre as prioridades da cadeia produtiva do leite.

Nesse contexto, a genética surge como uma ferramenta importante para identificar animais capazes de manter produtividade, fertilidade e saúde mesmo sob condições de estresse térmico.

Os estudos desenvolvidos pela companhia permitem diferenciar indivíduos mais adaptados dentro do mesmo rebanho, utilizando indicadores relacionados à temperatura, umidade e impacto climático sobre a produção.

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Eficiência alimentar reduz custos e impactos ambientais

Outro fator cada vez mais valorizado na pecuária leiteira é a eficiência alimentar. Animais geneticamente mais eficientes conseguem converter melhor os nutrientes consumidos em produção de leite, reduzindo desperdícios e melhorando o aproveitamento dos recursos nutricionais.

Além da redução dos custos de produção, essa característica contribui para diminuir a pegada ambiental da atividade, reduzindo a emissão de gases por litro de leite produzido.

Tecnologia genética apoia decisões mais precisas no campo

Para transformar dados em decisões práticas, ferramentas genômicas vêm sendo utilizadas para identificar animais mais produtivos, saudáveis e adaptados às condições de cada sistema produtivo.

Entre as soluções disponíveis está o Clarifide Dairy Plus, plataforma que realiza avaliações genômicas de bovinos das raças Holandesa e Jersey, permitindo identificar fatores de risco genético associados a doenças de importância econômica, além de características relacionadas à produtividade, bem-estar animal, eficiência alimentar e adaptação climática.

Com a integração entre genética, ciência e tecnologia, a tendência é que a pecuária leiteira brasileira avance na construção de sistemas mais competitivos, sustentáveis e preparados para atender às exigências dos mercados e dos consumidores nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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