AGRONEGÓCIO

Baldan inaugura centro de distribuição em Goiânia com entregas em até 36 horas para todo o Brasil

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Visando o futuro e a expansão do seu portfólio, a Baldan, uma das líderes no segmento de implementos agrícolas no Brasil, inaugurou um novo Centro de Distribuição de Peças em Goiânia, Goiás. Este centro de distribuição, com uma área de 700 m², foi projetado para atender principalmente as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, oferecendo peças de plantio e pulverização com entregas em até 24 horas para localidades situadas em um raio de 300 km e em até 36 horas para todo o Brasil. Além disso, há disponibilidade imediata para retirada de peças no local.

Essas três regiões foram responsáveis, em 2023, por cerca de 50% das vendas de plantio e pulverização da Baldan. A inauguração do centro em Goiânia está alinhada com o projeto da empresa de fortalecer sua presença no Brasil e na América do Sul, aumentar a eficiência no atendimento e ampliar a produtividade.

O novo centro de distribuição tem capacidade para 3.500 posições de armazenagem, complementando a estrutura do centro de distribuição da Baldan em Matão, São Paulo, onde também está localizada sua fábrica. Além disso, o novo espaço inclui salas dedicadas para atendimento e reuniões, proporcionando uma experiência completa para revendedores e clientes em busca de reposição de peças para produtos Baldan.

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“Queremos reduzir o nosso tempo de entrega. Dessa forma, a Baldan reforça seu compromisso com a satisfação do cliente, garantindo também disponibilidade imediata para retirada de peças no local”, destaca Henri Narimatsu, diretor de Supply Chain da Baldan.

Goiás foi escolhido devido à sua localização estratégica e importância no agronegócio brasileiro. Segundo o Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), em 2023, o estado alcançou o quinto melhor saldo da balança comercial do país, com um superávit de US$ 8,96 bilhões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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