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GPS|Foundation inaugura parque acessível em homenagem à Maria Josina de Abreu Cunha Campos

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GPS|Foundation inaugura parque acessível em homenagem à Maria Josina de Abreu Cunha Campos
Fernanda Moura

GPS|Foundation inaugura parque acessível em homenagem à Maria Josina de Abreu Cunha Campos

Em homenagem à benemérita Maria Josina de Abreu Cunha Campos e para celebrar os sessenta anos do Centro de Ensino Especial Nº 2 de Brasília, a GPS|Foundation , ao lado da sociedade civil e do setor produtivo, inaugurou o parque inclusivo voltado aos estudantes com diagnósticos de deficiência intelectual, deficiência múltipla e transtorno do espectro autista, na 612 Sul.

A construção do parque teve início há três anos, a partir de uma iniciativa da GPS|Foundation e de diversos parceiros, especialmente da deputada distrital Paula Belmonte, que ofereceu parte do recurso via emenda parlamentar, e da secretária Hélvia Paranaguá.

Além de empresários e amigos, a presidente e o vice-presidente da GPS|Foundation, Vivianne Leão Piquet e Eduardo Lira, bem como os diretores, Paula Santana e Rafael Badra, e os conselheiros, também foram responsáveis pela arrecadação do valor total, destinado ao parque que atenderá cerca de quinhentos alunos PcD.

O local foi batizado em homenagem à Maria Josina de Abreu Cunha Campos, mãe de Fabiano Cunha Campos, presidente do conselho da GPS|Foundation, que sempre foi uma filantropa assídua em Brasília.

O artista urbano Toys também fez parte do projeto e coloriu com a sua arte os cinco brinquedos dispostos no espaço.

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A cerimônia de inauguração contou com declarações de Marli Silva, diretora do CEE 02; Vivianne Leão Piquet, presidente da GPS|Foundation; Fabiano Cunha Campos, empresário apoiador, conselheiro e voluntário da GPS|Foundation; Fernando Rodrigues Ferreira Leite, diretor da Novacap; Hélvia Paranaguá , secretária de educação; Paula Belmonte, deputada distrital, e dona Lu Alckmin, segunda-dama do País.

Veja a lista completa dos parceiros e colaboradores do projeto:

  1. Mayara Noronha Rocha – Governo do Distrito Federal;
  2. Paula Belmonte – Deputada Distrital;
  3. Fernando Rodrigues Ferreira Leite – Diretor Novacap;
  4. Hélvia Paranaguá – Secretária de Educação;
  5. Vivianne Leão Piquet – Presidente da GPS|Foundation;
  6. Marli Silva – Diretora da CEE 02;
  7. Tiago Lima – Farol Log;
  8. Fabiano Cunha Campos – Conselheiro e Voluntário GPS|Foundation;
  9. Lucas Scapini – CEO Grupo Scapini;
  10. Guilherme Rodrigues – Arquiteto Voluntário;
  11. Toys Daniel – Artista;
  12. Adriana Almeida – Coordenadora Pedagógica;
  13. Professores, alunos e pais do CEE 02;
  14. Colaboradores e Embaixadores da GPS|Foundation.

Confira os registros do evento de inauguração:

Rafael Badra, Paula Santana, Lu Alckmin, Ana Luísa Cunha Campos, Fabiano Cunha Campos e Vivianne Leão Piquet

Rafael Badra, Paula Santana, Lu Alckmin, Ana Luísa Cunha Campos, Fabiano Cunha Campos e Vivianne Leão Piquet

Hélvia Paranaguá, Fabiano Cunha Campos, Paula Belmonte e Vivianne Leão Piquet

Hélvia Paranaguá, Fabiano Cunha Campos, Paula Belmonte e Vivianne Leão Piquet

Rafael Badra, Maria da Graça Miziara, Tati Lacerta, Silvia Badra e Marina Slavieiro

Rafael Badra, Maria da Graça Miziara, Tati Lacerta, Silvia Badra e Marina Slavieiro

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Marina Slavieiro, Fabiano Cunha Campos, Silvia Badra, Vivianne Leão Piquet e Paula Santana

Marina Slavieiro, Fabiano Cunha Campos, Silvia Badra, Vivianne Leão Piquet e Paula Santana

Lu Alckmin, Catarina Sarmento e Paula Santana

Lu Alckmin, Catarina Sarmento e Paula Santana

Ana Luísa Cunha Campos, Lu Alckmin, Paula Belmonte e Vivianne Leão Piquet

Ana Luísa Cunha Campos, Lu Alckmin, Paula Belmonte e Vivianne Leão Piquet

Fabiano, Luciana Cunha Campos e Toys

Fabiano, Luciana Cunha Campos e Toys

Sandra Brito, Hélvia Paranaguá e Paula Belmonte

Sandra Brito, Hélvia Paranaguá e Paula Belmonte

Silvia Badra, Ana Lima, Paula Santana, Pedro Barbosa, Marina Slavieiro, Vivianne Leão Piquet e Luciana Cunha Campos

Silvia Badra, Ana Lima, Paula Santana, Pedro Barbosa, Marina Slavieiro, Vivianne Leão Piquet e Luciana Cunha Campos

Pedro Peralta e Fabiano Cunha Campos

Pedro Peralta e Fabiano Cunha Campos

Liliana Cunha Campos, Ana Maria Cunha Campos,Lu Alckmin, Ana Luísa Cunha Campos e Fabiano Cunha Campos

Liliana Cunha Campos, Ana Maria Cunha Campos,Lu Alckmin, Ana Luísa Cunha Campos e Fabiano Cunha Campos

Família Cunha Campos

Família Cunha Campos

Beto e Paula Belmonte

Beto e Paula Belmonte

Vivianne Leão Piquet

Vivianne Leão Piquet

Toys

Toys

Pedro Barbosa

Pedro Barbosa

Paula Belmonte

Paula Belmonte

Lu Alckmin

Lu Alckmin

Fabiano Cunha Campos

Fabiano Cunha Campos

Paula Santana

Paula Santana

Trio tocando Asa Branca

Trio tocando Asa Branca

Hélvia Paranaguá

Hélvia Paranaguá

Hélvia Paranaguá

Hélvia Paranaguá

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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