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Balança comercial tem superávit de US$ 1,5 bi na segunda semana de março

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Na 2ª semana de março de 2024, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,522 bilhões e corrente de comércio de US$ 12,298 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,91 bilhões e importações de US$ 5,388 bilhões. Esses e outros dados foram disponibilizados nesta segunda-feira (11/3) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

No acumulado do mês até aqui, as exportações somaram US$ 8,638 bilhões e as importações US$ 6,534 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,104 bilhões e corrente de comércio de US$ 15,172 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 59,144 bilhões e as importações US$ 45,098 bilhões, com saldo positivo de US$ 14,046 bilhões e corrente de comércio de US$ 104,242 bilhões.

Comparativo Mensal

Nas exportações, comparadas às médias até a 2ª semana de março/2024 (US$ 1,4 bi) com a de março/2023 (US$ 1,427 bi), houve crescimento de 0,9%. Em relação às importações, o crescimento no período foi de 13,5% – de US$ 959,64 milhões em 2023 e de US$ 1,09 bi agora.

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Assim, até a 2ª semana de março/2024, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,5 bi. O saldo, também por média diária, foi de US$ 350,63 milhões. Comparando-se com a média de março/2023, houve crescimento de 5,9% na corrente de comércio.

Exportações por Setor e Produtos

No acumulado até a 2ª semana do mês de março/2024, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 26,51 milhões (-6,8%) em Agropecuária; queda de US$ 9,94 milhões (-2,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 49,26 milhões (7,5%) em produtos da Indústria de Transformação.

Importações por Setor e Produtos

No acumulado até a 2ª semana do mês de março/2024, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 6,43 milhões (34,8%) em Agropecuária; crescimento de US$ 44,68 milhões (71,8%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 77,4 milhões (8,9%) em produtos da Indústria de Transformação.

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Balança Comercial Preliminar Mensal – 2º semana de março/2024

Fonte: MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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