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Balança Comercial: Superávit de US$ 1,37 Bilhão na Terceira Semana de Agosto

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Na terceira semana de agosto de 2024, o Brasil registrou um superávit de US$ 1,37 bilhão na balança comercial, com uma corrente de comércio totalizando US$ 12,4 bilhões. O resultado, divulgado nesta segunda-feira (19/8) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), decorreu de exportações que somaram US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões.

No acumulado do mês, as exportações alcançam US$ 16,9 bilhões, enquanto as importações totalizam US$ 12,8 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 4,1 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 30 bilhões.

No ano, as exportações atingiram US$ 215,1 bilhões, com importações somando US$ 161,5 bilhões. Isso gerou um saldo favorável de US$ 53,7 bilhões e uma corrente comercial de US$ 376,6 bilhões.

Comparativo Mensal

Em comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações tiveram um crescimento de 4,4%, passando de uma média diária de US$ 1,3 bilhão em agosto de 2023 para US$ 1,4 bilhão em agosto de 2024. Já as importações cresceram 14,4%, com a média diária passando de US$ 933,41 milhões no ano passado para US$ 1,06 bilhão neste ano.

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Até a terceira semana de agosto de 2024, a média diária da corrente de comércio foi de US$ 2,479 bilhões, e o saldo médio diário foi de US$ 342,93 milhões. Em comparação com agosto de 2023, houve um crescimento de 8,5% na corrente de comércio.

Desempenho Setorial

No setor de exportações, a média diária revelou as seguintes variações: uma queda de US$ 61,21 milhões (18,4%) em Agropecuária; um aumento de US$ 56,43 milhões (18%) em Indústria Extrativa; e um crescimento de US$ 66,7 milhões (9,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

Quanto às importações, observou-se um crescimento de US$ 3,47 milhões (21,6%) em Agropecuária; de US$ 12,19 milhões (24,4%) em Indústria Extrativa; e de US$ 118,73 milhões (13,8%) em produtos da Indústria de Transformação.

Balança Comercial Preliminar Parcial – 3º semana de agosto/2024

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação de frango bate recorde e receita mensal ultrapassa R$ 5 bilhões

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As exportações brasileiras de carne de frango ultrapassaram a marca de R$ 5 bilhões em receita mensal em maio. Com o desempenho aquecido, os embarques de carne de frango, tanto na versão fresca quanto na processada, renderam R$ 5,045 bilhões, montante 36% superior aos R$ 3,706 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Esse resultado foi sustentado por um volume recorde de 509,9 mil toneladas enviadas ao exterior, superando em quase 30% as 393,4 mil toneladas embarcadas um ano antes, quando o setor lidava com os efeitos dos casos isolados de gripe aviária em granjas do Rio Grande do Sul. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, a receita total chegou a R$ 23,57 bilhões, ante R$ 21,17 bilhões nos mesmos meses de 2025, enquanto o volume total subiu para 2,45 milhões de toneladas.

O Paraná mantém o posto de maior exportador do país, respondendo por 213,9 mil toneladas enviadas apenas em maio. A China segue como a principal compradora, com alta de 34,7% nas aquisições. Especialistas do mercado avaliam que a diversificação dos destinos, alcançando desde mercados exigentes na Ásia e Europa até novas fronteiras em países emergentes, é o que garante esse fôlego ao setor, permitindo que a oferta interna se mantenha equilibrada.

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No mercado doméstico, a carne de frango se consolida como a proteína mais competitiva na cesta do consumidor, especialmente em um cenário onde a carne bovina permanece em patamares elevados e o poder de compra das famílias segue contido. A estabilidade de preços observada na última semana indica um mercado ajustado. Contudo, o setor faz um alerta importante aos produtores: a disciplina na produção é essencial. Especialistas destacam que, embora a demanda externa esteja firme, o aumento excessivo de alojamentos de pintinhos pode gerar um descompasso entre oferta e demanda, pressionando os preços para baixo nos próximos meses.

A estabilidade também é verificada nos preços dos principais cortes. No atacado de São Paulo, o peito congelado é negociado a R$ 8,80, enquanto na distribuição o valor sobe para R$ 9,00. A coxa congelada custa R$ 7,00 no atacado e R$ 7,20 na distribuição, enquanto a asa é comercializada a R$ 11,00 no atacado e R$ 11,30 no segmento de distribuição. Os cortes resfriados seguem a mesma linha, com o peito cotado a R$ 8,90 no atacado e R$ 9,10 para o distribuidor, a coxa a R$ 7,10 no atacado e R$ 7,30 na distribuição, e a asa a R$ 11,10 no atacado e R$ 11,40 na distribuição.

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No mercado de aves vivas, o cenário regional mostra contrastes. Enquanto no Sul e Sudeste as cotações seguem estáveis — com o frango vivo sendo cotado a R$ 5,20 em São Paulo, R$ 4,75 no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, R$ 4,60 no Oeste do Paraná, R$ 5,30 no Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, e R$ 5,40 em Minas Gerais e Goiás —, o Nordeste enfrenta uma realidade diferente. A menor oferta na região impulsionou os preços, com altas expressivas que levaram o quilo a R$ 6,80 no Ceará, R$ 7,00 em Pernambuco e R$ 7,20 no Pará.

Fonte: Pensar Agro

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