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Bactéria Promissora para Mitigar Efeitos da Seca nas Lavouras

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Um estudo realizado pelos professores Thiago Alberto Ortiz, da Universidade Paranaense (Unipar), e Lígia Maria Maraschi da Silva Piletti, do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), indica que a bactéria Bacillus aryabhattai cepa CMAA 1363 pode ser uma aliada na mitigação dos efeitos da seca nas lavouras. Os docentes publicaram um artigo ressaltando que a seca é um dos principais fatores ambientais limitantes ao crescimento das plantas e um dos fenômenos que mais impacta a produtividade agrícola.

Os autores mencionam que a Embrapa identificou esta bactéria benéfica, capaz de aumentar a resiliência das lavouras durante estresses abióticos, como a falta de água. A Bacillus aryabhattai cepa CMAA 1363 resultou na criação do AURAS®, fruto da colaboração entre a Embrapa Meio Ambiente e a NOOA Ciência e Tecnologia Agrícola.

O AURAS® tem se destacado como uma das inovações mais significativas no mercado agrícola. Com 126 genes associados à resposta a estresses, essa tecnologia permite que as lavouras tratadas suportem melhor altas temperaturas e longos períodos de estiagem.

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Os benefícios proporcionados pelo AURAS® se manifestam através de quatro mecanismos: desenvolvimento radicular, retenção de água nas plantas, produção de enzimas antioxidantes e geração de substâncias que protegem e hidratam o sistema radicular. Esses mecanismos, em conjunto, permitem que a planta maximize seu potencial produtivo e aumente a resiliência das culturas.

É importante ressaltar que os produtores devem estar atentos, pois nem todas as cepas de Bacillus aryabhattai são equivalentes. A cepa CMAA 1363 é a única validada pela Embrapa.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de milho do Brasil crescem 11,9% na safra 2024/25; Mato Grosso lidera embarques e Egito amplia compras

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As exportações brasileiras de milho encerraram a safra 2024/25 em ritmo positivo, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores do cereal no mercado internacional. O volume embarcado cresceu 11,88% em relação à temporada anterior, impulsionado pela maior disponibilidade de produto e pela forte competitividade do milho brasileiro no comércio global.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), mostram que o país exportou 42,38 milhões de toneladas de milho ao longo da safra, confirmando a força das vendas externas mesmo diante das oscilações do mercado internacional.

Mato Grosso mantém liderança absoluta nas exportações de milho

Maior produtor nacional do cereal, Mato Grosso permaneceu na liderança das exportações brasileiras durante a safra 2024/25.

O estado embarcou 24,35 milhões de toneladas, volume 2,34% superior ao registrado na temporada anterior. Com esse desempenho, respondeu por 57,48% de todo o milho exportado pelo Brasil, reforçando sua importância estratégica para o abastecimento do mercado global.

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O resultado reflete a elevada produção estadual, aliada à crescente eficiência logística e à demanda consistente de compradores internacionais.

Egito amplia compras e lidera destinos do milho mato-grossense

Entre os principais importadores do milho produzido em Mato Grosso, o Egito consolidou sua posição como maior comprador da safra.

O país adquiriu 5,43 milhões de toneladas, registrando crescimento de 40,37% na comparação com a temporada anterior.

Na sequência aparece o Irã, com importações de 3,10 milhões de toneladas, avanço de 25,44% em relação ao ciclo anterior.

O Vietnã completou o grupo dos maiores destinos, com 2,76 milhões de toneladas adquiridas. Embora tenha registrado retração de 9,61%, o país permaneceu entre os principais mercados para o milho mato-grossense.

Juntos, Egito, Irã e Vietnã importaram 11,29 milhões de toneladas, concentrando parcela significativa das exportações do estado.

Mercado volta atenção para a safra 2025/26

Com o encerramento oficial das exportações da safra 2024/25, o mercado já direciona o foco para a temporada 2025/26.

Segundo o Imea, os embarques da nova safra começam a ganhar intensidade à medida que a colheita avança nas principais regiões produtoras do país. A expectativa do setor é de continuidade da forte presença brasileira no mercado internacional, sustentada pelo elevado potencial produtivo e pela competitividade do milho nacional frente aos principais concorrentes.

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Caso o ritmo das exportações seja mantido, o Brasil deverá continuar ampliando sua participação no comércio global de milho, consolidando Mato Grosso como principal origem dos embarques destinados aos grandes importadores mundiais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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