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Aviagen inicia obras da nova granja de avós no estado de São Paulo

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A Aviagen® América Latina tem o orgulho de anunciar o início da construção de uma granja de avós de última geração em Santo Antônio da Alegria, no estado de São Paulo, conforme contrato assinado no início de outubro. Construída pela renomada Novac Construtora, a granja produzirá matrizes, não só para o Brasil, mas também para clientes da América Latina.

A América Latina é um mercado vital para a avicultura e está se tornando cada vez mais importante para garantir a segurança alimentar global. A Aviagen permanece firme em seu compromisso com a segurança alimentar – e a demanda pelo Ross® 308 AP está aumentando na região. Este projeto é parte integrante do amplo investimento de R$ 250 milhões da Aviagen no Brasil, ressaltando o compromisso da empresa em expandir sua presença nesta região estratégica. Além disso, os investimentos em outras operações na América Latina continuam a crescer.

Aumento significativo na capacidade de produção

O investimento na nova e moderna granja representa um aumento significativo na capacidade de produção da empresa no País. Até 2025, quando a unidade estiver em plena operação, os clientes podem prever um adicional de 3,8 milhões de aves Ross 308 AP anualmente, superando a capacidade atual. Com 365 hectares e oito galpões cuidadosamente projetados, a granja foi planejada desde o início visando a excelência em biossegurança, sustentabilidade ambiental, avanço tecnológico e otimização energética.

O diretor de Operações da Aviagen no Brasil, Leandro München, destaca a abordagem inovadora a saúde das aves e ao controle ambiental, afirmando: “No campo da engenharia, ampliamos nosso modelo de construção para melhorar a sanidade das aves e o controle de ambiente. Introduzimos sistemas inovadores de ventilação e renovação de ar. Implantamos também novas tecnologias construtivas que agilizam e facilitam o manejo durante os intervalos dos lotes”.

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Tecnologias avançadas na granja

A nova granja será equipada com tecnologia de ponta para pesquisa e diagnóstico de patógenos, com um pacote de tecnologia da informação com vídeo monitoramento inteligente e controle digital total de acesso em qualquer área da granja. Destaque para o controle de águas residuais que passará por uma transformação significativa, com investimentos inovadores para revolucionar o processo.

München enfatiza ainda o compromisso da empresa com a tomada de decisões baseada em dados, a automação de vários processos e a melhoria do bem-estar das aves. “Estamos ampliando a automação da alimentação, pesagem e classificação, proporcionando maior bem-estar às aves. Todas essas medidas tornam o processo mais seguro e eficiente, permitindo-nos oferecer ao mercado um produto seguro e altamente eficiente”.

O presidente da Aviagen para a América Latina, Ivan Lauandos, enfatiza o comprometimento da empresa em investimentos contínuos, para atender à crescente demanda pela ave Ross 308 AP. “Devido a uma combinação de vantagens zootécnicas na matriz, no frango e no frigorífico desde o seu lançamento, com um progresso constante na sanidade, bem-estar e desempenho, as características inovadoras da nova granja levam ao fortalecimento da biossegurança e à redução do impacto ambiental”.

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“A Aviagen, não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina, continua realizando grandes investimentos. Trata-se de uma nova e moderna granja de avós, considerada o ‘estado da arte’ em tecnologia, principalmente em termos de biossegurança, totalmente fechada (recria e produção) e contará também com os mais modernos equipamentos de ambiência. Este novo investimento no Brasil, assim como aqueles já feitos na Colômbia, Peru e Argentina, demonstram a prioridade da região para a Aviagen em termos globais”, afirma.

Um desafio gratificante para a Novac

O projeto marca uma aliança fundamental com a Novac Construtora. O fundador e CEO da Novac Construtora, Guto Negrão, comentou: “A Novac Construtora está comprometida a dedicar 100% de nossos esforços a esse empreendimento, pois é justamente esse tipo de projeto que nos impulsiona. O desafio do projeto está no volume substancial de edificações a serem erguidas simultaneamente, em um período relativamente curto. Para enfrentar esse desafio, a Novac aproveitará sua vasta experiência em planejamento e gestão, com o objetivo de assegurar que o cronograma estabelecido seja rigorosamente cumprido”.

A expansão da Aviagen na América Latina demonstra a dedicação da empresa em inovação, sustentabilidade, bem-estar animal e no fornecimento de uma fonte saudável de proteína às comunidades globais.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil tem até 28 milhões de hectares prontos para conversão produtiva sem desmatamento

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O Brasil reúne cerca de 28 milhões de hectares de pastagens degradadas com potencial imediato para conversão em áreas agrícolas, volume que pode elevar em até 52% a produção nacional de grãos sem necessidade de abertura de novas áreas. A estimativa consta em análise do Itaú BBA e reforça o país como uma das principais fronteiras globais de expansão sustentável.

Para dimensionar o tamanho dessa área, os 28 milhões de hectares equivalem a aproximadamente 3% do território brasileiro — que soma cerca de 851 milhões de hectares — e a quase um terço de toda a área hoje cultivada com grãos no país, que gira em torno de 80 a 90 milhões de hectares.

Esse potencial está distribuído principalmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e partes do Sudeste e Nordeste, onde a pecuária extensiva ocupa grandes áreas. Estados como Mato Grosso, Pará, Goiás, Minas Gerais e Tocantins concentram parte relevante dessas pastagens com algum nível de degradação.

Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária indicam que cerca de 57% das pastagens brasileiras apresentam algum grau de degradação, sendo uma parcela significativa passível de recuperação com tecnologias já disponíveis, como correção de solo, manejo intensivo e integração lavoura-pecuária.

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Do ponto de vista econômico, o aproveitamento dessas áreas pode gerar até R$ 904 bilhões em valorização fundiária, além de ampliar a produção sem pressionar novas fronteiras ambientais — um ponto cada vez mais relevante diante das exigências de mercado.

O principal entrave, no entanto, é financeiro. Segundo a Climate Policy Initiative Brasil, organização que estuda o fluxo de recursos para agricultura e uso da terra, menos de 2% dos recursos de financiamento climático no país são direcionados ao uso da terra, o que limita a escala de recuperação dessas áreas.

A transformação dessas pastagens exigiria investimentos entre R$ 188 bilhões e R$ 482 bilhões, dependendo do nível de degradação e da infraestrutura necessária. Ainda assim, o volume de crédito disponível segue distante da demanda. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária indicam que, dentro do Plano ABC+, apenas R$ 3,5 bilhões foram destinados à recuperação de áreas em 2022.

Para o produtor rural, o movimento representa uma oportunidade concreta de expansão produtiva sem aquisição de novas terras. A recuperação de áreas degradadas permite aumento de produtividade, diversificação da atividade e valorização do patrimônio, além de alinhar a produção às exigências ambientais do mercado.

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Na prática, a conversão dessas áreas tende a ganhar força à medida que surgem novos instrumentos financeiros, como CRA verde, CPR verde e modelos de investimento voltados à agricultura regenerativa. O avanço dessa agenda pode redefinir a expansão do agro brasileiro, com crescimento baseado em eficiência e recuperação, e não em abertura de novas áreas.

Fonte: Pensar Agro

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